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segunda-feira, 25 de julho de 2011

ACIDENTE COM LTM11200 EM SANTA CATARINA


Trágico e triste este acidente que ocorreu no parque eólico em Agua Doce – SC, resultando na morte do experiente operador Raimundo de Jesus, e destruiu a primeira LTM11200 “nacionalizada” em terras catarinenses, além da Grove que foi danificada. Todos sabemos que um operador para operar uma máquina de capacidade extrema tem experiência suficiente para seguir todos os procedimentos necessários em uma movimentação e montagem.

Mas não tendo informações mais concretas sobre o ocorrido acredito que houve sim um erro não do operador, mas talvez do procedimento de montagem. Algum estudo climático ou mesmo o horário de içamento, este é muito importante na hora de içar uma hélice eólica, pois toda a região possui características distintas. A “regras” sempre é içar a hélice quando não há muita oscilação termica e logo cedo pela manha.

FONTE - BLOG DO GUINDASTE

http://blogdoguindaste.com.br/index.php/2011/07/acidente-com-a-ltm11200-da-locar

terça-feira, 19 de julho de 2011

ESTUDANTES BRASILEIROS GANHAM PRÊMIO INTERNACIONAL COM PROJETO DE GRUA


Dois estudantes do curso de Engenharia Mecatrônica da Universidade de Salvador (Unifacs) ganharam um concurso internacional de planos de negócios e o prêmio de US$ 100 mil com um projeto de uma grua automatizada para a construção civil. O projeto de Rafael Guimarães e Vinícius Cal foi apresentado em Fort Lauderdale, na Flórida (EUA), e levou a Competição Internacional de Planos de Negócios James McGuire.

Mais de 200 projetos de estudantes de várias partes do mundo participaram da competição. Os brasileiros (ambos com 23 anos), desenvolveram um guindaste de torre com um contrapeso localizado em uma das pontas que pode ser móvel e automático. A depender da necessidade e do manuseio, ele se desloca para um local mais apropriado da ponta, o que causa maior estabilidade e facilidade durante sua movimentação.

“A grua tem capacidade de carga cinco vezes maior em qualquer parte de sua ponta e oferece segurança maior para os operários”, destaca Rafael Guimarães. A dupla já patenteou o invento no Brasil, Estados Unidos e Europa, e trabalha em outro projeto para aumentar ainda mais a segurança do equipamento. A Engenharia Mecatrônica promove a união dos conhecimentos da mecânica, eletrônica e computação.

O estudante destaca que o projeto “traz mais segurança porque dá mais equilíbrio e o contrapeso se move automaticamente”. Os dois amigos pretendem usar o dinheiro do prêmio na empresa que formaram para desenvolver produtos para a engenharia civil. “Com a Copa do Mundo e as Olimpíadas, um equipamento como esse pode tornar mais segura e mais rápida as grandes construções”, destaca.

FONTE - M&T

sexta-feira, 15 de julho de 2011

PRIMEIRO PARQUE EÓLICO OFFSHORE


O parque está situado a 45 km da costa da ilha de Borkum, no Mar do Norte. A remessa consistia de doze conjuntos de pás de rotor, carregado em Eemshaven em Groningen, Holanda. As lâminas foram transportados para o cais em SPMTs Scheuerle.

Sediada na Holanda Wagenborg especialista em transporte utilizado de 20 linhas de eixo SPMTs Scheuerle para o transporte de completo estrelas rotor. Esses pré-montadas unidades estrela rotor com diâmetro de rotor de entre 116 e 118 m, com cada um pesando cerca de 150 toneladas.

À medida que o barco não poderia ser posicionado exatamente contra o cais, a carga teve que estender um pouco sobre a plataforma do SPMT enquanto colocado em um dispositivo especialmente projetado. Além disso, era necessário manobrar a vários metros SPMTs sobre a borda do cais, para que duas linhas de eixo - incluindo o dispositivo especial - foram suspensas sobre a água. Só então foi possível para o guindaste de bordo para pegar a carga. A fim de equilibrar a carga do centro de gravidade, o SMPTs teve que ser carregado, adicionalmente, com contrapesos.

Conjuntos de veículos numerosos foram configurados para o transporte de naceles de motores offshore que foram movimentadas no eletronicamente direccionais InterCombi SPE ou SPMTs. O design modular destes sistemas de transporte permitiu a unidades de veículo para ser acoplado uns com os outros usando uma ampla gama de opções.

CEE é uma rede global para os proprietários de carga equipamentos como caminhões, operadores de guindaste, operadores de rebocadores e barcaças, estivadores e empacotadores de exportação, operadores portuários e de carga aérea proprietários equipamentos de manuseio e da indústria de apoio, servindo a indústria de cargas pesadas e volumosas.

FONTE - HEAVY LIFT

domingo, 10 de julho de 2011

AV. WASHINGTTON LUÍS É TOTALMENTE LIBERADA


Foi liberada, por volta das 10h, a pista sentido bairro da Avenida Washington Luís, na zona sul de São Paulo, que ainda permanecia interditada, após a retirada da carreta que tombou no último sábado (2).
O transbordo da carga, um transformador de 190 toneladas, foi feito ontem e a carreta foi removida. Na manhã deste domingo, os técnicos terminavam de desmontar os equipamentos utilizados e o tráfego foi liberado na via nos dois sentidos. Por volta das 11h, apenas a alça de acesso para a Avenida Professor Vicente Rao, estava bloqueada.
De acordo com a CET, ela também deve ser liberada até o meio dia.
A operação mobilizou 200 agentes de tráfego e 130 veículos, incluindo guinchos e motos.
A carreta saiu de Guarulhos (Grande SP) e ia para o porto de Santos, de onde o transformador seria exportado para o Egito.

A CET diz que, nos últimos dois meses, seis carretas da transportadora Tomé fizeram o trajeto. Segundo Antonio Prestes, chefe do departamento de transportes da CET, é o melhor percurso para as megacarretas.

Ele diz que não é possível desviar --indo, por exemplo, pela Jacu-Pêssego e o Rodoanel--, porque para isso teria que passar por vias com pontes e passarelas mais baixas do que a altura do veículo.

FONTE - FOLHA.COM

quarta-feira, 6 de julho de 2011

OPERAÇÃO DE GENTE GRANDE


Criatividade. Essa foi a palavra usada para definir uma operação de transporte de três peças, com peso de até 168 toneladas, realizada pela Megatranz Transportes em São Paulo, especializada nesse tipo de operação.
O desafio, nesse caso, estava na altura das peças: Cerca de 8 m -- maior que grande parte dos viadutos e passarelas presentes nas rodovias brasileiras. Para resolver esse impasse optou-se pela transposição de viadutos, com o içamento da carga.

A Megatranz Transportes concluiu com sucesso seis operações de transposição de viadutos, na Rodovia D. Pedro, com utilização de quatro guindastes. Além do viaduto no Km 15, as peças também foram içadas por cima do viaduto do Km 47.

A transposição das peças foi mais uma etapa importante nessa operação, que teve início no porto de Tarragona (Espanha). Além do transporte marítimo e rodoviário das peças, descarregadas no porto de São Sebastião (SP), a Megatranz foi responsável pela realização de obras civis de infraestrutura, tais como a abertura de estradas e desvios por fazendas da região.

Além da transposição, a empresa realizou o levantamento de uma passarela, que ficava na altura do km 67 da D. Pedro.

As peças transportadas são módulos CCR (Catalyst Continue Regenerator) e tinham como destino final a Refinaria de Paulínia – REPLAN, em Paulínia (SP). Ao todo, são três módulos, que pesam de 110 a 168 toneladas e têm como finalidade melhorar a qualidade do combustível produzido na refinaria e diminuir a necessidade de paralisação da usina para manutenção dos equipamentos.

Para o transporte das peças, a Megatranz utilizou seis cavalos mecânicos e três carretas, cada uma com 16 eixos fila simples. Os içamentos foram realizados com quatro guindastes, sendo dois com capacidade de 500 toneladas; um com capacidade de 300 toneladas e outro com capacidade de 250 toneladas.

FONTE - GLOBAL ON LINE

terça-feira, 5 de julho de 2011

ADOLFO RODOLFO - DO PUXA-SACO AO PROATIVO


COMO A LIDERANÇA DEVE LIDAR COM OS DIFERENTES TIPOS DE LIDERADO?

Motivar, chamar a atenção, garantir resultados. Estes são só alguns dos atributos da liderança que também tem como um dos principais desafios lidar com os diferentes tipos de profissionais.

De acordo com a headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Emmanuele Spaine, independentemente do tipo do profissional, o diálogo deve basear a relação entre líder e liderados.

O diretor executivo da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marshal Raffa, concorda e lembra que todos os perfis têm lados positivos e negativos, cabendo ao líder tentar estimular o melhor de cada um.

Perfis
Do puxa-saco ao proativo, os especialistas consultados pelo portal InfoMoney dão dicas sobre como a liderança pode trabalhar com os perfis mais comuns.

Puxa-saco: clássico nas empresas, o puxa-saco concorda com tudo que é proposto pelo líder e tenta o tempo todo se promover. Dessa forma, dizem os especialistas, ele acaba sendo desvalorizado por colegas e pela liderança.
Ao líder, cabe mostrar que esse comportamento não é o ideal, deixando claro que a pessoa não irá obter benefícios com ele. É ainda necessário salientar que o profissional precisa trazer novas ideias.

Injustiçado: na maior parte das vezes, trata-se de um profissional que está há mais tempo na empresa e que acredita que merecia uma promoção ou um aumento salarial. Como isso não ocorre, ele tende a se sentir desvalorizado.
Com profissionais nesta situação, o líder deve conversar e apresentar perspectivas de crescimento, não deixando de apontar quais os caminhos que a pessoa deve percorrer para chegar lá. Em outras palavras, o que é esperado do profissional.

Apático: segundo os especialistas, o profissional apático merece atenção redobrada da liderança. Isso porque, muitas vezes, a apatia pode ser confundida com insegurança ou mesmo se tratar de um caso de introversão.
Para tirar a dúvida, o líder deve observar cuidadosamente se a pessoa traz ou não resultados para a empresa. Em caso positivo, ele deve mudar a forma de agir com o profissional, tentando trazê-lo para mais perto. Se for avaliado realmente como apático, a saída é investir por um tempo na motivação do profissional.

Dependente: o profissional dependente sempre aguarda as resoluções dos parceiros, pares ou da liderança, o que demonstra uma grande dose de insegurança.
Primeiramente, o líder deve tentar investigar os motivos que deixam o profissional inseguro e tentar desenvolver nele as características de liderança. Isso porque, dizem, tais profissionais devem aprender a deixar de ser coadjuvantes para assumir as características de liderança em uma eventual necessidade.

Competente demais para a função: para os especialistas, essa é uma característica da geração Y. Entretanto, profissionais mais experientes que, por algum motivo, tiveram de assumir cargos com menor responsabilidade do que o que exerciam anteriormente também são acometidos por este sentimento.
Assim, para que este profissional não se desmotive e deixe de entregar resultados, o líder deve apresentar a ele um plano de carreira.

Quer o lugar do chefe: ao contrário do que se possa imaginar, profissionais que demonstram querer o lugar do chefe não são mal vistos pelas empresas, desde que, é claro, essa disputa não seja de forma desleal.
Se for de maneira saudável, dizem, é excelente para o líder, pois alavanca a carreira dele, servindo como um propulsor para o chefe, que pode ocupar posições mais altas.
Dessa forma, o líder deve valorizar este profissional, dando sempre feedbacks e trabalhando os pontos negativos.

Proativo: valorizado nas empresas, o proativo é aquele que sempre está a frente dos outros e dá ótimos resultados.

FONTE - ADMINISTRADORES.COM.BR

segunda-feira, 4 de julho de 2011

ACIDENTE COM CARRETA GIGANTE


Mais de dois dias após uma carreta gigante bater em um poste na Avenida Washington Luís, na Zona Sul de São Paulo, o veículo permanecia bloqueando uma faixa da pista sentido bairro por volta das 6h30 desta segunda-feira (4). Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), os trabalhos para a remoção devem terminar ainda durante a manhã.

O trânsito na região era intenso no início da manhã, mas sem pontos de parada, ainda de acordo com a CET. A companhia recomenda que os motoristas evitem circular pela Avenida Washington Luís no ponto onde está a carreta.

Na madrugada de sábado (2), a carreta transportava um transformador com cerca de 600 toneladas quando colidiu no poste e subiu na calçada. Ninguém ficou ferido no acidente ocorrido na altura da Avenida Vicente Rao. A fiação elétrica foi atingida. A Eletropaulo, responsável pelo fornecimento de eletricidade em São Paulo, informou que a energia só será totalmente restabelecida quando a carreta for retirada.

Cerca de vinte funcionários trabalharam durante toda a madrugada desta segunda, enfrentando o frio e a garoa para retirar o transformador. A empresa responsável pelo transporte da peça já descartou falha humana no acidente, mas uma perícia no equipamento vai tentar descobrir que problema mecânico fez a supercarreta perder o controle no início da madrugada de sábado.

O prazo inicial da empresa responsável pelo transporte e da CET era no sábado mesmo. Depois, a previsão mudou para o domingo, mas no meio da tarde a data mudou mais uma vez, agora para a manhã desta segunda. O transformador saiu de Guarulhos, na Grande São Paulo, e seguia para o porto de Santos para embarcar para o Egito. Mas caiu no terreno de um buffet infantil.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) faz um trabalho de orientação no local e oferece cinco alternativas de rota para quem circula pela região:

1. Avenida Dória - Avenida Rubens Gomes de Sousa - Praça Antonio Simões Ladeira - Avenida Professor Vicente Rao, sentido Diadema - Praça Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Viaduto Washington Luís

2. Viaduto Deputado Luís Eduardo Magalhães - Avenida Jornalista Roberto Marinho, sentido marginal - Rua Cristóvão Pereira - Rua Xavier Gouvêia - Rua Vicente Leporace - Praça Antonio Simões Ladeira - Avenida Professor Vicente Rao, sentido Diadema - Praça Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Viaduto Washington Luís

3. Viaduto Deputado Luís Eduardo Magalhães - Avenida Jornalista Roberto Marinho, sentido marginal - Rua Vicente Leporace - Rua Xavier Gouvêia - Rua Vicente Leporace - Praça Antonio Simões Ladeira - Avenida Professor Vicente Rao, sentido Diadema - Praça Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Viaduto Washington Luís

4. Viaduto Deputado Luís Eduardo Magalhães - Rua República do Iraque - Rua Xavier Gouvêia - Rua - Rua Vicente Leporace - Praça Antonio Simões Ladeira - Avenida Professor Vicente Rao, sentido Diadema - Praça Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Viaduto Washington Luís

5. Avenida Washington Luís - Avenida Jornalista Roberto Marinho, sentido aeroporto - Rua Lino de Moraes Leme, Avenida Santa Catarina - Rua Palestina - Avenida Professor Vicente Rao, sentido Diadema - Praça Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Viaduto Washington Luís

FONTE - G1

sexta-feira, 1 de julho de 2011

NO PORTO DE URUGUAIANA, CAMINHONEIRO PRECISA PEGAR SENHA


De Uruguaiana e Paso de Los Libres - Sem a integração do trabalho das autoridades brasileiras e argentinas no desembaraço das exportações do Brasil em Paso de Los Libres, o porto seco de Uruguaiana se aproxima do esgotamento da capacidade. Segundo Flávio Renato Evaristo, gerente da Eadi Sul, concessionária do grupo EcoRodovias que administra a unidade aduaneira desde 2003, o local, que pode receber 180 mil caminhões por ano, deve fechar 2011 com movimento de 170 mil veículos.

A situação ameaça provocar dificuldades adicionais para os importadores e exportadores brasileiros que negociam com Argentina, Chile e Uruguai e precisam passar por Uruguaiana. O porto seco recebe de 600 a 800 caminhões por dia, mas em momentos de maior movimento, como ocorre às segundas-feiras, filas se formam do lado de fora do terminal e a administração precisa distribuir entre 30 e 70 senhas para agendar o atendimento, explica Evaristo.

Uruguaiana tem espaço para 600 caminhões, mas pode acomodar até 870 usando os corredores entre as vagas, diz o executivo. Cerca de 70% dos veículos estacionados transportam produtos importados, porque a liberação das mercadorias que entram no Brasil é mais demorada. Mesmo assim, como 30% das cargas paradas são para exportação, a integração no lado argentino abrirá espaço para o porto brasileiro aumentar em mais de 40% a capacidade de atendimento às importações.

Para o delegado da Receita Federal em Uruguaiana, Jorge Luiz Hergessel, é importante que a ampliação do Complexo Terminal de Cargas (Cotecar), em Libres, esteja pronta para receber os fiscais brasileiros no início de 2012. Segundo ele, do total de R$ 1,1 bilhão em impostos federais arrecadados na cidade no ano passado, R$ 950 milhões foram gerados pelas operações de importação no porto seco.

Uruguaiana também enfrenta a concorrência de outros portos secos nas fronteiras, diz Evaristo. "Há uma tendência de maior distribuição das cargas", comenta. No ano passado, o terminal local recebeu 162,4 mil caminhões (62% destinados à exportação), que transportaram US$ 9,2 bilhões em cargas, com altas de 16,5% e 34,6% sobre 2009, respectivamente.

Na divisa entre São Borja e Santo Tomé, onde a integração operacional está mais avançada, o crescimento foi de 39,5%, para 88,4 mil veículos, segundo a Associação Brasileira de Transportadores Internacionais (ABTI).

De acordo com o gerente, só neste ano a Eadi Sul planeja investir R$ 1,4 milhão em melhorias operacionais, das instalações e da segurança do terminal rodoviário. Segundo ele, desde o início de 2010 o tempo médio para o desembaraço das exportações caiu de sete horas para menos de cinco horas. No caso das importações, 70% dos caminhões eram liberados em mais de 48 horas e hoje esse percentual caiu para 57%.

"O atendimento da Receita Federal melhorou, assim como o trabalho dos despachantes e dos transportadores", explica. O terminal, que opera de segunda à sexta-feira das 8h às 21h e aos sábados, das 8h às 14h, cobra diárias de R$ 16 a cada seis horas de permanência do caminhão. Para armazenagem, a tarifa é de R$ 4,73 por metro cúbico ou 0,11% sobre o valor da mercadoria com seguro e frete, o que for maior. Os valores foram estabelecidos na licitação da Receita Federal, vencida pela concessionária.

FONTE: Valor Econômico - SP

terça-feira, 28 de junho de 2011

PEDÁGIOS AUMENTAM A PARTIR DE JULHO EM SÃO PAULO


O feriado prolongado de Corpus Christi será o último em que os motoristas de São Paulo pagarão o atual valor nas praças de pedágio do Estado de São Paulo. A tarifa sobe no dia 1.º e o reajuste, em alguns casos, deve chegar a 9,77%, segundo cálculos feitos por empresários do setor. Diferentemente do ano passado, os valores serão arredondados de R$ 0,10 em R$ 0,10.

O aumento obedece aos índices dos contratos de concessão assinados com o governo do Estado. Os mais antigos, dos anos 1990, são corrigidos pelo IGP-M - Índice Geral de Preços do Mercado, da Fundação Getúlio Vargas. É o caso da Castelo Branco e dos Sistemas Anchieta-Imigrantes e Anhanguera-Bandeirantes, que ligam a capital ao interior do Estado e ao litoral.

Já para as rodovias que tiveram os contratos assinados tendo como fator de correção o IPCA - Índice de Preços ao Consumidor Amplo, um indicador mensal de preços do varejo do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o reajuste chegará a 6,55%. Nesse caso estão incluídas rodovias importantes, como a Dom Pedro, a Carvalho Pinto, a Raposo e o Rodoanel.

O cálculo final do valor do pedágio de cada praça, no entanto, não é feito apenas aplicando o índice de reajuste ao valor vigente. A Artesp - Agência Reguladora dos Serviços de Transportes de São Paulo ainda faz as contas levando em consideração também o tipo de pista e a extensão percorrida. O arredondamento é definido pelo governo do Estado - no ano passado, foi de R$ 0,05 em R$ 0,05.

Os reajustes neste ano vão na contramão do que se viu em julho do ano passado, quando o IPCA foi maior do que o IGP-M. O que o governo paulista quer é que, por meio de uma negociação, se chegue a unificar o índice para o IPCA, que é menos sujeito a fatores externos, como as commodities, que subiram muito desde o segundo semestre do ano passado.

FONTE: O Estado de São Paulo - SP

segunda-feira, 27 de junho de 2011

ADOLFO RODOLFO - DELEGAR TAREFAS NÃO É SIMPLESMENTE PASSAR A BOLA


A grande maioria dos líderes reconhece que a centralização de tarefas baseada no equívoco de que podem ser onipresentes – como Deus – provoca sua ineficácia no papel que exercem ao comprometer a performance de suas equipes e de si mesmos.
É fácil defender a atitude de quem distribui adequadamente os afazeres entre seus subordinados, mas, ao mesmo tempo, também constatar como as pessoas têm dificuldades para conduzir este processo.

Os resultados provam isto.

Creio que o principal problema reside na própria compreensão conceitual. Muitos dos gestores acreditam que delegar tarefas é apenas uma forma de deixarem de lado aquilo que não é importante, isto é, conseguir se livrar de uma série de coisas que qualquer pessoa pode fazer.

Esta apreciação incorreta os leva a despejar atribuições nas mãos de quem ainda não está preparado para assumi-las e mais à frente, é claro, se deparam com uma performance aquém do liderado e a frustração de ambos. Contudo, tal atitude não pode ser intitulada como resultado da delegação e sim da "delargação".

"Delargar" (que me perdoem os gramáticos) é exatamente isso! Repassar a responsabilidade pela execução de uma tarefa para alguém que não possui experiência ou conhecimento suficiente para tal e aguardar uma boa entrega logo adiante. Afinal de contas, "delargadores" creem que delegar é simplesmente redistribuir responsabilidades, pouco importando tudo mais que precisa ser feito.

Portanto, para delegar corretamente é necessário que o líder compreenda que ele precisa reservar tempo ao liderado. Acompanhá-lo enquanto ele aprende as novas funções e ainda não está seguro para caminhar sozinho. Demonstrar-se disponível para que as pessoas tenham a liberdade de fazer as perguntas que evitarão erros tolos mais a diante.

Este processo precisa ser percebido como uma estratégia não apenas para que você consiga mais tempo em sua agenda e sim um meio para promover o amadurecimento de sua equipe de trabalho, principalmente quando combinado com empowerment.

Mas, o que o empoderamento significa exatamente? Praticar empowerment é enriquecer o cargo de alguém com responsabilidades que proporcionem o seu desenvolvimento. Destacar novas atribuições que ampliem o horizonte de percepção deste profissional e viabilizem oportunidades futuras para o mesmo na companhia sem que, a curto prazo, ele necessariamente tenha de mudar de cargo.

Contudo, tenha sempre em mente que você delega a execução da tarefa e a corresponsabilidade ao liderado, mas o encargo maior pelo resultado da tarefa ainda continuará em suas mãos. Como a um técnico de futebol que possui autonomia para escolher quem irá escalar na equipe titular, o jogador que baterá o pênalti decisivo e qual esquema tático será utilizado, são os bons resultados que o sustentarão no cargo.

Muitas pessoas que se frustram ao delegar tarefas e voltam a atuar como centralizadores por acreditarem que seus liderados são incapazes de assumir novas funções não sabem conduzir este processo corretamente. São apenas "delargadores".

Wellington Moreira - Palestrante e consultor empresarial

sexta-feira, 24 de junho de 2011

ACIDENTE: QUE FAZER COM CARGA PERIGOSA?


São Paulo ainda é o Estado campeão em índice de acidentes com transporte de produtos perigosos, segundo informações do Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental). As ocorrências, na maior parte, acontecem em razão da falta de instrução dos motoristas, por erros técnicos dos caminhões e pela ruim condição das estradas.

Na lista de substâncias nocivas à saúde humana, animal e ambiental que circulam pelas estradas brasileiras estão mais de 3.100 itens, entre eles: combustíveis – como álcool, gasolina e querose –, e produtos corrosivos - soda cáustica e ácido sulfúrico.

Obrigatoriamente, os caminhões que carregam estes componentes devem ser identificados por um painel de segurança com a sinalização indicativa de “transporte de produtos perigosos”, e com um rótulo que diz a “classe de risco do produto transportado”.

O motorista é orientado a ter sempre em mãos a ficha de emergência do produto, que contém as instruções sobre como proceder em caso de acidentes e o EPI (Equipamento de Proteção Individual). Uma ocorrência pode gerar sérios prejuízos à saúde, podendo levar até a morte. Se houver vazamento do componente transportado, além do condutor do veículo, correm riscos a população e a área ambiental, já que o produto pode contaminar a vegetação e cursos d’água, caso chegue até rios ou lagos.

Para evitar ocorrências do tipo, abaixo segue uma lista de medidas que caminhoneiros devem seguir para garantir a segurança de todos em caso de acidentes; mas acima de tudo é importante aperfeiçoar a instrução do motorista para este tipo de atividade, como propõe o curso especializado MOPP (Movimentação Operacional de Produtos Perigosos).

Acidente: o que fazer?

Em um acidente, é preciso evitar o vazamento do que está sendo transportado. Porém, se não for possível, é necessário que se providencie o recolhimento das porções vazadas. Se a quantidade do derramamento for grande, as autoridades locais e o fabricante do produto devem ser avisados. As instruções da ficha de emergência devem ser seguidas; abaixo outras informações sobre como proceder.

- Leve sempre os dispositivos de sinalização para serem utilizados em caso de acidente;
- Não fume, não acenda fósforo, não coma e não beba durante o processo de limpeza;
- Não use o telefone celular, mantenha-o longe do vazamento ou desligado;
- Sinalize e isole a área utilizando os cones, fita/corda, dispositivos de sustentação da fita/corda e as placas de advertência “Perigo / Afaste-se”;
- Estanque o produto com terra, para que não atinja rios, lagos, outras fontes de água, rodovias etc. Ser for necessário, cave uma canaleta ou levante um dique de contenção;
- Afaste curiosos;
- Não deixe o veículo sozinho.
- Recolha o material derramado para que possa ser feito o descarte em locais adequados.

FONTE - WEBTRANSPO

segunda-feira, 20 de junho de 2011

FORUM EM SP DA REVISTA MUNDO LOGÍSTICA


A revista MundoLogistica vai promover um grande evento em São Paulo em Julho deste ano.
O que você acha de melhorar as operações logísticas através da Tecnologia da Informação?

O evento tratará exatamente sobre isso, onde grandes players do mercador apresentação Casos de Sucesso de soluções de tecnologia aplicadas a logística e supply chain. E certamente, através dessas apresentações. você poderá identificar alguma oportunidade de realizar melhorias também em suas operações.
Por isso, o evento pode ser muito útil a você ou a outros colegas da sua empresa.

1. Entenda como a tecnologia da informação pode auxiliar na gestão de seus processos logísticos e na colaboração;

2. Conheça formas de otimizar e melhorar suas operações logísticas e colaboração na cadeia de suprimentos;

3. Descubra novas tecnologias aplicadas a logística e supply chain management;

O LogisTI Fórum levará aos participantes, casos de sucesso, soluções e tecnologias apresentadas por seus fornecedores, para auxiliar gestores de Logística e Supply Chain e de TI a identificarem oportunidades de melhoria em suas operações através da tecnologia da informação.

DATAS - 20 e 21 de junlho 2011

MAIORES DETALHES - http://www.mundologistica.com.br/logisti.shtml

sexta-feira, 17 de junho de 2011

ADOLFO RODOLFO - CULTIVANDO A SEMENTE DO ÊXITO


Neste artigo, falarei sobre como semear idéias de êxito e prosperidade no subconsciente de tal forma a forçá-lo a reagir de maneira favorável criando um novo destino, pleno de realizações pra você.
Em primeiro lugar, gostaria de lembrá-lo que você está sempre criando o seu caminho através de sua maneira de encarar o mundo, de acordo com as suas concepções místicas, filosóficas e religiosas. Se tudo está bem contigo, ótimo. Querendo ou não, você propiciou um terreno fértil para isso. Caso contrário, tá na hora de refazer o plantio das boas sementes que você quer ver germinar, crescer, florescer e dar bons frutos.
Saiba que criar um novo destino será algo como cultivar um novo jardim, mais belo e vigoroso no quintal da sua casa. Não dá pra simplesmente selecionar as sementes das suas flores prediletas e sair plantando no local escolhido, sem que seja feita toda uma reestruturação prévia do solo. Se você simplesmente lançar as sementes ao solo pobre, compactado e dominado por ervas daninhas, provavelmente suas flores serão sufocadas e aniquiladas. Obviamente, você precisa limpar o terreno das ervas daninhas ali presentes, revolver a terra e adicionar material fertilizante.
O mesmo cuidado se aplica às sementes do êxito: para fazê-las crescer você precisa eliminar as ervas daninhas plantadas no subconsciente, mantidas por padrões negativos.
Remova as sementes indesejáveis plantadas por ideologias limitantes inseridas no seu padrão mental e emocional. Limpe a velha energia que faz perpetuar acontecimentos desagradáveis em sua experiência de vida. Fertilize o terreno da sua imaginação, persistindo numa postura filosófica positivista, crendo que a sua vida pode e deve ser abundante, criativa e feliz.
Libere a sua mente de medos, traumas e de todas as memórias infelizes através de uma postura poderosa de sentir que você tem o poder de remodelar seu destino.

Site do Autor: www.acasadoaprendiz.com.br

quarta-feira, 15 de junho de 2011

SANY APRESENTA O MAIOR GUINDASTE SOBRE ESTEIRAS DO MUNDO


O equipamento, com capacidade de içamento de 3,6 mil toneladas, é um marco na indústria mundial de equipamentos pesados

O novo guindaste sobre esteiras da Sany Heavy Industry, o SCC86000TM, entra para a história da indústria de equipamentos como o maior do mundo graças à capacidade de içamento de cargas de 3,6 mil toneladas. Até então, o guindaste de maior capacidade no mercado mundial era de 3,2 mil toneladas.

De acordo com Xiang Wenbo, presidente mundial da Sany Heavy Industry, o SCC86000TM será utilizado, principalmente, nas usinas nucleares chinesas. Por isso, o novo equipamento é pioneiro no uso do coeficiente de risco GB3811-2008, recomendado para máquinas de içamento empregadas em usinas nucleares, além de quebrar paradigmas na concepção estrutural e nos sistemas de controle. O projeto desse super guindaste usou o que há de mais avançado em design e prototipagem digital, superando desafios como o design de estruturas não lineares e deformações.

Para esse projeto, foram investidos 100 milhões de yuan na construção de um super centro de computação, além de simulações de software para operações de içamento e testes realizados internacionalmente. Na fase de pesquisas, a Sany Heavy Industry ainda ouviu sugestões de diversos especialistas da indústria e do setor de energia nuclear.
O lançamento da Sany Heavy Industry foi apresentado no dia 29 de maio, na província de Jiangsu, com o objetivo de suprir a carência de mercado por guindastes gigantes. O anúncio também consagrou a indústria chinesa entre as principais fabricantes mundiais de guindastes. O desenvolvimento do SCC86000TM ainda rendeu à Sany Heavy Industry 30 pedidos de registro de patentes.

Guindastes sobre esteira no Brasil

De acordo com o gerente geral de vendas da linha de guindastes da Sany do Brasil, Rene Porto, é pouco provável que o SCC86000TM chegue ao País pela falta de obras demandantes desse tipo de equipamento. Segundo o executivo, a Sany do Brasil aposta nos equipamentos com capacidade de içamento entre 100 e 650 toneladas para operações em construção civil, siderurgia, mineração e petróleo e gás, parques eólicos entre outros segmentos. Nesse contexto, o destaque fica com o SCC2500C, com capacidade de içamento de cargas de 260 toneladas e que já é empregado em operações brasileiras.

FONTE - ADRIANA ROMA

terça-feira, 14 de junho de 2011

GUINDASTE RETIRA FÓSSIL DE DINOSSAURO NA BR 050


O maior fóssil de dinossauro já encontrado em Uberaba nos 20 anos de funcionamento do Centro de Pesquisas Paleontológicas Llewellyn Ivor Price foi retirado ontem de uma encosta de morro à margem da BR-050, no km 153, entre Uberaba e Uberlândia. O fêmur tem cerca de 1,40 metro de comprimento, pesa aproximadamente 100 kg e, provavelmente, seja de um titanossauro da mesma espécie do Uberabatitan, cujos primeiros fósseis foram descobertos em 2004 no mesmo trecho da rodovia. O sítio paleontológico é localizado a 80 km de Uberlândia e fica próximo ao posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF), no município de Uberaba.

Com o uso de guindaste e o apoio da PRF para fechar uma das pistas da rodovia no sentido Uberaba, a operação foi realizada com sucesso na tarde de ontem. O fêmur foi engessado para não causar danos durante o transporte e içado pelo guindaste até uma caminhonete. O bloco engessado pesava cerca de 300 kg. Esta foi a primeira vez que a equipe do centro de pesquisas de Uberaba utilizou um guindaste para ajudar na retirada de fragmentos de ossos de dinossauro.

“O fóssil será exposto no Museu de Peirópolis, ao lado da nossa réplica do Uberabatitan. É um material grande, que poderá ser tocado”, afirmou o geólogo e paleontólogo Luiz Carlos Borges Ribeiro. O pesquisador afirmou que o fragmento deverá estar em exposição em aproximadamente um mês no museu jurássico no distrito de Uberaba e os resquícios de rocha serão mantidos na peça. “Para o visitante ver o osso todo trabalhado é diferente do fóssil retirado da rocha. Será uma atração nova para o museu”, disse o coordenador do Complexo Cultural e Científico de Peirópolis, Vicente Antunes.

Uberaba notabilizou-se nacional e internacionalmente como polo de paleontologia. Dos 21 dinossauros descritos no Brasil, cinco foram encontrados no município. Isso deu à cidade o título de terra dos dinossauros no Brasil. A comunidade também abraçou a ideia. A empresa proprietária do guincho cedeu o veículo gratuitamente para o centro de pesquisa. A diária do equipamento chega a custar R$ 1,5 mil. “Já icei muita coisa, mas osso de dinossauro foi a primeira vez”, afirmou o operador de guindaste Ildeu Júnior.

Nome homenageia Uberaba e pesquisador

O fêmur retirado ontem da escarpa de um morro em Uberaba, provavelmente, pertence à espécie do Uberabatitan, que é o maior dinossauro brasileiro já descoberto até o momento. O geólogo e paleontólogo Luiz Carlos Borges Ribeiro foi o descobridor do primeiro fóssil da espécie de titanossauro achado em Uberaba.

A escavação começou em 2004 no mesmo trecho da BR-050 e os primeiros indícios do sítio paleontológico surgiram durante a obra de duplicação da rodovia. Batizado de Uberabatitan Riberoi, o nome da nova espécie de titanossauro catalogada foi uma homenagem a Uberaba e também faz referência ao sobrenome do pesquisador.

O Uberabatitan Ribeiroi é considerado o último dos dinossauros pelos paleontólogos. A extinção de praticamente 70% de todas as espécies de animais que sobreviviam no planeta ocorreu há 65 milhões de anos. Os fósseis do Uberabatitan foram encontrados nos estratos rochosos do final da Era Mesozóica, daí a constatação de a espécie ter sido uma das últimas a viver no período em que o planeta era dominado pelos dinossauros.

O titanossauro uberabense era herbívoro e o comprimento poderia chegar a 20 metros e 3,5 metros de altura. O peso estimado era de 14 toneladas. Para o paleontólogo, o fêmur de dinossauro retirado ontem seria de um indivíduo adulto e relativamente grande. “O fêmur de um Uberabatitan de 18 metros teria de 1,60 a 1,70 metro. Este que retiramos tem 1,40 m”, afirmou Ribeiro

FONTE - CORREIO DE UBERLÂNDIA

quinta-feira, 9 de junho de 2011

NOVO CURSO DE AMARRAÇÃO DE CARGAS

Nesta nova versão do curso de Amarração de Cargas Gerais e Indivisíveis, o Eng.º Mecânico Rubem Penteado de Melo, vai apresentar ao lado da legislação vigente, normas e especificações técnicas, inclusive européias, os principais conceitos técnicos tais como as forças atuantes no transporte, o cálculo das tensões, a implementação do sistema de amarração com os equipamentos permitidos e homologados(cintas sintéticas, cabos de aço e correntes), as condições mínimas dos veículos para a execução do transporte além de uma visão geral sobre a sistemática da consolidação da carga com exemplos práticos, procedimentos de segurança, inspeção entre outros.

Confira abaixo programa do curso:

> Generalidades sobre amarração de carga

> Normas e legislações específicas, nacionais e internacionais

> A responsabilidade sobre a amarração da carga: do motorista, do transportador e do embarcador

> Forças envolvidas no transporte de cargas: atrito, peso, estabilidade da carga

> Carroçaria do veículo e equipamento para fixação da carga

> Pontos de amarração nos veículos de transporte

> Dispositivos de amarração de cargas: cintas têxteis, cabos de aço, correntes, cordas sintéticas:

> Equipamentos auxiliares e acessórios

> Sistemas e tipos de amarração de carga;

> Cálculo do número de dispositivos de amarração

> Exemplos práticos, casos do dia a dia dos transportes

> Manuseio e Inspeção dos equipamentos de amarração e dos pontos de amarração no veículo.

> Requisitos para cargas específicas: transporte de rochas, de produtos siderúrgicos, de toras de madeira, de cargas indivisíveis e excedentes, etc.

Para se inscrever - http://www.guiadotrc.com.br/ESCOLADOTRC/ficha/amarracao.asp

FONTE - SINDIPESA

terça-feira, 7 de junho de 2011

GERENCIAMENTO DIMINUI ROUBOS


Transportadores têm utilizado de vários artifícios para burlar os receptores de cargas nas estradas. Uma medida tem surtido efeito para a maioria delas, é o gerenciamento de risco. A Confenar (Confederação Nacional das Revendas Ambev e das Empresas de Logística da Distribuição) anunciou que suas associadas reduziram em 47% o índice de roubos a bebidas nas estradas, após a implantação desses tipos de sistemas.

Uma estimativa da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística, de 2010, apontou que o prejuízo com extravios de cargas nas estradas brasileiras chegam a aproximadamente R$ 700 milhões por ano.

Os produtos mais visados pelos ladrões são aqueles mais fáceis de revender no mercado paralelo e de alto lucro para os receptores; entre eles estão alimentos, bebidas, tecidos, eletrônicos, pneus, medicamentos, cosméticos e cigarros, entre outros.

De acordo com a Confenar, a iniciativa do gerenciamento de risco em suas associadas envolveu o cadastro e consulta de veículos, o reforço da utilização de equipamentos rastreadores e a padronização de viagens programadas. Hoje, com 16 mil veículos na frota de distribuição de bebidas (9.200 caminhões), a associação também investiu R$ 30 milhões em seguros no último ano.

Dicas da PM

Mesmo com toda a programação e cuidados do transporte da carga sob controle, a Polícia Militar dá dicas para evitar o roubo nas estradas. Confira abaixo as sugestões.

Para a empresa transportadora:
- checar sempre a vida passada do motorista que levará a carga.
- orientar o profissional transportador quanto às medidas para evitar o crime
- criar o hábito de desenvolver contatos com a Polícia; com um bom relacionamento é mais fácil deter os meios para se comunicar mais rapidamente em caso de ocorrência.
- estimular a entrega de informações sobre a carga, em caso de roubo, até mesmo com recompensa, inclusive entre os funcionários.
- considerar o uso de sistemas de rastreamento.

Para os motoristas:
- use meios físicos de dificultar o roubo como cadeados e correntes.
- mantenha as portas do veículo, inclusive dos reboques e semirreboques, sempre travadas.
- mantenha as janelas do veículo fechadas até alcançar a rodovia, grande parte das abordagens acontece ainda dentro das cidades.
- leve sempre consigo números de identificação do veículo, placa, chassi etc.
- mantenha comunicação permanente com a empresa.
- avise em caso de suspeita.
- não fale sobre a carga pelo rádio.
- quando possível, evitar paradas até o destino final da carga.
- armazene as cargas de maior valor no fundo do baú.
- estacione apenas em lugares movimentados e de boa reputação.

- quando possível encoste a porta do baú contra uma parede.
- cuidado com veículos seguindo você ou perguntando sobre sua carga.
- fique atento para pedidos suspeitos de parada, por possíveis falsos policiais, quando você estiver cumprindo rigorosamente as regras de trânsito.

FONTE - WEBTRANSPO

segunda-feira, 6 de junho de 2011

NA ROTA DAS SUPERCARGAS


Condições precárias da malha rodoviária, limites impostos pelas concessionárias para a passagem das cargas, além do alto custo das operações e falta de conhecimento de alguns órgãos públicos. Estas são as principais dificuldades enfrentadas pelas empresas responsáveis pelo transporte de produtos superpesados, também conhecidos como cargas projeto ou produtos indivisíveis. Ao menos esta é a opinião de Bylly Washington, supervisor operacional da Irga Lupercio Torres S/A, companhia brasileira que atua há 70 anos no setor, e de outros executivos que trabalham neste nicho de mercado como Luiz Natal, diretor operacional da Transdata, transportadora de cargas complexas há três décadas.

Segundo o executivo, a maioria dos problemas do segmento está relacionada com a qualidade das estradas. “Não recebem (as estradas) a atenção necessária por parte dos organismos. Pontes e pavimentos, principalmente nas regiões Norte e Nordeste não tem sido alvo de programas de manutenção, investimentos e estradas importantes têm muitas restrições de trânsito inviabilizando o transporte de cargas superpesadas”, conclui o diretor.

João Batista Dominici, vice-presidente executivo da Sindipesa (Sindicato Nacional das Empresas de Transporte e Movimentação de Cargas Pesadas e Excepcionais), reforça a opinião dos executivos. De acordo com Dominici, há muita burocracia no Brasil para regulamentar o trajeto de tais produtos e o despreparo de grande parte dos órgãos para tratar da concessão das Autorizações Especiais de Trânsito (AET) - documento necessário para todo veículo que exceda os limites de carga impostos pela resolução 210/2006 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) - ocorre em alto grau. O vice-presidente do sindicato ainda aponta que em alguns estados, como São Paulo, as taxas e tarifas sobre essa modalidade de transporte são excessivamente caras.

Além destes fatores, o transportador de superpesados cumpre também requisitos como escolha do veículo carregador, delineamento do itinerário utilizado e programação junto a concessionárias das rodovias determinando datas e horários de trânsito a serem preenchidos. Consulta a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de cada cidade percorrida durante o percurso é outra ação essencial. A passagem de uma enorme carga pela estrada requer conhecimento antecipado dos obstáculos existentes durante o trajeto, como explica Bylly Washington. “Leva-se em consideração os aspectos geométricos e estruturais”, ressalta o supervisor operacional da Irga. Na Transdata a rotina ocorre da mesma forma.

A velocidade dos veículos transportadores de superpesados muda de acordo com o tipo de produto a ser carregado. “Ela é determinada pelas licenças especiais e depende do peso e dimensões das cargas, sendo assim para cargas superpesadas a velocidade não ultrapassa 10 km/h e quando percorrida travessia de pontes e viadutos 5 km/h”, detalha Natal. O supervisor operacional da Irga, por sua vez, afirma que na empresa a velocidade utilizada é em média de 30 a 40 kms.

Enquanto na Transdata, veículos como cavalos tratores de potência até 520 HP, linhas de eixos, pranchas rebaixadas, e equipamentos especiais como vigas e gondolas, são utilizados para o transporte dos superpesados, a Irga trabalha também com pranchas, linhas de eixo e jamantas. Segundo o diretor operacional da Transdata, os motoristas do segmento devem ter muito controle, calma e paciência. Já Washington frisa que não há curso preparatório para a área, mas é preciso à habilitação em CNH Categoria E. “O motorista vai adquirindo experiência com os outros que estão a mais tempo executando estes tipos de serviço” finaliza o supervisor operacional.

Na Transdata, a maior carga já transportada pesava 320 toneladas, o carregamento ocorreu entre as cidades de Sorocaba e Mauá, ambas localizadas no Estado de São Paulo e durou aproximadamente 20 dias. Pela Irga, as estradas do Rio Grande do Sul sentiram o peso de 243 toneladas durante o transporte de uma fracionadora levada do porto do Estado até o município de Canoas.

FONTE - O CARRETEIRO

quinta-feira, 2 de junho de 2011

VALE IMPULSIONA CARGA GERAL DE ITAQUI


O berço 103 do Porto do Itaqui tem sido a porta de entrada de diversos tipos de produtos ferroviários adquiridos pela Vale para aplicação nas operações e duplicação da EFC (Estrada de Ferro Carajás). A ferrovia é o principal projeto logístico da companhia nos últimos anos para ampliar a movimentação de minério de ferro na região Norte dos atuais 120 milhões de toneladas para 230 milhões até 2015.

Um dos exemplos dessa constante movimentação foi o descarregamento de cinco locomotivas ocorrido na segunda-feira, 23. A complexa operação foi realizada com o suporte da Pedreiras Transportes. A Vale já havia recebido outro lote com sete maquinários no mês de abril. Trilhos e alinhadores também já foram descarregados no porto para a duplicação da estrada de ferro.

A infraestrutura do porto oferece facilidades para esse tipo de operação. “Para isso, são disponibilizados trilhos ferroviários ao longo do berço para a recepção das locomotivas, que é um tipo de carga diferenciada em razão das dimensões”, explica Gustavo Lago, responsável da Emap (Empresa Maranhense de Administração Portuária).

As cinco locomotivas, cada uma com dois trucks (material rodante), pesam juntas mais de 900 toneladas. Pelo tamanho das peças foi necessária uma infraestrutura especial para a retirada da carga do navio Industrial Egret.

Esse tipo de operação não pode ser realizado durante a noite. Por isso, a primeira madrugada de atracação do navio foi utilizada para o desembarque apenas dos trucks. As locomotivas foram descarregadas durante o dia, com o uso dos guindastes de bordo especiais.

Crescimento

Desde o ano passado, a SEP (Secretaria Especial dos Portos) está investindo R$ 93 milhões na recuperação dos berços 101, 102 e 103. As obras estão favorecendo a movimentação desse tipo mercadoria que faz parte do segmento de cargas gerais.

De acordo com da administração do porto, as operações estão crescendo e um dos indicativos são as indústrias em instalação ou expansão no Maranhão, que importam pelo porto insumos ou equipamentos para as obras.

Uma dessas empresas é a própria Vale. “O aumento da carga geral deu-se, principalmente, em razão dos descarregamentos de trilhos utilizados na duplicação da EFC (Estrada de Ferro Carajás)”, explicou Rafael Sousa de Vasconcelos, responsável por gerenciar as operações na área primária do Porto de Itaqui.

No primeiro quadrimestre deste ano, o acumulado de carga geral registrou 52,1 mil toneladas, ou seja, uma diferença de 32 mil toneladas, 163% maior que as 19,81 mil toneladas movimentadas no mesmo período do ano passado.

FONTE - WEBTRANSPO

quarta-feira, 1 de junho de 2011

DIRETOR DO DNIT FALA EM INCENDIAR PRAÇAS DE PEDÁGIO


O diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot, falou em uma reunião com prefeitos em Cascavel, no Oeste do Paraná, que a melhor maneira para conseguir obras das concessionárias de estradas pode ser queimar praças de pedágio.

A declaração foi feita na sexta-feira passada, dia 27, em reunião na Associação de Municípios do Oeste do Paraná (Amop). Pagot, que é a segunda mais importante autoridade do Ministério dos Transportes, falava sobre a dificuldade dos moradores da região em conseguir a duplicação da BR-277 no trecho entre Cascavel e Medianeira - uma antiga reivindicação da população.

O diretor afirmou então que os indígenas, quando querem ser ouvidos pelo governo federal, fazem protestos e acabam muitas vezes sendo atendidos. Nesse ponto, Pagot afirmou que o jeito poderia ser pedir a troca da empresa de pedágio. Ou, então, partir para atitudes mais radicias. "Ou então tem que queimar praça de pedágio", disse aos prefeitos.

Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa do Dnit afirmou que Pagot não iria se pronunciar sobre o tema. A assessoria afirmou que as declarações do diretor-geral estavam dentro de um contexto e que não podiam ser entendidas isoladamente. A fala seria uma espécie de ironia de Pagot, tendo em vista a dificuldade da população em obter as obras que considera necessárias.

Para a direção da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) no Paraná, porém, a declaração representa uma incitação à desobediência civil. "Ficamos chocados e indignados com uma declaração deste tipo por parte de uma autoridade", afirmou João Chiminazzo Neto, diretor da ABCR no estado.

FONTE - SINDIPESA

terça-feira, 31 de maio de 2011

PORTO DE PARANAGUÁ RECEBE CARGA SUPERDIMENSIONADA


O Porto de Paranaguá recebeu dia 26 agora o navio BBC Green Land, que trouxe da Índia o último equipamento de um conjunto de cinco reatores que serão utilizados nas obras de ampliação da Unidade de Hidrotratamento de Gasolina da Refinaria Presidente Getúlio Vargas, em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba.

O reator, que pesa 284 toneladas e mede 4,4 metros de diâmetro por 13,5 metros de altura, exige operações especiais de descarga no porto e também no transporte até o destino final, processo que demora em torno de uma semana.

A refinaria já instalou uma das unidades, que chegou ao país em janeiro. A segunda está em trânsito, já no município de São José dos Pinhais, e deve ser entregue até o próximo domingo (29). Devido às dimensões do equipamento, o transporte é feito preferencialmente no período noturno ou nos finais de semana, para evitar maiores transtornos ao tráfego. O veículo que realiza o transporte do reator trafega a 10 km/h, podendo chegar a 15 km/h, conforme o fluxo das vias.

Duas peças ainda aguardam preparação para o transporte no pátio de veículos do Porto de Paranaguá. A última, recebida ontem, aguarda ainda a liberação alfandegária. De acordo com a Petrobras, os reatores fazem parte do processo de modernização e ampliação da capacidade de produção da Refinaria Presidente Getulio Vargas.

Acesso de caminhões

A Secretaria de Infraestrutura e Logística, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a prefeitura de Paranaguá e a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) anunciaram a elaboração de um plano integrado para disciplinar o acesso de caminhões ao porto de Paranaguá. Discutida na última segunda-feira (23), a iniciativa tem como objetivo contribuir para a melhoria da produtividade do setor de transporte, dar melhores condições de trabalho aos motoristas e garantir a segurança da população.

“O acesso de caminhões ao Porto de Paranaguá precisa ser disciplinado para que todo o setor de transportes ganhe produtividade na chegada ao terminal marítimo e o tráfego urbano da cidade não seja prejudicado, afetando o dia a dia dos moradores e o turismo histórico na cidade”, disse o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho. Segundo ele, a intenção é apresentar o plano em Brasília já no mês que vem.

Segundo Richa Filho, a iniciativa estudará sistemas mais eficientes de circulação, como a adoção de placas de sinalização mais modernas, por exemplo. “Gerar melhores condições operacionais e de segurança no sistema viário de acesso ao porto é obrigação do poder público”, completa.

www.portosdoparana.pr.gov.br

Crédito da imagem: Fábio Scremim/Appa
FONTE - TECNOLOGÍSTICA

sábado, 28 de maio de 2011

VITÓRIA SEDIA O III FÓRUM EMPRESARIAL DE LOGÍSTICA E INFRAESTRUTURA


Durante os dias 30 e 31 de maio, empresariado, representantes de órgãos públicos e de instituições de ensino debatem o cenário atual e as perspectivas para a logística e a infraestrutura.
A eficiência das Parcerias Público Privada (PPPs), o Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT) do governo Federal, além dos novos projetos para a mobilidade urbana e o planejamento das cidades são alguns dos temas que serão abordados durante o III Fórum Empresarial de Logística e Infraestrutura, evento que acontece entre os dias 30 e 31 de maio, em Vitória.

Realizado pela Federação das Empresas de Transportes do Espírito Santo (Fetransportes) e pelo governo do Estado, o Fórum contará com a presença do diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, do procurador de Minas Gerais, Érico Andrade, do secretário de Política Nacional de Transportes, Marcelo Perrupato, além de autoridades, empresários e técnicos do setor.

Segundo o presidente da Fetransportes, Luiz Wagner Chieppe, no momento em que o Brasil vive uma realidade crítica, necessitando de obras de infraestrutura em todos os seus modais, o fórum é o ambiente mais propício para encontrar alternativas e desenvolver planos de ação para agir de forma coesa e planejada no que diz respeito às reivindicações das demandas. “É a oportunidade de debater os problemas, a total dependência dos recursos federais para resolver nossos gargalos e também a dificuldade que o governo tem enfrentado para implementar projetos de infraestrutura”, diz.

Programa

O primeiro dia do evento debaterá sobre Parceria Pública Privada (PPP). De acordo com o Érico Andrade, um dos conferencistas, é importante discutir previamente para antever alguns problemas jurídicos que possam surgir e iniciar os trabalhos para resolver essas questões. O painel contará, ainda, com a participação do procurador geral do Espírito Santo, Rodrigo Júdice, e do procurador-chefe da Procuradoria de Consultoria Administrativa da PGE, Leandro Mello Ferreira. “O evento será um espaço fundamental para pensarmos e discutirmos essas soluções jurídicas para os futuros investimentos em infraestrutura no estado”, afirma Júdice.

Ainda na segunda-feira, primeiro dia do fórum, ocorrerá paralelamente ao evento uma reunião extraordinária do Conselho Nacional dos Secretários de Transportes (Consetrans).

No segundo dia, os trabalhos serão iniciados pelo diretor-geral da ANTT, Bernardo Figueiredo, que falará sobre Logística e Integração de Modais. Após isso, o secretário de Política Nacional de Transportes, do Ministério dos Transportes, Marcelo Perrupato, explanará sobre a Integração dos Corredores Logísticos para o Espírito Santo e Brasil, utilizando como base o PNLT.

O terceiro painel da terça-feira focará questões como mobilidade urbana e o planejamento das cidades, com o conferencista Wagner Colombini, que é presidente da Logit Engenharia Consultiva e mestre em Planejamento e Transportes. Defensor do BRT (Bus Rapid Transit), ele debaterá o assunto ainda com o secretário de estado de Transportes e Obras Públicas, Fábio Damasceno, com o diretor da Metro Cali, da Colômbia, Roberto Gonzalez, e com o superintendente do Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de Salvador (Setps), Horácio Brasil.

Para finalizar o evento, Marcílio Machado, economista e presidente da Famex Importadora e Exportadora, fará uma palestra sobre o Capital Humano e a Empregabilidade, contado com a presença do presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo (Fapes), Anilton Garcia, da Ferrous, Jorio Dauster, do presidente da Faculdade de Administração Espírito-Santense (Faesa), Alexandre Theodoro, e da diretora do Instituto Jones dos Santos Neves, Ana Paula Vescovi.

www.logistica-es.com.br

FONTE - TECNOLOGÍSTICA

quinta-feira, 26 de maio de 2011

SCANIA CELEBRA 100 ANOS DO 1° ÔNIBUS


Há um século, o primeiro ônibus da Scania deixou a linha de produção da empresa, na Suécia, e ascendeu os faróis para uma história que estava apenas começando. Entre altos e baixos da economia mundial, o mercado de ônibus enfrentou alguns problemas, mas por enquanto essa é uma sombra que ficará no passado; ao menos no Brasil, enquanto persistirem os projetos de adequação de infraestrutura da mobilidade urbana para as competições esportivas que ocorrerão nos próximos anos, a perspectiva para o setor é muito positiva.

Eduardo Monteiro, responsável pelas vendas de chassis urbanos da companhia no País, já havia previsto há algum tempo que os negócios serão favoráveis para o segmento. “Todas as federações envolvidas nestes acontecimentos esportivos deverão realizar grandes investimentos em infraestrutura de transporte, implantando BRTs (Bus Transit Rapid) ou corredores exclusivos para ônibus, com isso haverá uma procura crescente e contínua por este tipo de veículo”, detalhou em 2009 ao Webtranspo.

Reunidos com parceiros, como a Marcopolo e a Neobus, executivos da Scania reviveram nesta quarta-feira, 25, alguns momentos desse mercado para a empresa nos últimos cem anos. E projetaram comemorações futuras. Uma delas já estava marcada para esta quinta-feira, 26. Wilson Pereira, gerente executivo de Vendas de Ônibus da Scania do Brasil, anunciou a entrega de 50 ônibus movidos a etanol à Prefeitura de São Paulo.

1911

O nome dele era Nordmark; o ônibus saiu da linha de produção da fábrica de Malmö em 1911. Na época, a capacidade de transporte era de 12 passageiros, que entravam pela parte traseira do veículo, equipado com motor e carroceria fabricados pela Vabis, no Brasil.

Alguns anos depois, em 1948, a fabricante sueca trazia seus ônibus para o mercado nacional. Os modelos eram importados pela Vemag, mas em 1957 a Scania assumiu as operações no País. Apresentou dois anos à frente, o ônibus B75, primeiro modelo comercializado pela empresa com motor montado na parte frontal do veículo.

Há três décadas, a empresa se dedica à construção de ônibus com tecnologias favoráveis à preservação do meio ambiente. Atualmente, já possui 800 veículos movidos a etanol em circulação na Europa, eles garantem menores índices de emissões de poluentes.

Linha do tempo
1911 - Scania lança o primeiro ônibus com motor construído na Suécia – o ônibus Nordmark.

1922 - O novo “ônibus-correio” entrega correio ao longo do ano nas zonas escassamente povoadas do norte da Suécia.

1932 - Scania-Vabis lança o ônibus Bulldog – com maior capacidade de transporte

1948 - A Scania-Vabis exporta os primeiros ônibus para o Brasil. A montagem de chassis começou em 1957 e a fábrica da Scania-Vabis em São Paulo abriu em 1961

1953 - O ônibus suburbano Scania-Vabis Metropol é lançado no mercado sueco.

1957 - Scania começa a fabricar motores e assu¬me as importações de caminhões e ônibus da Vemag no Brasil.

1959 - O B75 torna-se o primeiro modelo de ônibus comercializado pela empresa

1971 - Scania-Vabis lança o CR76 – um ônibus urbano mais confortável e “amigo” do passageiro.

1986 - Scania começa a testar ônibus movidos a etanol em serviços urbanos normais.

1996 - Montadora apresenta um ônibus urbano com carroçaria em alumínio, piso rebaixado e ajoelhamento lateral completo.

2007 - Depois de desenvolver o seu primeiro protótipo de ônibus híbrido em 1995, a Scania lançou um conceito inovador de ônibus híbrido projectado para máximo conforto dos passageiros.

2009 - O lançamento do Scania Touring, a produção do modelo de três eixos teve início em 2010.

2009 - A participação da Scania nos sistemas BRT (Bus Rapid Transit) resultou numa encomenda de 143 ônibus articu¬lados projetados para circular em vias dedicadas em Joanesburgo, África do Sul.

FONTE - WEBTRANSPO

quarta-feira, 25 de maio de 2011

VALE INICIA OPERAÇÃO COM GIGANTE DO MAR


A Vale iniciou nesta terça-feira, 24, as operações de um gigante marítimo, com mais de 360 metros de comprimento, 65 metros de largura e capacidade de carga de 400 mil toneladas de minério de ferro, o Vale Brasil é o maior navio dedicado ao transporte do produto no mundo. A embarcação atracada no TPPM (Terminal Portuária de Ponta da Madeira), em São Luís, no Maranhão, terá como seu primeiro destino à Ásia.

A companhia iniciou a operação com apenas uma unidade das sete que serão entregues pelo estaleiro Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering Co da Coréia do Sul, neste lote foram gasto aproximadamente US$ 748 milhões. Porém a ambição da empresa não se reteve às encomendas coreanas, outros 12 navios do mesmo porte foram adquiridos junto a um estaleiro na China, esta outra remessa deve custar U$ 1,6 bilhão aos cofres da mineradora.

Além de uma frota própria de 19 embarcações gigantescas, a empresa também manterá contrato de uso exclusivo com mais 16 navios também com capacidade de transportar 400 mil toneladas de minério de ferro. Estas embarcações serão as responsáveis pelo comércio com a Ásia. Os 35 navios devem estar disponíveis até 2013.

Com esta iniciativa, o Grupo pretende diminuir os custos com as viagens transoceânicas e consequentemente o valor de seus produtos no mercado externo. “Com a nossa frota de navios próprios e contratados conseguimos diminuir a volatilidade no mercado de frete. Esta instabilidade afeta não somente o preço de transporte, como também o preço do próprio minério. À medida que os novos navios começarem a operar, a estabilidade do frete e do nosso produto será ainda maior, favorecendo a Vale e seus clientes siderúrgicos”, explicou.

Embora tenham sido produzidos no exterior, os maiores navios mineraleiros do mundo foram concebidos desde o projeto básico até a engenharia no Brasil.

Outro lado da moeda

De acordo com um levantamento da Credit Suisse, publicado pela Agência Reuters, a estimativa é de que os novos navios da mineradora substituirão até 168 cargueiros capesize, aproximadamente 15% da atual frota. O segmento de transporte naval criticou a inciativa da mineradora, alegando que estas aquisições sufocarão o setor. “Este será o principal fator a afetar o mercado por pelo menos alguns anos", afirmou Rahul Sharan, analista sênior da Drewry Shipping Consultants.

Ainda de acordo com o artigo, Torben Skaanild, presidente-executivo da Bimco, maior grupo de navios do mundo, também fez críticas à nova frota da Vale. “Não precisamos destes navios. Temos um enorme fluxo de embarcações com capacidades para 150 mil a 180 mil toneladas no mercado. Se você começar a construir navios de 400 mil toneladas vai acabar tirando-os da concorrência”, afirmou.

No ano passado o transporte naval mundial de cargas secas cresceu 11%, porém continuou 80% abaixo do melhor momento, em 2008, antes da crise. De acordo com especialistas, esta recuperação pode demorar ainda mais com a entrada dos gigantes da Vale no mercado.

FONTE - WEBTRANSPO

terça-feira, 24 de maio de 2011

SANY LANÇA GUINDASTES NO BRASIL


Dois modelos de Truck Crane de 55 e 75 toneladas já são produzidos na fábrica em São José dos Campos. Terceiro modelo de 25 t poderá ser o próximo.
A Sany do Brasil, subsidiária do Grupo Sany, uma das maiores fabricantes de equipamentos pesados do mundo, inaugurou oficialmente a linha de guindastes montados sobre caminhão no Brasil. O STC75, de 75 toneladas de capacidade de içamento, e o QY50C, com capacidade para içamento de até 55 toneladas, já estão disponíveis para o mercado brasileiro e um terceiro modelo, de 25 toneladas, poderá ser produzido em breve.
Na solenidade com a presença de mais de 200 clientes e parceiros, além de autoridades locais do Vale do Paraíba, a Sany também falou do planos da nova fábrica, prevista para iniciar suas operações em janeiro de 2013, em Jacareí (SP). A planta terá 560 mil m² de área, da qual cerca de metade será de área construída, inclusive um centro de entretenimento para os colaboradores. O modelo da nova unidade é inspirado em experiências da Sany em outros locais como Estados Unidos, China e Índia.
Segundo Victor Yuan, presidente da Sany do Brasil, a operação local da multinacional chinesa tem todas as características de uma fábrica brasileira, pronta para ser expandida de acordo com o crescimento do País. Já o gerente nacional da área de guindastes, Rene Porto, adiantou que a produção global de guindastes vai fechar o ano de 2011 com um volume de cerca de 6 mil unidades e um faturamento de US$ 1 bilhão, reforçando a posição da corporação como líder mundial nessa área de equipamentos.

Características técnicas dos modelos

O STC75 possui lança de liga de aço de alta resistência produzida no Japão, cuja configuração padrão tem alcance máximo de 45 metros, mas o equipamento também pode ser incrementado com lança auxiliar, podendo içar cargas a até 61 metros de elevação.
Assim como o STC75, o QY50C incorpora componentes de primeira linha, como o sistema direcional da ZF e a transmissão da Eaton, com eixo duplo de nove marchas (câmbio sincronizado) e eixo flexível duplo. Já o sistema hidráulico dos dois guindastes é equipado com componentes de marcas reconhecidas internacionalmente, caso da Parker, Bosch Rexroth e Kawasaki, e vickers que proporcionam eficiência e robustez.
Além disso, o sistema de fluxo variável, juntamente com sensores de carga e controles constantes de potência, regula a vazão da bomba hidráulica automaticamente, ajustando a potência de saída do fluido de acordo com as condições de carga, o que reduz o consumo de lubrificante e otimiza a força do sistema hidráulico.

FONTE - ADRIANA ROMA

quinta-feira, 19 de maio de 2011

RIO GRANDE TEM GUINDASTE COM MAIOR ALCANCE DO PAÍS


Operadora portuária Sagres investiu R$ 6,5 milhões na compra do equipamento

A Sagres Agenciamentos Marítimos inaugura hoje (4) seu novo guindaste post panamax no Porto do Rio Grande, no estado do Rio Grande do Sul. O equipamento móvel da marca Gottwald possui capacidade para cem toneladas e o maior alcance de lança da categoria no Brasil, com 51 metros.

De acordo com o diretor geral da Sagres, Marcos Fonseca, entre os diferenciais do equipamento está o fato de ser apropriado para o transbordo de cargas como fertilizantes e celulose, bem como a disponibilidade de spredlers – acessórios para movimentação de contêineres e cargas de projetos. Além disso, o guindaste recebe monitoramento online de toda a operação pelo fabricante, sediado na Alemanha. “A expectativa é capacitar o porto para operar qualquer tipo de carga, viabilizando as cargas de transbordo”, destaca Fonseca.

Foram investidos R$ 6,5 milhões na aquisição do equipamento, que chegou ao Porto do Rio Grande no dia 10 de março. No dia 20 de abril foi realizado o primeiro teste do guindaste, em uma operação de descarga de barcaça de celulose. Já no dia 29 de abril foi feito um teste de transbordo de fertilizantes em parceria com a operadora Serra Morena.

A cerimônia de inauguração conta com a presença da superintendência do Porto do Rio Grande; da diretoria das companhias Ultramar e Schandy, acionistas da Sagres; de exportadores e importadores gaúchos; dos sindicatos da orla; de representantes da companhia fabricante do equipamento e da gerência da Sagres.

FONTE - TECNOLOGÍSTICA

quarta-feira, 18 de maio de 2011

ADOLFO RODOLFO - FIDELIZAR O CLIENTE


A ARTE DE FIDELIZAR O CLIENTE
Existem várias combinações que podem ajudar a fidelizar seus clientes, a saber: atendimento, qualidade,
preço, compromentimento com o tempo de resposta (Feedback).
É claro que esse Mix compõe um modelo que pode ajudar muito a fidelizar o seu cliente.
Quer saber se a sua empresa está dando um bom atendimento aos clientes? É simples! Quando um funcionário estiver de férias durante uns dias, bastar ele ligar para empresa que trabalha e pedir informação sobre alguma coisa ligada ao produto ou serviço que a empresa presta e o tempo de resposta que terá da empresa. Essa é uma das formas que existe para conhecer a sua empresa melhor. Não basta ter o melhor atendimento quando o produto não corresponde a necessidade real do cliente. Não basta ter qualidade se o produto falta nas prateleiras. Não basta dar feedback rápido se a qualidade deixa a desejar.
Quando se pensa em clientes e como fidelizá-los, é de suma importância que se pense no conjunto da obra!
Deixe seu comentário. Ele é muito importante!
Até breve!!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

PRÊMIO TOP CRANE´2011 - VENCEDORES


O prêmio Top Crane´2011 elege, pelo segundo ano consecutivo, o ranking das melhores empresas do setor de cargas pesadas e especiais nos grupos de Elevação, Movimentação e Transportes.
A cerimônia de premiação com a entrega do troféu, selo e certificado Top Crane´2011 foi realizado no dia 28 de abril de 2011 no Buffet Villa Besutti, em São Paulo - SP.

AS EMPRESAS TOP CRANE´2011

GRUPO: ELEVAÇÃO E MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS

CATEGORIA - FROTA

ATÉ 60 T - LOCAR GUINDASTES E TRANSPORTES INTERMODAIS
60 A 150 T - MAKRO ENGENHARIA
ACIMA DE 150 T - LOCAR GUINDASTES E TRANSPORTES INTERMODAIS

CATEGORIA - SEGURANÇA
SARAIVA EQUIPAMENTOS

CATEGORIA - ESTRUTURA OPERACIONAL
LOCAR GUINDASTES E TRANSPORTES INTERMODAIS

CATEGORIA - RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
MAKRO ENGENHARIA

CATEGORIA - TREINAMENTO
ELBA EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS

CATEGORIA - PLANO DE RIGGING
IPS SOLUÇÕES TÉCNICAS EM MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS

CATEGORIA - CASE´2011
ELBA EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS

GRUPO: TRANSPORTES ESPECIAIS

CATEGORIA - FROTA
IRGA LUPÉRCIO TORRES

CATEGORIA - ESTRUTURA OPERACIONAL
TOMÉ EQUIPAMENTOS E TRANSPORTES

CATEGORIA - TREINAMENTO
SARAIVA TRANSPORTES TÉCNICOS

CATEGORIA - SEGURANÇA
PRIMAX TRANSPORTES PESADOS

CATEGORIA - CASE´2011
MEGATRANZ TRANSPORTES

quinta-feira, 28 de abril de 2011

ESTALEIRO FAZ SUA ESTREIA NO PROMEF


O estaleiro Superpesa, do Rio de Janeiro, iniciou nesta terça-feira, 26, a construção do primeiro dos três navios modelo bunker encomendados pelo Promef (Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro). A data marca a estreia da empresa no programa, que já conta com serviços dos fabricantes Eisa, Atlântico Sul e Mauá.

Os modelos a serem fabricados servirão para abastecer outras embarcações. Cada navio terá 91,85 metros de comprimento e calado de 4,5 metros e capacidade de armazenar até quatro mil metros cúbicos de óleo combustível e óleo diesel.

A fabricante utilizará ao todo 3,6 mil toneladas de aço para a construção dos três navios. As duas primeiras embarcações serão lançadas ao mar em 2012 e a última, em 2013.

O contrato com o estaleiro é de R$ 110,5 milhões e, ao longo das obras, serão gerados 500 empregos diretos e dois mil indiretos. Com o programa, a expectativa é de que a frota da Transpetro chegue a mais de 110 navios em 2014.

FONTE - WEBTRANSPO

quarta-feira, 27 de abril de 2011

GUINDASTES SÃO USADOS EM RODOVIA EM SÃO PAULO


A MEGATRANZ TRANSPORTES realizou com sucesso as operações de transposição de viadutos nos Km 15 e 47 da Rodovia D. Pedro.
Foram necessários quatro guindastes para realizar a operação, que foi bem sucedida graças ao empenho de toda equipe da MEGATRANZ e a contribuição de inúmeras pessoas envolvidas no projeto.
Quatro guindastes foram usados para passar as cargas de três carretas sobre um viaduto da Rodovia Dom Pedro I, em Nazaré Paulista, interior de São Paulo. Segundo a Rota das Bandeiras, concessionária que administra a via, a operção começou às 7h20 desta terça (5) e durou nove horas. As carretas começaram a viagem em São Sebastião, no litoral paulista, há cerca de três meses. Elas têm como destino a cidade de Paulínia, também no interior do estado. O tráfego teve que ser desviado, mas não causou congestionamento, de acordo com a concessionária (Foto: Divulgação Rota das Bandeiras)

FONTE - G1

quarta-feira, 20 de abril de 2011

PAULO PINTO DA TRANSAEX COMENTA SOBRE O BRICS



O PONTO DO PESADO RECOMENDA
TEXTO DO SITE DA TRANSAEX
www.transaex.com.br

É com grande satisfação que a Assessoria de Comunicação Corporativa informa que após participações nas mídias impressas Valor Econômico, Diário do Comércio e Diário do Comércio & Indústria (DCI - São Paulo), Paulo Eduardo Pinto, diretor da TRANSAEX foi convidado a participar do programa Conta Corrente na Globo News que foi ao ar ontem, 14/04/11. Convidamos a todos a acessar o link para visualizar a entrevista concedida (terá um link para download).

www.dataclip.com.br/transaex.html