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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

FEIRA SUPERA TODAS AS EXPECTATIVAS


Um sucesso de público e de negócios. Assim pode ser definida a M&T Peças e Serviços 2011 (Feira Latino-Americana de Peças e Serviços para Equipamentos de Construção e Mineração), organizada pela Sobratema em São Paulo, entre os dias 10 e 13 de agosto último. Em sua primeira edição, o evento atraiu 25.944 visitantes, que passaram pelo Centro de Exposições Imigrantes para conferir as novidades apresentadas pelos 360 expositores, dos quais 126 provenientes de outros países.

Com o foco nas soluções em peças de reposição e serviços para máquinas de construção, como retífica, treinamento de mão de obra, manutenção em geral e locação, entre outros, o evento reuniu fabricantes de equipamentos e de componentes, bem como distribuidores, empresas de rental e toda a cadeia de assistência técnica à frota. Pelas estimativas da Sobratema, esse segmento reúne cerca de 110 mil indústrias, com um faturamento em torno de R$ 6 bilhões/ano, que atuam no suporte aos mais de 390 mil equipamentos em operação nos canteiros de obras e frentes de mineração do país (considerando-se apenas as máquinas com até 10 anos de vida útil).

Diante da crescente competitividade no mercado de máquinas pesadas, onde as diversas marcas oferecidas tendem a se nivelar em termos de qualidade e desempenho, o suporte à operação surge como um diferencial importante para a conquista do cliente. Por esse motivo, fabricantes como a Caterpillar, Liebherr, Case Construction, Hyundai, Bobcat, Doosan, JCB, Metso, Sany, XCMG, XGMA, Schwing Stetter, Liugong e Ciber, entre outros, apresentaram toda a sua estrutura de assistência ao cliente, muitos deles representados pela rede de concessionárias. O evento também registrou a presença de grandes locadoras de equipamentos e fabricantes de peças do porte de Michelin, Bosch Rexroth, Parker, Pirelli e outros.

Em comum, todos disputam a fatia de um mercado em franca expansão, impulsionado por uma carteira de investimentos de R$ 1,2 trilhão, no período entre 2010 e 2016, para a implantação de 9.550 as obras de infraestrutura programadas pelo governo (PAC 2), bem como as construções industriais e projetos relacionados à Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016. Esses números fazem parte de um levantamento realizado pela Sobratema, que, em função da demanda crescente, estima um crescimento de 10% este ano no consumo de equipamentos para construção.

Isso significa que cerca de 78 mil equipamentos novos deverão se incorporar à frota das construtoras e locadoras até o final de 2011, entre escavadeiras, tratores, motoniveladoras, caminhões basculantes, rolos compactadores e outros modelos, além das 390 mil unidades já em operação. Diante desses números, o Brasil, juntamente com a China, Índia e Rússia, já se consolidou numa posição de destaque no mercado mundial de equipamentos para construção, figurando como um dos responsáveis pela manutenção do ritmo das vendas em âmbito global.

A M&T Peças e Serviços refletiu esse cenário ao se posicionar como uma feira de negócios com abrangência em toda a América Latina. Esse caráter regional foi observado não apenas em função do perfil dos expositores – dos quais 126 internacionais – mas também dos visitantes da feira, que recebeu profissionais de todas as regiões do Brasil e dos demais países da América Latina.

Os temas debatidos no Congresso Sobratema, realizado simultaneamente à feira, também refletiram o momento vivido pelo setor. Seminários relacionados à reciclagem de resíduos da construção, à formação de mão de obra e à análise do mercado de equipamentos atraíram a atenção de profissionais do setor, pesquisadores, acadêmicos e da imprensa em geral. Organizado em conjunto com outras entidades parceiras, o Congresso atraiu 1.208 participantes a uma intensa grade de palestras e seminários.

Um dos destaques coube à apresentação da empresa Norte Energia, que detém a concessão para construção e operação da usina hidrelétrica de Belo Monte, detalhando todas as etapas de implantação do projeto. O maior projeto de geração de energia em implantação no Brasil também mereceu um salão temático de 920 m2 na feira Construction Expo 2011, realizada simultaneamente à M&T Peças e Serviços. Nessa área, os visitantes puderam travar contato com as soluções de engenharia adotadas na obra da hidrelétrica e com alguns de seus principais fornecedores.

O conceito de salão temático, aliás, marcou a organização da feira Construction Expo 2011, cujo foco foi direcionado para cinco segmentos da construção: a Hidrelétrica de Belo Monte, a Vila do Aço, os Estádios para a Copa 2014, Infraestrutura Ferroviária e Reciclagem de Resíduos da Construção. Ao final do evento, a Sobratema lançou a M&T Expo 2012, maior feira de equipamentos para construção da América Latina, que será realizada em São Paulo, entre 29 de maio e 2 de junho do próximo ano.

FONTE - REVISTA M&T

terça-feira, 16 de agosto de 2011

ROUBADO MAIS UM CONJUNTO TRANSPORTADOR DA FLECHA DE PRATA


A Transportadora Flecha de Prata informa que teve mais um conjunto transportador roubado. Desta feita na Rodovia Mogi Dutra, no dia 10/08 por volta das 17:00 horas. Confira abaixo a identificação dos veículos roubados:

Veiculo cavalo: Placa NRR 0319 - Marca VOLVO 6X2 - COR BRANCA

Veiculo Prancha: Placa NRM 7689 - Marca RODOLÍNEA - PRANCHA LAGARTIXA 04 EIXOS -

A empresa solicita a quem tenha informações sobre os veículos acima o favor de comunicar as autoridades competentes através do telefone 11-22210229, ou à empresa através do telefone 19-34291400. E-mail: jhonny.ferrazza@flechadeprata.com.br . Falar com Jhonny Ferrazza.

O veiculo estava vazio no momento do furto.

FONTE - SINDIPESA

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

SARAIVA EQUIPAMENTOS REFORÇA A EQUIPE PARA ATENDER O MERCADO DE ENERGIA EÓLICA


A Saraiva Equipamentos contrata dois executivos para fortalecer a participação da empresa no segmento de energia eólica. Ramiro Garcia chega a empresa como diretor de operações e Nivaldo Fidélis assume a gerência comercial nacional, ambos egressos do segmento de movimentação de cargas.

Os executivos chegam a empresa com duas missões: preparar a Saraiva Equipamentos para o crescimento da geração de energia eólica e conquistar as regiões Sul e Sudeste. Com atuação consolidada nos Estados do Nordeste, onde domina pelo menos 70% do mercado, a Saraiva Equipamentos busca novas fronteiras. Para 2011, a expectativa da empresa é crescer 30% na comparação com 2010.

De acordo com Fidélis, em 2011, energia eólica terá uma participação maior nos leilões de energia, o que vai aquecer o setor e torná-lo tão interessante quanto infraestrutura. A confirmação do discurso do executivo vem da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), segundo a qual a comercialização de energia eólica nos leilões nos dois últimos anos impulsionou o setor, que hoje é responsável por 1% da matriz energética brasileira. Segundo a EPE, as contratações fizeram com que a produção de energia gerada dos ventos saltasse de cerca de 30 megawatt-hora (MWh) para os atuais 1 GWh, entre 2005 e 2010.

FONTE - SINDIPESA

terça-feira, 9 de agosto de 2011

BRASIL PROJECTS REALIZA IMPORTANTE OPERAÇÃO LOGÍSTICA ENTRE MANAUS E PORTO VELHO


Trabalho foi realizado em menos de um mês. Tempo é considerado recorde para a complexidade do transporte.
A Brasil Projects, empresa de logística com capital 100% nacional, realizou recentemente mais uma delicada operação de carga que envolveu transporte e descarga de Manaus (AM) até Porto Velho (RO). No total, os especialistas da empresa cumpriram o objetivo em menos de um mês, período considerado acima da média devido à complexidade do projeto, isso sem levar em conta o tempo gasto por respeitar as leis de restrição de circulação do transporte rodoviário de cargas.

Bob Kroger, diretor comercial da Brasil Projects, explica que o navio que trouxe os transformadores da Suécia possuía dois guindastes com capacidade de 300 toneladas cada. “Tivemos que usar uma balsa especial reforçada para receber os dois transformadores que pesam aproximadamente 390 toneladas cada um”.

Mesmo com todas as precauções, a operação exigiu muita concentração e profissionalismo de toda a equipe. “Apesar da aparente robustez no transporte, a movimentação e o deslocamento dos equipamentos tiveram que ser feitos de uma forma extremamente lenta e precisa, porque qualquer impacto acima de três gramas pode danificar o equipamento”, fala Kroger.

O executivo salienta que o foco da empresa é oferecer um serviço especializado para cada tipo de transporte e ao mesmo tempo bastante competitivo. “Oferecemos as melhores práticas de logística para os nossos clientes. Somos uma das empresas que tem o melhor custo-benefício do mercado”, afirma o diretor.

Entre os projetos da Brasil Projects nos próximos meses, destacam-se a participação da companhia em obras no exterior que serão executadas pelas maiores empresas de engenharia, além da atuação em outros projetos, como parceria com importantes fabricantes de transformadores, geradores e de equipamentos de construção de turbinas. Assim, a empresa deve ter um crescimento de 10% em 2011, comparado ao ano passado.

E para atingir esse patamar, a estratégia da Brasil Projects é continuar a oferecer soluções sob medida para seus clientes com preços competitivos, procurando sempre proporcionar um equilíbrio ideal entre o custo da operação em si e a qualidade do serviço a ser realizado.

O segmento de logística registrou, em 2010, o seu melhor desempenho com faturamento 60% maior do que no ano anterior. Para este ano, o governo trabalha com perspectiva de crescimento em torno de 5% e, para que isso ocorra, seriam necessários investimentos da ordem de 25% do PIB (Produto Interno Bruto) no setor.

FONTE - MUNDOLOGÍSTICA

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

ADOLFO RODOLFO - MOTORES DO SUCESSO


Motores do sucesso

"Observe os campeões; aprender com eles e compartilhar o que aprender."

A melhor forma de ficar motivado é olhar para um campeão. Campeões despertam o que há de melhor em nós mesmos. Eles nos inspiram a nos tornarmos vencedores. Por isso, observe-os, aja como eles e se torne um deles.

Você pode usar a roda do modo como ela foi inventada ou tentar inventá-la novamente com outro formato. O que lhe parece mais coerente? O que lhe parece mais prático e eficiente?

Por isso, observar os campeões é uma das formas mais eficazes de se aprender como se chega ao sucesso. Eles sabem o que funciona porque já chegaram lá.

Use as fórmulas dos campeões para moldar sua vida. Coloque em sua atitude sua personalidade e acredite no sucesso.

Tudo aquilo em que acreditar vai funcionar para você. Quando você olha para um campeão e vê nele a prova vida de que o método dele funciona, isso aumenta sua crença naquele método. Portanto, ao analisar o comportamento dos campeões e empregá-lo em sua vida também, além de desvendar o caminho das pedras você adquirirá confiança no que estiver fazendo.

Entretanto depois disso tudo, compartilhe com os outros esse magnífico aprendizado. O universo conspira a favor daqueles que não demonstram egoísmo.

O grande segredo para se obter o sucesso no trabalho é compartilhar aquilo que sabemos com nossos parceiros. Dessa forma, duplicaremos tremendamente todas as chances de prosperidade em nossa vida, pois uma atitude altruísta nos abre as portas para o sucesso.

Por isso, tenha a coragem e a visão de um campeão, aprendendo sempre e compartilhando com os outros tudo aquilo que funcionar em sua vida.

(do livro: a viagem ao sucesso – Lições do vendedor que ficou milionário - Pedro Cardoso)

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

MOVIMAT 2001 - FEIRA DE INTRALOGÍSTICA


A MOVIMAT – Feira de INTRALOGÍSTICA - Embalagem, Movimentação, Armazenagem, e Tecnologia da Informação e Serviços é a maior feira de negócios do setor na América do Sul e é realizada desde 1981.
É uma feira de negócios especializada que, anualmente, apresenta os últimos avanços e tendências da tecnologia no setor logístico.

Reúne mais de duas centenas de expositores – tradicionalmente, fabricantes e distribuidores de veículos industriais e seus acessórios e peças, rodas, baterias, estruturas porta-paletes, equipamentos de elevação, pontos rolantes, talhas, transportadores contínuos, paletes, embalagens, acessórios, software,hardware e serviços de operação logística .

É um evento já consolidado no calendário internacional de feiras e em 2010 reuniu 28 mil visitantes.

De acordo com Eduardo Banzato, diretor da MOVIMAT, “oportunidade de negócios, relacionamento e aprendizado são benefícios que os visitantes podem obter na feira”.

A MOVIMAT é considerada a maior feira de negócios em intralogística da América do Sul. Em sua 26ª edição, reunirá mais de 200 expositores – desde fabricantes e distribuidores de veículos industriais, acessórios e peças, passando pelas estruturas porta-paletes, equipamentos de elevação, transportadores contínuos, embalagens, além de soluções em tecnologia da informação e serviços. Mais de 20 mil visitantes são esperados nos quatro dias de exposição

A 26ª MOVIMAT, que acontecerá entre os dias 2 e 5 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo, apresentará as principais novidades do setor de movimentação, armazenagem, embalagem, tecnologia e serviços voltados à intralogística.

FONTE - MOVIMAT

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

MANITOWOC INAUGURA FÁBRICA EM ABRIL DE 2012


A indústria de guindastes Manitowoc fechou acordo com a construtora paulista Semco para a instalação de sua fábrica em Passo Fundo (RS) até o dia 25 de março de 2012. Esta foi a data estabelecida para a conclusão das obras, a instalação dos equipamentos e a conclusão dos projetos elétricos e hidráulicos, para que a unidade industrial inicie as operações em abril, com duas linhas de produção.

Orçada em R$ 70 milhões, financiados pelo Badesul, a obra terá sua etapa estrutural concluída até dezembro, segundo a previsão do engenheiro civil Júlio César Salvador, diretor da Semco. Ele explica que, apesar dos atrasos decorrentes das intempéries e da demora na liberação das licenças, 40 pessoas trabalharão em um único turno. "A menos, claro, que tenhamos mais chuva e seja necessário intensificar o ritmo de trabalho para cumprir o prazo", afirmou.

A data limite foi estipulada durante reunião que precedeu a primeira visita da imprensa brasileira ao canteiro de obras. Na ocasião, o diretor-presidente da Manitowoc no País, Mauro Nunes da Silva, detalhou o projeto, que prevê a produção inicial de duas unidades/dia, sendo um guindaste tipo RT (para terrenos irregulares) e um guindaste de torre. As projeções da empresa são de um faturamento de R$ 400 milhões/ano.

A fábrica deverá gerar 80 empregos diretos, atingindo a marca de 340 funcionários no prazo de quatro anos. "Já estamos contratando os engenheiros e, no início do ano que vem, passaremos a contratar o pessoal de fábrica. Por incrível que pareça, a dificuldade que estamos encontrando não é a qualificação técnica, mas a fluência em inglês", observou o diretor.

Silva projeta que, com a busca de profissionais em outras regiões do estado e a qualificação (que está sendo formatada em parcerias com a Universidade de Passo Fundo, UPF e Senai) as vagas de todos os níveis serão preenchidas sem comprometer a produção, que, segundo o diretor, deverá representar mudança no mercado brasileiro. "A simples transferência da produção para o Brasil, com a redução do frete marítimo, do seguro e dos impostos de importação, já significa uma redução no preço final dos produtos de 25% a 30%. Mas a proposta é criar guindastes e gruas voltados especificamente para os mercados brasileiros e latino-americanos", afirmou Silva. Segundo ele, os preços atuais variam entre US$ 100 mil e US$ 1 milhão e estão diretamente ligados à cotação do aço.

A produção local deve substituir a importação de guindastes e abastecer países da América Latina. A expectativa é que 25% das unidades montadas na cidade sejam destinadas para países como Argentina, Uruguai, Paraguai, Venezuela, Colômbia e Peru, com destaque para o mercado chileno de mineração. No país, a produção de gruas e guindastes será destinada a empresas de grande porte, como Petrobras, Vale, Usiminas, Odebrecht, Queiroz Galvão e locadoras de equipamentos, além da construção civil.

Segundo Lawrence Weyers, vice-presidente executivo para as Américas, o continente americano consome 45% da produção mundial da empresa e, deste total, mais de um terço é vendido no Brasil. "A produção e a venda nos Estados Unidos e no Canadá são muito grandes. Na América Latina, o Brasil e o México rivalizam como maiores mercados, mas, pela proximidade, temos apenas um escritório comercial em Monterrey", disse.

Esta será a primeira indústria da Manitowoc na América Latina. Nos primeiros anos, a indústria, que funciona como uma montadora, deve operar com seis sistemistas e utilizará, basicamente, peças importadas. No segundo ano de atividades, uma terceira linha de montagem deve entrar em operação. Esta linha produzirá guindastes sobre chassi de caminhão.

FONTE - REVISTA M&T

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

ASIÁTICOS INVADEM MERCADO DE MÁQUINAS


Juntas, Hyundai, Doosan, XCMG e Sany prometem investir US$ 610 milhões

Se todos os planos anunciados até agora saírem dentro dos prazos estabelecidos, quatro gigantes asiáticos da indústria de máquinas pesadas de construção vão desembarcar no Brasil nos próximos dois anos.

Juntas, as companhias sul-coreanas Hyundai e Doosan mais as chinesas Sany e Xuzhou Construction Machinery Group (XCMG) planejam aplicar o total de US$ 610 milhões na instalação de fábricas no país.

O motivo que levou essas empresas a apostar no mercado brasileiro é bem conhecido: a necessidade de o país realizar robustos investimentos em obras nos próximos anos para minimizar seu déficit habitacional, corrigir gargalos no setor de infraestrutura, explorar cada vez mais recursos minerais para atender à demanda global por commodities e, ainda, estar preparado para a realização de dois megaeventos esportivos - a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016.

A presença das máquinas desses fabricantes nos canteiros de obras espalhados pelo Brasil, contudo, já não é uma novidade. Antes mesmo de começar a produzir no país, as marcas asiáticas encontraram no mercado local as condições favoráveis - real forte e consumo crescente - para deslocar parte da produção que deixou de ter abrigo nos países desenvolvidos após a crise financeira.

Importações brasileiras já respondem por 37% das máquinas pesadas para insfraestrutura e extração mineral

Seja pela ocupação de espaços deixados pela falta de tecnologia nacional seja pelo ganho de competitividade permitido pela valorização do real e taxas de câmbio subvalorizadas em seus países de origem, as importações já suprem 36,7% do consumo brasileiro de máquinas e equipamentos usados em atividades de construção e extração mineral - entre as quais se inserem retroescavadeiras, carregadeiras, motoniveladoras e tratores de esteira, conhecidos como a linha amarela do setor de bens de capital.

Há seis anos, a fatia abocanhada pelas importações nesse setor era bem menor: preenchiam 21,4% do mercado, conforme estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

O movimento trouxe um novo ambiente de competição, no qual os fabricantes tradicionais já instalados no país - caso de Caterpillar, Case New Holland (CNH) e Komatsu - são pressionados a rever as políticas comerciais e adotar ações de marketing mais agressivas na defesa de suas posições de mercado.

Uma das conseqüências desse cenário tem sido o menor espaço para imposição de preços. Compradores de máquinas relatam que o avanço das importações ajudou a segurar o preço do produto nacional. "Os chineses forçaram uma mudança na postura da indústria brasileira de reajustar seus preços todo mês", diz Eurimilson Daniel, vice-presidente da Sobratema, associação ligada ao mercado de construção pesada, e também sócio da Escad Rental, empresa de locação de máquinas.

Mesmo sem o acesso às linhas de financiamento mais atraentes do BNDES - que exigem conteúdo nacional mínimo de 60% na fabricação desses produtos - e a incidência de alíquotas de importação de 14%, as máquinas asiáticas estão conseguindo chegar ao Brasil em condições competitivas.

A questão cambial, avaliam fontes do setor, explica apenas parcialmente essa situação porque a capacidade asiática de concorrer e abastecer mercados internacionais também está relacionada à excepcional escala de produção conquistada por seus fabricantes.

O braço de equipamentos de construção da Hyundai Heavy Industries, por exemplo, tem capacidade de fabricar 22 mil máquinas a cada ano em Ulsan, na costa leste da Coreia do Sul. Tratas-e de um volume suficiente para suprir praticamente 80% do consumo total de máquinas da linha amarela no Brasil neste ano, previsto em 27,35 mil unidades pela Sobratema.

No ano passado, as vendas de máquinas da Hyundai no Brasil mais do que triplicaram, sendo o país um dos destaques nos resultados da companhia.

O bom desempenho obtido no país levou o grupo sul-coreano a anunciar recentemente o plano de investir US$ 150 milhões na construção de uma fábrica de maquinário pesado em Itatiaia, no sul do Rio de Janeiro. A unidade, com inauguração prevista para o fim de 2012, deverá produzir cerca de 5 mil máquinas anualmente, entre escavadeiras, retroescavadeiras e carregadeiras.

Os novos investimentos no Brasil estão em linha com a renovação do estoque brasileiro de máquinas e a necessidade de atender critérios de nacionalização para tirar um melhor proveito dessa tendência. Há uma expectativa de que a população de equipamentos com menos de quatro anos de uso dobrará até 2015.

Victor Yuan, presidente no Brasil da Sany - grupo chinês que pretende erguer uma fábrica em Jacareí, interior de São Paulo - projeta que o mercado de linha amarela, somado a equipamentos para elevação e bombas de concreto, deverá crescer pelo menos 33% até 2013.

"O Brasil entrou na rota de internacionalização da Sany pelas perspectivas de grandes projetos de infraestrutura, como estradas, ferrovias, hidrelétricas, além do boom vivido pela construção civil", afirma Yuan.

Após atuar apenas como importador no Brasil, a Sany, desde janeiro, monta kits de escavadeiras e guindastes em São José dos Campos, também no interior de São Paulo. Dentro de um programa de investimentos da ordem de US$ 200 milhões, a empresa prevê para 2013 o início das operações da fábrica de Jacareí.

Além de Sany e Hyundai, já foram divulgados investimentos de US$ 200 milhões da XCMG em Pouso Alegre (Minas Gerais) e de US$ 60 milhões da Doosan em Americana

FONTE - GRANDES CONSTRUÇÕES

terça-feira, 2 de agosto de 2011

MAIS UM ACIDENTE COM GUINDASTE


Definitivamente a "MAIOR DE TODAS" não passa por uma fase de boa sorte.
Mais um acidente, com mais um de seus equipamentos: Não bastasse o acidente com desfecho fatal no mês passado em SC, com a maquina LTM 11200, desta vez o foi o guindaste de JIRAU, um treliçado de 400 Ton que não suportou a operação realizada e dobrou a lança. Melhor que desta vez não houve perda de nenhum colaborador.
Nós todos do segmento nos sentimos afetados com essa situação em sequencia e torcemos para que esta fase passe de uma vez e que a empresa volte ao seu curso normal de sucesso!!!

Boa sorte!!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

ADOLFO RODOLFO - LIMITAÇÕES


A única coisa que limita nossas conquistas é o pensamento de que não podemos conquistar. Realmente não é novidade para ninguém que as pessoas que dizem que podem, podem, e as que dizem que não podem, não podem.

Um homem diz: “Acho que sempre serei um batalhador”. Aí, ele pára de aprender, ignora as oportunidades, não trabalha até mais tarde, não economiza e não tenta porque “não adianta mesmo....”. Dito e feito! Sua profecia se torna verdadeira e ele nunca vence na vida.

Já outro homem diz: “Eu vou vencer, e farei o que for preciso para isso. Trabalharei tanto quanto for necessário; aprenderei tudo que puder e serei tão diferente quanto precisar ser. Eu posso!”. E o homem consegue!

Vale a pena lembrar que há lucros em ambos os casos. O primeiro indivíduo consegue evitar a responsabilidade. Ele sempre pode dizer: “É tudo tão difícil! Faça isso por mim”. Ele foge da oportunidade de exercitar a disciplina pessoal que geraria seu sucesso. E pode até conquistar alguma simpatia, afinal, bancar o bobo e incapaz pode ser muito proveitoso e conveniente. Já os frutos colhidos pelo segundo indivíduo são mais evidentes. Ele alcança seu objetivo. Portanto, vamos reconhecer que há vantagens em ambos os casos.

Em poucas palavras: Somos responsáveis pelas limitações que impomos a nós mesmos. Jogar fora os rótulos que colocamos em nós é o primeiro passo para ter uma vida melhor.

(texto de Andrew Matthews no livro "Seja Feliz")

sexta-feira, 29 de julho de 2011

SP INAUGURA ESTAIADA DA MARGINAL TIETÊ


Foi inaugurada nesta quarta-feira, 27, em São Paulo (SP), a Ponte Estaiada Governador Orestes Quércia, que integra a complementação do Complexo Bandeiras. A estrutura faz parte do projeto de readequação viária da “Nova Marginal Tietê”. Os trabalhos tiveram início em novembro de 2009.

Geraldo Alckmin, governador do Estado, esteve presente na inauguração e comentou que o novo empreendimento melhorará a situação do motorista que trafega na região. "É mais qualidade de vida. Hoje, o maior problema das grandes metrópoles é a mobilidade urbana e esta ponte vem exatamente trazer fluidez ao tráfego, ajudar as marginais, que são as vias mais movimentadas do nosso País, trazendo segurança e conforto para nossa população", afirmou.

A ponte – que tem 660 metros de extensão com largura de 15,2 metros – faz a conexão da Avenida do Estado à pista central da marginal. Localizada ao lado do Pavilhão do Anhembi, no sentido Castello Branco. A perspectiva é que a estrutura receba 25 mil veículos diariamente, o que provocará uma melhoria de 35% no trânsito da região.

A conclusão da ponte estava prevista para fevereiro, sendo que a utilização pelo tráfego foi adiada para abril, esta postergação aconteceu para adequar o sistema viário local. Depois destas ações, houve ainda a instalação de outros equipamentos, como gradil metálico, pintura antipichação, sistema de proteção de descargas atmosféricas e de drenagem pluvial.

Já há a projeção de ligar esta nova estaiada até a rua Sérgio Tomás, no Bom Retiro, cruzando antes a avenida Castello Branco. De acordo com o governo, o acesso está pronto, o que falta para o início da execução das obras é a liberação de recursos para os trabalhos serem licitados

FONTE - ATR BRASIL

quinta-feira, 28 de julho de 2011

MANITOWOC COMEÇA EM ABRIL DE 2012


A indústria de guindastes Manitowoc e a construtora paulista Semco, responsável pelas instalações em Passo Fundo, fecharam um acordo ontem estabelecendo o dia 25 de março de 2012 como data de entrega das obras. Até a data, estarão instalados os equipamentos e concluídos os projetos elétricos e hidráulicos. O início da operação está previsto para abril, em duas linhas de produção.

A obra, orçada em R$ 70 milhões financiados pelo Badesul, terá sua etapa estrutural concluída até dezembro, segundo a previsão do engenheiro civil Júlio César Salvador, diretor da Semco. Ele explica que, apesar dos atrasos decorrentes das intempéries e da demora na liberação das licenças, 40 pessoas trabalharão em um único turno. "A menos, claro, que tenhamos mais chuva e seja necessário intensificar o ritmo de trabalho para cumprir o prazo", afirmou.

A data limite foi estipulada durante reunião que precedeu a primeira visita da imprensa brasileira ao canteiro de obras, feita ontem. Na ocasião, o diretor-presidente da Manitowoc no País, Mauro Nunes da Silva, detalhou o projeto, que prevê a produção inicial de um guindaste para terrenos irregulares e uma grua por dia, com um faturamento de R$ 400 milhões anuais.

O número de funcionários diretos iniciará em 80 e passará, em quatro anos, para 340 pessoas. "Já estamos contratando os engenheiros e, no início do ano que vem, passaremos a contratar o pessoal de fábrica. Por incrível que pareça, a dificuldade que estamos encontrando não é a qualificação técnica, mas a fluência em inglês", observou o diretor.

Silva projeta que, com a busca de profissionais em outras regiões do Estado e a qualificação (que está sendo formatada em parcerias com a Universidade de Passo Fundo, UPF, e o Senai) as vagas de todos os níveis serão preenchidas sem comprometer a produção, que segundo o diretor deverá representar mudança no mercado brasileiro. "A simples transferência da produção para o Brasil, com a redução do frete marítimo, do seguro e dos impostos de importação, já significa uma redução no preço final dos produtos de 25% a 30%. Mas a proposta é criar guindastes e gruas voltados especificamente para os mercados brasileiros e latino-americanos", afirmou Silva. Segundo ele, os preços atuais variam entre US$ 100 mil e US$ 1 milhão e estão diretamente ligados à cotação do aço.

Produção local deve substituir importação e abastecer países da América Latina

A produção nacional da unidade da Manitowoc em Passo Fundo deverá substituir a importação de guindastes para terrenos irregulares dos Estados Unidos e de gruas da China. A expectativa é que 25% das unidades montadas na cidade sejam destinadas para países como Argentina, Uruguai, Paraguai, Venezuela, Colômbia e Peru, com destaque para o mercado chileno de mineração. No País, a produção de gruas e guindastes será destinada a empresas de grande porte, como Petrobras, Vale, Usiminas, Odebrecht, Queiroz Galvão e locadoras de equipamentos, além da construção civil.

Segundo Lawrence Weyers, vice-presidente executivo para as Américas, o continente americano é mercado para 45% da produção mundial da empresa e, deste total, mais de um terço é vendido no Brasil. "A produção e a venda nos Estados Unidos e no Canadá são muito grandes. Na América Latina, o Brasil e o México rivalizam como maiores mercados, mas pela proximidade temos apenas um escritório comercial em Monterrey", disse.

Esta será a primeira indústria da Manitowoc na América Latina. Nos primeiros anos, a indústria, que funciona como uma montadora, deve operar com seis sistemistas e utilizará, basicamente, peças importadas. No segundo ano de atividades da empresa, uma terceira linha de montagem deve entrar em operação. Esta linha produzirá guindastes que funcionarão acoplados a caminhões.

Passo Fundo, localizada no Norte do Estado, foi escolhida pela existência de um polo metal mecânico, localização geográfica e oferta de profissionais qualificados. Segundo o prefeito da cidade, Airton Dipp, o PIB do município deve chegar aos R$ 3 bilhões no ano que vem. Também o sistema de transportes do Estado deve ter um grande impacto. Por uma questão logística (e também por força de um acordo com o governo do Estado) todas as operações de importação e exportação da empresa, hoje feitas pelos portos de Vitória e do Recife, passarão a ser feitas por Rio Grande.

FONTE - SINDIPESA

segunda-feira, 25 de julho de 2011

ACIDENTE COM LTM11200 EM SANTA CATARINA


Trágico e triste este acidente que ocorreu no parque eólico em Agua Doce – SC, resultando na morte do experiente operador Raimundo de Jesus, e destruiu a primeira LTM11200 “nacionalizada” em terras catarinenses, além da Grove que foi danificada. Todos sabemos que um operador para operar uma máquina de capacidade extrema tem experiência suficiente para seguir todos os procedimentos necessários em uma movimentação e montagem.

Mas não tendo informações mais concretas sobre o ocorrido acredito que houve sim um erro não do operador, mas talvez do procedimento de montagem. Algum estudo climático ou mesmo o horário de içamento, este é muito importante na hora de içar uma hélice eólica, pois toda a região possui características distintas. A “regras” sempre é içar a hélice quando não há muita oscilação termica e logo cedo pela manha.

FONTE - BLOG DO GUINDASTE

http://blogdoguindaste.com.br/index.php/2011/07/acidente-com-a-ltm11200-da-locar

terça-feira, 19 de julho de 2011

ESTUDANTES BRASILEIROS GANHAM PRÊMIO INTERNACIONAL COM PROJETO DE GRUA


Dois estudantes do curso de Engenharia Mecatrônica da Universidade de Salvador (Unifacs) ganharam um concurso internacional de planos de negócios e o prêmio de US$ 100 mil com um projeto de uma grua automatizada para a construção civil. O projeto de Rafael Guimarães e Vinícius Cal foi apresentado em Fort Lauderdale, na Flórida (EUA), e levou a Competição Internacional de Planos de Negócios James McGuire.

Mais de 200 projetos de estudantes de várias partes do mundo participaram da competição. Os brasileiros (ambos com 23 anos), desenvolveram um guindaste de torre com um contrapeso localizado em uma das pontas que pode ser móvel e automático. A depender da necessidade e do manuseio, ele se desloca para um local mais apropriado da ponta, o que causa maior estabilidade e facilidade durante sua movimentação.

“A grua tem capacidade de carga cinco vezes maior em qualquer parte de sua ponta e oferece segurança maior para os operários”, destaca Rafael Guimarães. A dupla já patenteou o invento no Brasil, Estados Unidos e Europa, e trabalha em outro projeto para aumentar ainda mais a segurança do equipamento. A Engenharia Mecatrônica promove a união dos conhecimentos da mecânica, eletrônica e computação.

O estudante destaca que o projeto “traz mais segurança porque dá mais equilíbrio e o contrapeso se move automaticamente”. Os dois amigos pretendem usar o dinheiro do prêmio na empresa que formaram para desenvolver produtos para a engenharia civil. “Com a Copa do Mundo e as Olimpíadas, um equipamento como esse pode tornar mais segura e mais rápida as grandes construções”, destaca.

FONTE - M&T

sexta-feira, 15 de julho de 2011

PRIMEIRO PARQUE EÓLICO OFFSHORE


O parque está situado a 45 km da costa da ilha de Borkum, no Mar do Norte. A remessa consistia de doze conjuntos de pás de rotor, carregado em Eemshaven em Groningen, Holanda. As lâminas foram transportados para o cais em SPMTs Scheuerle.

Sediada na Holanda Wagenborg especialista em transporte utilizado de 20 linhas de eixo SPMTs Scheuerle para o transporte de completo estrelas rotor. Esses pré-montadas unidades estrela rotor com diâmetro de rotor de entre 116 e 118 m, com cada um pesando cerca de 150 toneladas.

À medida que o barco não poderia ser posicionado exatamente contra o cais, a carga teve que estender um pouco sobre a plataforma do SPMT enquanto colocado em um dispositivo especialmente projetado. Além disso, era necessário manobrar a vários metros SPMTs sobre a borda do cais, para que duas linhas de eixo - incluindo o dispositivo especial - foram suspensas sobre a água. Só então foi possível para o guindaste de bordo para pegar a carga. A fim de equilibrar a carga do centro de gravidade, o SMPTs teve que ser carregado, adicionalmente, com contrapesos.

Conjuntos de veículos numerosos foram configurados para o transporte de naceles de motores offshore que foram movimentadas no eletronicamente direccionais InterCombi SPE ou SPMTs. O design modular destes sistemas de transporte permitiu a unidades de veículo para ser acoplado uns com os outros usando uma ampla gama de opções.

CEE é uma rede global para os proprietários de carga equipamentos como caminhões, operadores de guindaste, operadores de rebocadores e barcaças, estivadores e empacotadores de exportação, operadores portuários e de carga aérea proprietários equipamentos de manuseio e da indústria de apoio, servindo a indústria de cargas pesadas e volumosas.

FONTE - HEAVY LIFT

domingo, 10 de julho de 2011

AV. WASHINGTTON LUÍS É TOTALMENTE LIBERADA


Foi liberada, por volta das 10h, a pista sentido bairro da Avenida Washington Luís, na zona sul de São Paulo, que ainda permanecia interditada, após a retirada da carreta que tombou no último sábado (2).
O transbordo da carga, um transformador de 190 toneladas, foi feito ontem e a carreta foi removida. Na manhã deste domingo, os técnicos terminavam de desmontar os equipamentos utilizados e o tráfego foi liberado na via nos dois sentidos. Por volta das 11h, apenas a alça de acesso para a Avenida Professor Vicente Rao, estava bloqueada.
De acordo com a CET, ela também deve ser liberada até o meio dia.
A operação mobilizou 200 agentes de tráfego e 130 veículos, incluindo guinchos e motos.
A carreta saiu de Guarulhos (Grande SP) e ia para o porto de Santos, de onde o transformador seria exportado para o Egito.

A CET diz que, nos últimos dois meses, seis carretas da transportadora Tomé fizeram o trajeto. Segundo Antonio Prestes, chefe do departamento de transportes da CET, é o melhor percurso para as megacarretas.

Ele diz que não é possível desviar --indo, por exemplo, pela Jacu-Pêssego e o Rodoanel--, porque para isso teria que passar por vias com pontes e passarelas mais baixas do que a altura do veículo.

FONTE - FOLHA.COM

quarta-feira, 6 de julho de 2011

OPERAÇÃO DE GENTE GRANDE


Criatividade. Essa foi a palavra usada para definir uma operação de transporte de três peças, com peso de até 168 toneladas, realizada pela Megatranz Transportes em São Paulo, especializada nesse tipo de operação.
O desafio, nesse caso, estava na altura das peças: Cerca de 8 m -- maior que grande parte dos viadutos e passarelas presentes nas rodovias brasileiras. Para resolver esse impasse optou-se pela transposição de viadutos, com o içamento da carga.

A Megatranz Transportes concluiu com sucesso seis operações de transposição de viadutos, na Rodovia D. Pedro, com utilização de quatro guindastes. Além do viaduto no Km 15, as peças também foram içadas por cima do viaduto do Km 47.

A transposição das peças foi mais uma etapa importante nessa operação, que teve início no porto de Tarragona (Espanha). Além do transporte marítimo e rodoviário das peças, descarregadas no porto de São Sebastião (SP), a Megatranz foi responsável pela realização de obras civis de infraestrutura, tais como a abertura de estradas e desvios por fazendas da região.

Além da transposição, a empresa realizou o levantamento de uma passarela, que ficava na altura do km 67 da D. Pedro.

As peças transportadas são módulos CCR (Catalyst Continue Regenerator) e tinham como destino final a Refinaria de Paulínia – REPLAN, em Paulínia (SP). Ao todo, são três módulos, que pesam de 110 a 168 toneladas e têm como finalidade melhorar a qualidade do combustível produzido na refinaria e diminuir a necessidade de paralisação da usina para manutenção dos equipamentos.

Para o transporte das peças, a Megatranz utilizou seis cavalos mecânicos e três carretas, cada uma com 16 eixos fila simples. Os içamentos foram realizados com quatro guindastes, sendo dois com capacidade de 500 toneladas; um com capacidade de 300 toneladas e outro com capacidade de 250 toneladas.

FONTE - GLOBAL ON LINE

terça-feira, 5 de julho de 2011

ADOLFO RODOLFO - DO PUXA-SACO AO PROATIVO


COMO A LIDERANÇA DEVE LIDAR COM OS DIFERENTES TIPOS DE LIDERADO?

Motivar, chamar a atenção, garantir resultados. Estes são só alguns dos atributos da liderança que também tem como um dos principais desafios lidar com os diferentes tipos de profissionais.

De acordo com a headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Emmanuele Spaine, independentemente do tipo do profissional, o diálogo deve basear a relação entre líder e liderados.

O diretor executivo da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marshal Raffa, concorda e lembra que todos os perfis têm lados positivos e negativos, cabendo ao líder tentar estimular o melhor de cada um.

Perfis
Do puxa-saco ao proativo, os especialistas consultados pelo portal InfoMoney dão dicas sobre como a liderança pode trabalhar com os perfis mais comuns.

Puxa-saco: clássico nas empresas, o puxa-saco concorda com tudo que é proposto pelo líder e tenta o tempo todo se promover. Dessa forma, dizem os especialistas, ele acaba sendo desvalorizado por colegas e pela liderança.
Ao líder, cabe mostrar que esse comportamento não é o ideal, deixando claro que a pessoa não irá obter benefícios com ele. É ainda necessário salientar que o profissional precisa trazer novas ideias.

Injustiçado: na maior parte das vezes, trata-se de um profissional que está há mais tempo na empresa e que acredita que merecia uma promoção ou um aumento salarial. Como isso não ocorre, ele tende a se sentir desvalorizado.
Com profissionais nesta situação, o líder deve conversar e apresentar perspectivas de crescimento, não deixando de apontar quais os caminhos que a pessoa deve percorrer para chegar lá. Em outras palavras, o que é esperado do profissional.

Apático: segundo os especialistas, o profissional apático merece atenção redobrada da liderança. Isso porque, muitas vezes, a apatia pode ser confundida com insegurança ou mesmo se tratar de um caso de introversão.
Para tirar a dúvida, o líder deve observar cuidadosamente se a pessoa traz ou não resultados para a empresa. Em caso positivo, ele deve mudar a forma de agir com o profissional, tentando trazê-lo para mais perto. Se for avaliado realmente como apático, a saída é investir por um tempo na motivação do profissional.

Dependente: o profissional dependente sempre aguarda as resoluções dos parceiros, pares ou da liderança, o que demonstra uma grande dose de insegurança.
Primeiramente, o líder deve tentar investigar os motivos que deixam o profissional inseguro e tentar desenvolver nele as características de liderança. Isso porque, dizem, tais profissionais devem aprender a deixar de ser coadjuvantes para assumir as características de liderança em uma eventual necessidade.

Competente demais para a função: para os especialistas, essa é uma característica da geração Y. Entretanto, profissionais mais experientes que, por algum motivo, tiveram de assumir cargos com menor responsabilidade do que o que exerciam anteriormente também são acometidos por este sentimento.
Assim, para que este profissional não se desmotive e deixe de entregar resultados, o líder deve apresentar a ele um plano de carreira.

Quer o lugar do chefe: ao contrário do que se possa imaginar, profissionais que demonstram querer o lugar do chefe não são mal vistos pelas empresas, desde que, é claro, essa disputa não seja de forma desleal.
Se for de maneira saudável, dizem, é excelente para o líder, pois alavanca a carreira dele, servindo como um propulsor para o chefe, que pode ocupar posições mais altas.
Dessa forma, o líder deve valorizar este profissional, dando sempre feedbacks e trabalhando os pontos negativos.

Proativo: valorizado nas empresas, o proativo é aquele que sempre está a frente dos outros e dá ótimos resultados.

FONTE - ADMINISTRADORES.COM.BR

segunda-feira, 4 de julho de 2011

ACIDENTE COM CARRETA GIGANTE


Mais de dois dias após uma carreta gigante bater em um poste na Avenida Washington Luís, na Zona Sul de São Paulo, o veículo permanecia bloqueando uma faixa da pista sentido bairro por volta das 6h30 desta segunda-feira (4). Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), os trabalhos para a remoção devem terminar ainda durante a manhã.

O trânsito na região era intenso no início da manhã, mas sem pontos de parada, ainda de acordo com a CET. A companhia recomenda que os motoristas evitem circular pela Avenida Washington Luís no ponto onde está a carreta.

Na madrugada de sábado (2), a carreta transportava um transformador com cerca de 600 toneladas quando colidiu no poste e subiu na calçada. Ninguém ficou ferido no acidente ocorrido na altura da Avenida Vicente Rao. A fiação elétrica foi atingida. A Eletropaulo, responsável pelo fornecimento de eletricidade em São Paulo, informou que a energia só será totalmente restabelecida quando a carreta for retirada.

Cerca de vinte funcionários trabalharam durante toda a madrugada desta segunda, enfrentando o frio e a garoa para retirar o transformador. A empresa responsável pelo transporte da peça já descartou falha humana no acidente, mas uma perícia no equipamento vai tentar descobrir que problema mecânico fez a supercarreta perder o controle no início da madrugada de sábado.

O prazo inicial da empresa responsável pelo transporte e da CET era no sábado mesmo. Depois, a previsão mudou para o domingo, mas no meio da tarde a data mudou mais uma vez, agora para a manhã desta segunda. O transformador saiu de Guarulhos, na Grande São Paulo, e seguia para o porto de Santos para embarcar para o Egito. Mas caiu no terreno de um buffet infantil.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) faz um trabalho de orientação no local e oferece cinco alternativas de rota para quem circula pela região:

1. Avenida Dória - Avenida Rubens Gomes de Sousa - Praça Antonio Simões Ladeira - Avenida Professor Vicente Rao, sentido Diadema - Praça Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Viaduto Washington Luís

2. Viaduto Deputado Luís Eduardo Magalhães - Avenida Jornalista Roberto Marinho, sentido marginal - Rua Cristóvão Pereira - Rua Xavier Gouvêia - Rua Vicente Leporace - Praça Antonio Simões Ladeira - Avenida Professor Vicente Rao, sentido Diadema - Praça Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Viaduto Washington Luís

3. Viaduto Deputado Luís Eduardo Magalhães - Avenida Jornalista Roberto Marinho, sentido marginal - Rua Vicente Leporace - Rua Xavier Gouvêia - Rua Vicente Leporace - Praça Antonio Simões Ladeira - Avenida Professor Vicente Rao, sentido Diadema - Praça Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Viaduto Washington Luís

4. Viaduto Deputado Luís Eduardo Magalhães - Rua República do Iraque - Rua Xavier Gouvêia - Rua - Rua Vicente Leporace - Praça Antonio Simões Ladeira - Avenida Professor Vicente Rao, sentido Diadema - Praça Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Viaduto Washington Luís

5. Avenida Washington Luís - Avenida Jornalista Roberto Marinho, sentido aeroporto - Rua Lino de Moraes Leme, Avenida Santa Catarina - Rua Palestina - Avenida Professor Vicente Rao, sentido Diadema - Praça Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Viaduto Washington Luís

FONTE - G1

sexta-feira, 1 de julho de 2011

NO PORTO DE URUGUAIANA, CAMINHONEIRO PRECISA PEGAR SENHA


De Uruguaiana e Paso de Los Libres - Sem a integração do trabalho das autoridades brasileiras e argentinas no desembaraço das exportações do Brasil em Paso de Los Libres, o porto seco de Uruguaiana se aproxima do esgotamento da capacidade. Segundo Flávio Renato Evaristo, gerente da Eadi Sul, concessionária do grupo EcoRodovias que administra a unidade aduaneira desde 2003, o local, que pode receber 180 mil caminhões por ano, deve fechar 2011 com movimento de 170 mil veículos.

A situação ameaça provocar dificuldades adicionais para os importadores e exportadores brasileiros que negociam com Argentina, Chile e Uruguai e precisam passar por Uruguaiana. O porto seco recebe de 600 a 800 caminhões por dia, mas em momentos de maior movimento, como ocorre às segundas-feiras, filas se formam do lado de fora do terminal e a administração precisa distribuir entre 30 e 70 senhas para agendar o atendimento, explica Evaristo.

Uruguaiana tem espaço para 600 caminhões, mas pode acomodar até 870 usando os corredores entre as vagas, diz o executivo. Cerca de 70% dos veículos estacionados transportam produtos importados, porque a liberação das mercadorias que entram no Brasil é mais demorada. Mesmo assim, como 30% das cargas paradas são para exportação, a integração no lado argentino abrirá espaço para o porto brasileiro aumentar em mais de 40% a capacidade de atendimento às importações.

Para o delegado da Receita Federal em Uruguaiana, Jorge Luiz Hergessel, é importante que a ampliação do Complexo Terminal de Cargas (Cotecar), em Libres, esteja pronta para receber os fiscais brasileiros no início de 2012. Segundo ele, do total de R$ 1,1 bilhão em impostos federais arrecadados na cidade no ano passado, R$ 950 milhões foram gerados pelas operações de importação no porto seco.

Uruguaiana também enfrenta a concorrência de outros portos secos nas fronteiras, diz Evaristo. "Há uma tendência de maior distribuição das cargas", comenta. No ano passado, o terminal local recebeu 162,4 mil caminhões (62% destinados à exportação), que transportaram US$ 9,2 bilhões em cargas, com altas de 16,5% e 34,6% sobre 2009, respectivamente.

Na divisa entre São Borja e Santo Tomé, onde a integração operacional está mais avançada, o crescimento foi de 39,5%, para 88,4 mil veículos, segundo a Associação Brasileira de Transportadores Internacionais (ABTI).

De acordo com o gerente, só neste ano a Eadi Sul planeja investir R$ 1,4 milhão em melhorias operacionais, das instalações e da segurança do terminal rodoviário. Segundo ele, desde o início de 2010 o tempo médio para o desembaraço das exportações caiu de sete horas para menos de cinco horas. No caso das importações, 70% dos caminhões eram liberados em mais de 48 horas e hoje esse percentual caiu para 57%.

"O atendimento da Receita Federal melhorou, assim como o trabalho dos despachantes e dos transportadores", explica. O terminal, que opera de segunda à sexta-feira das 8h às 21h e aos sábados, das 8h às 14h, cobra diárias de R$ 16 a cada seis horas de permanência do caminhão. Para armazenagem, a tarifa é de R$ 4,73 por metro cúbico ou 0,11% sobre o valor da mercadoria com seguro e frete, o que for maior. Os valores foram estabelecidos na licitação da Receita Federal, vencida pela concessionária.

FONTE: Valor Econômico - SP

terça-feira, 28 de junho de 2011

PEDÁGIOS AUMENTAM A PARTIR DE JULHO EM SÃO PAULO


O feriado prolongado de Corpus Christi será o último em que os motoristas de São Paulo pagarão o atual valor nas praças de pedágio do Estado de São Paulo. A tarifa sobe no dia 1.º e o reajuste, em alguns casos, deve chegar a 9,77%, segundo cálculos feitos por empresários do setor. Diferentemente do ano passado, os valores serão arredondados de R$ 0,10 em R$ 0,10.

O aumento obedece aos índices dos contratos de concessão assinados com o governo do Estado. Os mais antigos, dos anos 1990, são corrigidos pelo IGP-M - Índice Geral de Preços do Mercado, da Fundação Getúlio Vargas. É o caso da Castelo Branco e dos Sistemas Anchieta-Imigrantes e Anhanguera-Bandeirantes, que ligam a capital ao interior do Estado e ao litoral.

Já para as rodovias que tiveram os contratos assinados tendo como fator de correção o IPCA - Índice de Preços ao Consumidor Amplo, um indicador mensal de preços do varejo do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o reajuste chegará a 6,55%. Nesse caso estão incluídas rodovias importantes, como a Dom Pedro, a Carvalho Pinto, a Raposo e o Rodoanel.

O cálculo final do valor do pedágio de cada praça, no entanto, não é feito apenas aplicando o índice de reajuste ao valor vigente. A Artesp - Agência Reguladora dos Serviços de Transportes de São Paulo ainda faz as contas levando em consideração também o tipo de pista e a extensão percorrida. O arredondamento é definido pelo governo do Estado - no ano passado, foi de R$ 0,05 em R$ 0,05.

Os reajustes neste ano vão na contramão do que se viu em julho do ano passado, quando o IPCA foi maior do que o IGP-M. O que o governo paulista quer é que, por meio de uma negociação, se chegue a unificar o índice para o IPCA, que é menos sujeito a fatores externos, como as commodities, que subiram muito desde o segundo semestre do ano passado.

FONTE: O Estado de São Paulo - SP

segunda-feira, 27 de junho de 2011

ADOLFO RODOLFO - DELEGAR TAREFAS NÃO É SIMPLESMENTE PASSAR A BOLA


A grande maioria dos líderes reconhece que a centralização de tarefas baseada no equívoco de que podem ser onipresentes – como Deus – provoca sua ineficácia no papel que exercem ao comprometer a performance de suas equipes e de si mesmos.
É fácil defender a atitude de quem distribui adequadamente os afazeres entre seus subordinados, mas, ao mesmo tempo, também constatar como as pessoas têm dificuldades para conduzir este processo.

Os resultados provam isto.

Creio que o principal problema reside na própria compreensão conceitual. Muitos dos gestores acreditam que delegar tarefas é apenas uma forma de deixarem de lado aquilo que não é importante, isto é, conseguir se livrar de uma série de coisas que qualquer pessoa pode fazer.

Esta apreciação incorreta os leva a despejar atribuições nas mãos de quem ainda não está preparado para assumi-las e mais à frente, é claro, se deparam com uma performance aquém do liderado e a frustração de ambos. Contudo, tal atitude não pode ser intitulada como resultado da delegação e sim da "delargação".

"Delargar" (que me perdoem os gramáticos) é exatamente isso! Repassar a responsabilidade pela execução de uma tarefa para alguém que não possui experiência ou conhecimento suficiente para tal e aguardar uma boa entrega logo adiante. Afinal de contas, "delargadores" creem que delegar é simplesmente redistribuir responsabilidades, pouco importando tudo mais que precisa ser feito.

Portanto, para delegar corretamente é necessário que o líder compreenda que ele precisa reservar tempo ao liderado. Acompanhá-lo enquanto ele aprende as novas funções e ainda não está seguro para caminhar sozinho. Demonstrar-se disponível para que as pessoas tenham a liberdade de fazer as perguntas que evitarão erros tolos mais a diante.

Este processo precisa ser percebido como uma estratégia não apenas para que você consiga mais tempo em sua agenda e sim um meio para promover o amadurecimento de sua equipe de trabalho, principalmente quando combinado com empowerment.

Mas, o que o empoderamento significa exatamente? Praticar empowerment é enriquecer o cargo de alguém com responsabilidades que proporcionem o seu desenvolvimento. Destacar novas atribuições que ampliem o horizonte de percepção deste profissional e viabilizem oportunidades futuras para o mesmo na companhia sem que, a curto prazo, ele necessariamente tenha de mudar de cargo.

Contudo, tenha sempre em mente que você delega a execução da tarefa e a corresponsabilidade ao liderado, mas o encargo maior pelo resultado da tarefa ainda continuará em suas mãos. Como a um técnico de futebol que possui autonomia para escolher quem irá escalar na equipe titular, o jogador que baterá o pênalti decisivo e qual esquema tático será utilizado, são os bons resultados que o sustentarão no cargo.

Muitas pessoas que se frustram ao delegar tarefas e voltam a atuar como centralizadores por acreditarem que seus liderados são incapazes de assumir novas funções não sabem conduzir este processo corretamente. São apenas "delargadores".

Wellington Moreira - Palestrante e consultor empresarial

sexta-feira, 24 de junho de 2011

ACIDENTE: QUE FAZER COM CARGA PERIGOSA?


São Paulo ainda é o Estado campeão em índice de acidentes com transporte de produtos perigosos, segundo informações do Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental). As ocorrências, na maior parte, acontecem em razão da falta de instrução dos motoristas, por erros técnicos dos caminhões e pela ruim condição das estradas.

Na lista de substâncias nocivas à saúde humana, animal e ambiental que circulam pelas estradas brasileiras estão mais de 3.100 itens, entre eles: combustíveis – como álcool, gasolina e querose –, e produtos corrosivos - soda cáustica e ácido sulfúrico.

Obrigatoriamente, os caminhões que carregam estes componentes devem ser identificados por um painel de segurança com a sinalização indicativa de “transporte de produtos perigosos”, e com um rótulo que diz a “classe de risco do produto transportado”.

O motorista é orientado a ter sempre em mãos a ficha de emergência do produto, que contém as instruções sobre como proceder em caso de acidentes e o EPI (Equipamento de Proteção Individual). Uma ocorrência pode gerar sérios prejuízos à saúde, podendo levar até a morte. Se houver vazamento do componente transportado, além do condutor do veículo, correm riscos a população e a área ambiental, já que o produto pode contaminar a vegetação e cursos d’água, caso chegue até rios ou lagos.

Para evitar ocorrências do tipo, abaixo segue uma lista de medidas que caminhoneiros devem seguir para garantir a segurança de todos em caso de acidentes; mas acima de tudo é importante aperfeiçoar a instrução do motorista para este tipo de atividade, como propõe o curso especializado MOPP (Movimentação Operacional de Produtos Perigosos).

Acidente: o que fazer?

Em um acidente, é preciso evitar o vazamento do que está sendo transportado. Porém, se não for possível, é necessário que se providencie o recolhimento das porções vazadas. Se a quantidade do derramamento for grande, as autoridades locais e o fabricante do produto devem ser avisados. As instruções da ficha de emergência devem ser seguidas; abaixo outras informações sobre como proceder.

- Leve sempre os dispositivos de sinalização para serem utilizados em caso de acidente;
- Não fume, não acenda fósforo, não coma e não beba durante o processo de limpeza;
- Não use o telefone celular, mantenha-o longe do vazamento ou desligado;
- Sinalize e isole a área utilizando os cones, fita/corda, dispositivos de sustentação da fita/corda e as placas de advertência “Perigo / Afaste-se”;
- Estanque o produto com terra, para que não atinja rios, lagos, outras fontes de água, rodovias etc. Ser for necessário, cave uma canaleta ou levante um dique de contenção;
- Afaste curiosos;
- Não deixe o veículo sozinho.
- Recolha o material derramado para que possa ser feito o descarte em locais adequados.

FONTE - WEBTRANSPO

segunda-feira, 20 de junho de 2011

FORUM EM SP DA REVISTA MUNDO LOGÍSTICA


A revista MundoLogistica vai promover um grande evento em São Paulo em Julho deste ano.
O que você acha de melhorar as operações logísticas através da Tecnologia da Informação?

O evento tratará exatamente sobre isso, onde grandes players do mercador apresentação Casos de Sucesso de soluções de tecnologia aplicadas a logística e supply chain. E certamente, através dessas apresentações. você poderá identificar alguma oportunidade de realizar melhorias também em suas operações.
Por isso, o evento pode ser muito útil a você ou a outros colegas da sua empresa.

1. Entenda como a tecnologia da informação pode auxiliar na gestão de seus processos logísticos e na colaboração;

2. Conheça formas de otimizar e melhorar suas operações logísticas e colaboração na cadeia de suprimentos;

3. Descubra novas tecnologias aplicadas a logística e supply chain management;

O LogisTI Fórum levará aos participantes, casos de sucesso, soluções e tecnologias apresentadas por seus fornecedores, para auxiliar gestores de Logística e Supply Chain e de TI a identificarem oportunidades de melhoria em suas operações através da tecnologia da informação.

DATAS - 20 e 21 de junlho 2011

MAIORES DETALHES - http://www.mundologistica.com.br/logisti.shtml

sexta-feira, 17 de junho de 2011

ADOLFO RODOLFO - CULTIVANDO A SEMENTE DO ÊXITO


Neste artigo, falarei sobre como semear idéias de êxito e prosperidade no subconsciente de tal forma a forçá-lo a reagir de maneira favorável criando um novo destino, pleno de realizações pra você.
Em primeiro lugar, gostaria de lembrá-lo que você está sempre criando o seu caminho através de sua maneira de encarar o mundo, de acordo com as suas concepções místicas, filosóficas e religiosas. Se tudo está bem contigo, ótimo. Querendo ou não, você propiciou um terreno fértil para isso. Caso contrário, tá na hora de refazer o plantio das boas sementes que você quer ver germinar, crescer, florescer e dar bons frutos.
Saiba que criar um novo destino será algo como cultivar um novo jardim, mais belo e vigoroso no quintal da sua casa. Não dá pra simplesmente selecionar as sementes das suas flores prediletas e sair plantando no local escolhido, sem que seja feita toda uma reestruturação prévia do solo. Se você simplesmente lançar as sementes ao solo pobre, compactado e dominado por ervas daninhas, provavelmente suas flores serão sufocadas e aniquiladas. Obviamente, você precisa limpar o terreno das ervas daninhas ali presentes, revolver a terra e adicionar material fertilizante.
O mesmo cuidado se aplica às sementes do êxito: para fazê-las crescer você precisa eliminar as ervas daninhas plantadas no subconsciente, mantidas por padrões negativos.
Remova as sementes indesejáveis plantadas por ideologias limitantes inseridas no seu padrão mental e emocional. Limpe a velha energia que faz perpetuar acontecimentos desagradáveis em sua experiência de vida. Fertilize o terreno da sua imaginação, persistindo numa postura filosófica positivista, crendo que a sua vida pode e deve ser abundante, criativa e feliz.
Libere a sua mente de medos, traumas e de todas as memórias infelizes através de uma postura poderosa de sentir que você tem o poder de remodelar seu destino.

Site do Autor: www.acasadoaprendiz.com.br

quarta-feira, 15 de junho de 2011

SANY APRESENTA O MAIOR GUINDASTE SOBRE ESTEIRAS DO MUNDO


O equipamento, com capacidade de içamento de 3,6 mil toneladas, é um marco na indústria mundial de equipamentos pesados

O novo guindaste sobre esteiras da Sany Heavy Industry, o SCC86000TM, entra para a história da indústria de equipamentos como o maior do mundo graças à capacidade de içamento de cargas de 3,6 mil toneladas. Até então, o guindaste de maior capacidade no mercado mundial era de 3,2 mil toneladas.

De acordo com Xiang Wenbo, presidente mundial da Sany Heavy Industry, o SCC86000TM será utilizado, principalmente, nas usinas nucleares chinesas. Por isso, o novo equipamento é pioneiro no uso do coeficiente de risco GB3811-2008, recomendado para máquinas de içamento empregadas em usinas nucleares, além de quebrar paradigmas na concepção estrutural e nos sistemas de controle. O projeto desse super guindaste usou o que há de mais avançado em design e prototipagem digital, superando desafios como o design de estruturas não lineares e deformações.

Para esse projeto, foram investidos 100 milhões de yuan na construção de um super centro de computação, além de simulações de software para operações de içamento e testes realizados internacionalmente. Na fase de pesquisas, a Sany Heavy Industry ainda ouviu sugestões de diversos especialistas da indústria e do setor de energia nuclear.
O lançamento da Sany Heavy Industry foi apresentado no dia 29 de maio, na província de Jiangsu, com o objetivo de suprir a carência de mercado por guindastes gigantes. O anúncio também consagrou a indústria chinesa entre as principais fabricantes mundiais de guindastes. O desenvolvimento do SCC86000TM ainda rendeu à Sany Heavy Industry 30 pedidos de registro de patentes.

Guindastes sobre esteira no Brasil

De acordo com o gerente geral de vendas da linha de guindastes da Sany do Brasil, Rene Porto, é pouco provável que o SCC86000TM chegue ao País pela falta de obras demandantes desse tipo de equipamento. Segundo o executivo, a Sany do Brasil aposta nos equipamentos com capacidade de içamento entre 100 e 650 toneladas para operações em construção civil, siderurgia, mineração e petróleo e gás, parques eólicos entre outros segmentos. Nesse contexto, o destaque fica com o SCC2500C, com capacidade de içamento de cargas de 260 toneladas e que já é empregado em operações brasileiras.

FONTE - ADRIANA ROMA

terça-feira, 14 de junho de 2011

GUINDASTE RETIRA FÓSSIL DE DINOSSAURO NA BR 050


O maior fóssil de dinossauro já encontrado em Uberaba nos 20 anos de funcionamento do Centro de Pesquisas Paleontológicas Llewellyn Ivor Price foi retirado ontem de uma encosta de morro à margem da BR-050, no km 153, entre Uberaba e Uberlândia. O fêmur tem cerca de 1,40 metro de comprimento, pesa aproximadamente 100 kg e, provavelmente, seja de um titanossauro da mesma espécie do Uberabatitan, cujos primeiros fósseis foram descobertos em 2004 no mesmo trecho da rodovia. O sítio paleontológico é localizado a 80 km de Uberlândia e fica próximo ao posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF), no município de Uberaba.

Com o uso de guindaste e o apoio da PRF para fechar uma das pistas da rodovia no sentido Uberaba, a operação foi realizada com sucesso na tarde de ontem. O fêmur foi engessado para não causar danos durante o transporte e içado pelo guindaste até uma caminhonete. O bloco engessado pesava cerca de 300 kg. Esta foi a primeira vez que a equipe do centro de pesquisas de Uberaba utilizou um guindaste para ajudar na retirada de fragmentos de ossos de dinossauro.

“O fóssil será exposto no Museu de Peirópolis, ao lado da nossa réplica do Uberabatitan. É um material grande, que poderá ser tocado”, afirmou o geólogo e paleontólogo Luiz Carlos Borges Ribeiro. O pesquisador afirmou que o fragmento deverá estar em exposição em aproximadamente um mês no museu jurássico no distrito de Uberaba e os resquícios de rocha serão mantidos na peça. “Para o visitante ver o osso todo trabalhado é diferente do fóssil retirado da rocha. Será uma atração nova para o museu”, disse o coordenador do Complexo Cultural e Científico de Peirópolis, Vicente Antunes.

Uberaba notabilizou-se nacional e internacionalmente como polo de paleontologia. Dos 21 dinossauros descritos no Brasil, cinco foram encontrados no município. Isso deu à cidade o título de terra dos dinossauros no Brasil. A comunidade também abraçou a ideia. A empresa proprietária do guincho cedeu o veículo gratuitamente para o centro de pesquisa. A diária do equipamento chega a custar R$ 1,5 mil. “Já icei muita coisa, mas osso de dinossauro foi a primeira vez”, afirmou o operador de guindaste Ildeu Júnior.

Nome homenageia Uberaba e pesquisador

O fêmur retirado ontem da escarpa de um morro em Uberaba, provavelmente, pertence à espécie do Uberabatitan, que é o maior dinossauro brasileiro já descoberto até o momento. O geólogo e paleontólogo Luiz Carlos Borges Ribeiro foi o descobridor do primeiro fóssil da espécie de titanossauro achado em Uberaba.

A escavação começou em 2004 no mesmo trecho da BR-050 e os primeiros indícios do sítio paleontológico surgiram durante a obra de duplicação da rodovia. Batizado de Uberabatitan Riberoi, o nome da nova espécie de titanossauro catalogada foi uma homenagem a Uberaba e também faz referência ao sobrenome do pesquisador.

O Uberabatitan Ribeiroi é considerado o último dos dinossauros pelos paleontólogos. A extinção de praticamente 70% de todas as espécies de animais que sobreviviam no planeta ocorreu há 65 milhões de anos. Os fósseis do Uberabatitan foram encontrados nos estratos rochosos do final da Era Mesozóica, daí a constatação de a espécie ter sido uma das últimas a viver no período em que o planeta era dominado pelos dinossauros.

O titanossauro uberabense era herbívoro e o comprimento poderia chegar a 20 metros e 3,5 metros de altura. O peso estimado era de 14 toneladas. Para o paleontólogo, o fêmur de dinossauro retirado ontem seria de um indivíduo adulto e relativamente grande. “O fêmur de um Uberabatitan de 18 metros teria de 1,60 a 1,70 metro. Este que retiramos tem 1,40 m”, afirmou Ribeiro

FONTE - CORREIO DE UBERLÂNDIA

quinta-feira, 9 de junho de 2011

NOVO CURSO DE AMARRAÇÃO DE CARGAS

Nesta nova versão do curso de Amarração de Cargas Gerais e Indivisíveis, o Eng.º Mecânico Rubem Penteado de Melo, vai apresentar ao lado da legislação vigente, normas e especificações técnicas, inclusive européias, os principais conceitos técnicos tais como as forças atuantes no transporte, o cálculo das tensões, a implementação do sistema de amarração com os equipamentos permitidos e homologados(cintas sintéticas, cabos de aço e correntes), as condições mínimas dos veículos para a execução do transporte além de uma visão geral sobre a sistemática da consolidação da carga com exemplos práticos, procedimentos de segurança, inspeção entre outros.

Confira abaixo programa do curso:

> Generalidades sobre amarração de carga

> Normas e legislações específicas, nacionais e internacionais

> A responsabilidade sobre a amarração da carga: do motorista, do transportador e do embarcador

> Forças envolvidas no transporte de cargas: atrito, peso, estabilidade da carga

> Carroçaria do veículo e equipamento para fixação da carga

> Pontos de amarração nos veículos de transporte

> Dispositivos de amarração de cargas: cintas têxteis, cabos de aço, correntes, cordas sintéticas:

> Equipamentos auxiliares e acessórios

> Sistemas e tipos de amarração de carga;

> Cálculo do número de dispositivos de amarração

> Exemplos práticos, casos do dia a dia dos transportes

> Manuseio e Inspeção dos equipamentos de amarração e dos pontos de amarração no veículo.

> Requisitos para cargas específicas: transporte de rochas, de produtos siderúrgicos, de toras de madeira, de cargas indivisíveis e excedentes, etc.

Para se inscrever - http://www.guiadotrc.com.br/ESCOLADOTRC/ficha/amarracao.asp

FONTE - SINDIPESA

terça-feira, 7 de junho de 2011

GERENCIAMENTO DIMINUI ROUBOS


Transportadores têm utilizado de vários artifícios para burlar os receptores de cargas nas estradas. Uma medida tem surtido efeito para a maioria delas, é o gerenciamento de risco. A Confenar (Confederação Nacional das Revendas Ambev e das Empresas de Logística da Distribuição) anunciou que suas associadas reduziram em 47% o índice de roubos a bebidas nas estradas, após a implantação desses tipos de sistemas.

Uma estimativa da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística, de 2010, apontou que o prejuízo com extravios de cargas nas estradas brasileiras chegam a aproximadamente R$ 700 milhões por ano.

Os produtos mais visados pelos ladrões são aqueles mais fáceis de revender no mercado paralelo e de alto lucro para os receptores; entre eles estão alimentos, bebidas, tecidos, eletrônicos, pneus, medicamentos, cosméticos e cigarros, entre outros.

De acordo com a Confenar, a iniciativa do gerenciamento de risco em suas associadas envolveu o cadastro e consulta de veículos, o reforço da utilização de equipamentos rastreadores e a padronização de viagens programadas. Hoje, com 16 mil veículos na frota de distribuição de bebidas (9.200 caminhões), a associação também investiu R$ 30 milhões em seguros no último ano.

Dicas da PM

Mesmo com toda a programação e cuidados do transporte da carga sob controle, a Polícia Militar dá dicas para evitar o roubo nas estradas. Confira abaixo as sugestões.

Para a empresa transportadora:
- checar sempre a vida passada do motorista que levará a carga.
- orientar o profissional transportador quanto às medidas para evitar o crime
- criar o hábito de desenvolver contatos com a Polícia; com um bom relacionamento é mais fácil deter os meios para se comunicar mais rapidamente em caso de ocorrência.
- estimular a entrega de informações sobre a carga, em caso de roubo, até mesmo com recompensa, inclusive entre os funcionários.
- considerar o uso de sistemas de rastreamento.

Para os motoristas:
- use meios físicos de dificultar o roubo como cadeados e correntes.
- mantenha as portas do veículo, inclusive dos reboques e semirreboques, sempre travadas.
- mantenha as janelas do veículo fechadas até alcançar a rodovia, grande parte das abordagens acontece ainda dentro das cidades.
- leve sempre consigo números de identificação do veículo, placa, chassi etc.
- mantenha comunicação permanente com a empresa.
- avise em caso de suspeita.
- não fale sobre a carga pelo rádio.
- quando possível, evitar paradas até o destino final da carga.
- armazene as cargas de maior valor no fundo do baú.
- estacione apenas em lugares movimentados e de boa reputação.

- quando possível encoste a porta do baú contra uma parede.
- cuidado com veículos seguindo você ou perguntando sobre sua carga.
- fique atento para pedidos suspeitos de parada, por possíveis falsos policiais, quando você estiver cumprindo rigorosamente as regras de trânsito.

FONTE - WEBTRANSPO

segunda-feira, 6 de junho de 2011

NA ROTA DAS SUPERCARGAS


Condições precárias da malha rodoviária, limites impostos pelas concessionárias para a passagem das cargas, além do alto custo das operações e falta de conhecimento de alguns órgãos públicos. Estas são as principais dificuldades enfrentadas pelas empresas responsáveis pelo transporte de produtos superpesados, também conhecidos como cargas projeto ou produtos indivisíveis. Ao menos esta é a opinião de Bylly Washington, supervisor operacional da Irga Lupercio Torres S/A, companhia brasileira que atua há 70 anos no setor, e de outros executivos que trabalham neste nicho de mercado como Luiz Natal, diretor operacional da Transdata, transportadora de cargas complexas há três décadas.

Segundo o executivo, a maioria dos problemas do segmento está relacionada com a qualidade das estradas. “Não recebem (as estradas) a atenção necessária por parte dos organismos. Pontes e pavimentos, principalmente nas regiões Norte e Nordeste não tem sido alvo de programas de manutenção, investimentos e estradas importantes têm muitas restrições de trânsito inviabilizando o transporte de cargas superpesadas”, conclui o diretor.

João Batista Dominici, vice-presidente executivo da Sindipesa (Sindicato Nacional das Empresas de Transporte e Movimentação de Cargas Pesadas e Excepcionais), reforça a opinião dos executivos. De acordo com Dominici, há muita burocracia no Brasil para regulamentar o trajeto de tais produtos e o despreparo de grande parte dos órgãos para tratar da concessão das Autorizações Especiais de Trânsito (AET) - documento necessário para todo veículo que exceda os limites de carga impostos pela resolução 210/2006 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) - ocorre em alto grau. O vice-presidente do sindicato ainda aponta que em alguns estados, como São Paulo, as taxas e tarifas sobre essa modalidade de transporte são excessivamente caras.

Além destes fatores, o transportador de superpesados cumpre também requisitos como escolha do veículo carregador, delineamento do itinerário utilizado e programação junto a concessionárias das rodovias determinando datas e horários de trânsito a serem preenchidos. Consulta a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de cada cidade percorrida durante o percurso é outra ação essencial. A passagem de uma enorme carga pela estrada requer conhecimento antecipado dos obstáculos existentes durante o trajeto, como explica Bylly Washington. “Leva-se em consideração os aspectos geométricos e estruturais”, ressalta o supervisor operacional da Irga. Na Transdata a rotina ocorre da mesma forma.

A velocidade dos veículos transportadores de superpesados muda de acordo com o tipo de produto a ser carregado. “Ela é determinada pelas licenças especiais e depende do peso e dimensões das cargas, sendo assim para cargas superpesadas a velocidade não ultrapassa 10 km/h e quando percorrida travessia de pontes e viadutos 5 km/h”, detalha Natal. O supervisor operacional da Irga, por sua vez, afirma que na empresa a velocidade utilizada é em média de 30 a 40 kms.

Enquanto na Transdata, veículos como cavalos tratores de potência até 520 HP, linhas de eixos, pranchas rebaixadas, e equipamentos especiais como vigas e gondolas, são utilizados para o transporte dos superpesados, a Irga trabalha também com pranchas, linhas de eixo e jamantas. Segundo o diretor operacional da Transdata, os motoristas do segmento devem ter muito controle, calma e paciência. Já Washington frisa que não há curso preparatório para a área, mas é preciso à habilitação em CNH Categoria E. “O motorista vai adquirindo experiência com os outros que estão a mais tempo executando estes tipos de serviço” finaliza o supervisor operacional.

Na Transdata, a maior carga já transportada pesava 320 toneladas, o carregamento ocorreu entre as cidades de Sorocaba e Mauá, ambas localizadas no Estado de São Paulo e durou aproximadamente 20 dias. Pela Irga, as estradas do Rio Grande do Sul sentiram o peso de 243 toneladas durante o transporte de uma fracionadora levada do porto do Estado até o município de Canoas.

FONTE - O CARRETEIRO

quinta-feira, 2 de junho de 2011

VALE IMPULSIONA CARGA GERAL DE ITAQUI


O berço 103 do Porto do Itaqui tem sido a porta de entrada de diversos tipos de produtos ferroviários adquiridos pela Vale para aplicação nas operações e duplicação da EFC (Estrada de Ferro Carajás). A ferrovia é o principal projeto logístico da companhia nos últimos anos para ampliar a movimentação de minério de ferro na região Norte dos atuais 120 milhões de toneladas para 230 milhões até 2015.

Um dos exemplos dessa constante movimentação foi o descarregamento de cinco locomotivas ocorrido na segunda-feira, 23. A complexa operação foi realizada com o suporte da Pedreiras Transportes. A Vale já havia recebido outro lote com sete maquinários no mês de abril. Trilhos e alinhadores também já foram descarregados no porto para a duplicação da estrada de ferro.

A infraestrutura do porto oferece facilidades para esse tipo de operação. “Para isso, são disponibilizados trilhos ferroviários ao longo do berço para a recepção das locomotivas, que é um tipo de carga diferenciada em razão das dimensões”, explica Gustavo Lago, responsável da Emap (Empresa Maranhense de Administração Portuária).

As cinco locomotivas, cada uma com dois trucks (material rodante), pesam juntas mais de 900 toneladas. Pelo tamanho das peças foi necessária uma infraestrutura especial para a retirada da carga do navio Industrial Egret.

Esse tipo de operação não pode ser realizado durante a noite. Por isso, a primeira madrugada de atracação do navio foi utilizada para o desembarque apenas dos trucks. As locomotivas foram descarregadas durante o dia, com o uso dos guindastes de bordo especiais.

Crescimento

Desde o ano passado, a SEP (Secretaria Especial dos Portos) está investindo R$ 93 milhões na recuperação dos berços 101, 102 e 103. As obras estão favorecendo a movimentação desse tipo mercadoria que faz parte do segmento de cargas gerais.

De acordo com da administração do porto, as operações estão crescendo e um dos indicativos são as indústrias em instalação ou expansão no Maranhão, que importam pelo porto insumos ou equipamentos para as obras.

Uma dessas empresas é a própria Vale. “O aumento da carga geral deu-se, principalmente, em razão dos descarregamentos de trilhos utilizados na duplicação da EFC (Estrada de Ferro Carajás)”, explicou Rafael Sousa de Vasconcelos, responsável por gerenciar as operações na área primária do Porto de Itaqui.

No primeiro quadrimestre deste ano, o acumulado de carga geral registrou 52,1 mil toneladas, ou seja, uma diferença de 32 mil toneladas, 163% maior que as 19,81 mil toneladas movimentadas no mesmo período do ano passado.

FONTE - WEBTRANSPO

quarta-feira, 1 de junho de 2011

DIRETOR DO DNIT FALA EM INCENDIAR PRAÇAS DE PEDÁGIO


O diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot, falou em uma reunião com prefeitos em Cascavel, no Oeste do Paraná, que a melhor maneira para conseguir obras das concessionárias de estradas pode ser queimar praças de pedágio.

A declaração foi feita na sexta-feira passada, dia 27, em reunião na Associação de Municípios do Oeste do Paraná (Amop). Pagot, que é a segunda mais importante autoridade do Ministério dos Transportes, falava sobre a dificuldade dos moradores da região em conseguir a duplicação da BR-277 no trecho entre Cascavel e Medianeira - uma antiga reivindicação da população.

O diretor afirmou então que os indígenas, quando querem ser ouvidos pelo governo federal, fazem protestos e acabam muitas vezes sendo atendidos. Nesse ponto, Pagot afirmou que o jeito poderia ser pedir a troca da empresa de pedágio. Ou, então, partir para atitudes mais radicias. "Ou então tem que queimar praça de pedágio", disse aos prefeitos.

Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa do Dnit afirmou que Pagot não iria se pronunciar sobre o tema. A assessoria afirmou que as declarações do diretor-geral estavam dentro de um contexto e que não podiam ser entendidas isoladamente. A fala seria uma espécie de ironia de Pagot, tendo em vista a dificuldade da população em obter as obras que considera necessárias.

Para a direção da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) no Paraná, porém, a declaração representa uma incitação à desobediência civil. "Ficamos chocados e indignados com uma declaração deste tipo por parte de uma autoridade", afirmou João Chiminazzo Neto, diretor da ABCR no estado.

FONTE - SINDIPESA