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terça-feira, 20 de setembro de 2011

BRADO E LIBRA LOGÍSTICA FECHAM PARCERIA


A Brado Logística e a Libra Logística fecharam um contrato pioneiro no dia 30 de agosto, para transportar inicialmente 6.500 contêineres por ano, com previsão de chegar a 24 mil contêineres anuais, pela malha ferroviária.

O objetivo da parceria é oferecer um serviço mais competitivo, confiável e sustentável, com melhor custo/benefício para as importadoras e exportadoras que utilizam o complexo portuário santista, tornando-se uma opção para as empresas que, atualmente, dependem somente do transporte rodoviário.

O contrato representa um grande salto sobre o atual volume transportado pela Brado, que para atender a demanda da Libra utilizará os vagões Spine Car de 80’, adquiridos recentemente.

O modelo, especialmente desenvolvido para a empresa, tem 26 metros de comprimento e capacidade para 130 toneladas, transportando o dobro de cargas por via férrea, com estrutura para operações em dois contêineres de 40', quatro de 20' ou três de 20’, em apenas um nível.

Já foram compradas novas locomotivas que farão o trajeto ferroviário entre o Libraport, Porto Seco da Libra em Campinas, e o Libra Terminal Valongo – TEVAL, na retroárea do Porto de Santos.

“O contrato da Brado com a Libra é um marco no Brasil em questão de intermodalidade, pois mostra claramente que a solução para o congestionamento no Porto de Santos pode ser resolvido com as operações intermodais, e os vagões Spine Car de 80’ que adquirimos da AmstedMaxion, irão atender esta parceria”, afirma o presidente da Brado Logística, José Luis Demeterco.

Esta operação, além de custos competitivos, oferecerá aos importadores e exportadores, uma opção sustentável e também serviços de valor agregado importantes como armazenagem alfandegada, entrepostagem, armazém geral, pré-stacking, entre outros.

Para o diretor geral da Libra Logística, Sebastião Furquim, há boa capacidade de expansão planejada neste acordo para atender o crescimento da demanda, sendo um dos principais caminhos para a melhoria da competitividade do Porto de Santos. “Essa parceria proporciona o início de um serviço de transporte ferroviário regular, entre Campinas e a margem direita do Porto de Santos, em linha com a missão da Companhia que é oferecer o máximo em integração e flexibilidade a seus clientes em processos de comércio exterior”.

A Libra Logística utilizará os serviços da Brado para oferecer intermodalidade aos clientes, localizados no interior de São Paulo que importam e exportam pelo complexo santista, ficando responsável pelas operações, serviços de transporte rodoviário, armazenagem e desembaraço aduaneiro.

“A Brado tem grande interesse em crescer no mercado de importação e exportação da Região de Campinas e a parceria com a Libra é um grande marco para que isso aconteça. Nossas empresas possuem ativos complementares de transporte e terminais, e juntos vamos oferecer um serviço competitivo, eficiente e sustentável ao mercado, com enorme potencial de crescimento”, conclui o diretor de negócios intermodais da Brado Logística, Bruno Lino

FONTE - GLOBAL ON LINE

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

RIO TIETÊ GANHARÁ ESTALEIRO EM ARAÇATUBA


Nesta semana, a Transpetro, por meio do Promefe Hidrovias (Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro), lançou a pedra fundamental de um Estaleiro no Rio Tietê, na cidade de Araçatuba, no interior paulista. A estrutura será responsável pela construção de embarcações que irão transportar etanol pela bacia do Estado.

Com um investimento de R$ 432,3 milhões, o estaleiro já tem encomendado 80 barcaças e 20 empurradores pela transportadora de petróleo. Do montante, que será investido, aproximadamente R$ 371,3 milhões serão repassados pelo FMM (Fundo de Marinha Mercante), esta operação financeira contará com a Caixa Econômica Federal como agente repassador da entidade.

A presidente Dilma Rousseff, que participou do evento, comentou sobre da importância da iniciativa. "Estamos interiorizando a indústria naval, que só vivia nas regiões banhadas pelo mar. O que fazemos aqui é revolucionário: estamos localizando a indústria naval na beira do rio" afirmou.
Indo ao encontro do que disse a mandatária brasileira, o Promef já realizou a implantação dos estaleiros Atlântico Sul (EAS) e Promar, em Pernambuco, e Superpesa, no Rio de Janeiro. A Transpetro possui, atualmente, contrato com 41 navios para transporte de petróleo e derivados, estes acordos giram na casa de R$ 9,6 bilhões. Há ainda mais oito embarcações, para serem contratadas, com processo licitatório acontecendo.

Os navios encomendados, junto ao Estaleiro paulista, formarão 20 comboios e poderão transportar 7,6 milhões de litros cada um. As vantagens da utilização deste modal para o escoamento da produção é tanto financeira quanto ecológica. O transporte por hidrovias consome apenas 25% do combustível que o rodoviário, além de emitir 20 vezes menos gás carbônico, que o sobre rodas, para uma mesma distância e carregando a mesma quantidade de carga.

"O Promef Hidrovia terá uma frota de empurradores e barcaças de última geração. Os comboios vão contribuir para levar combustível mais barato para as novas fronteiras econômicas do Brasil e trazer o etanol de forma mais competitiva e menos poluente", afirmou, Sergio Machado, presidente da Transpetro. As encomendas serão entregues no próximo ano, sendo que devem começar a operar em 2013, a perspectiva é que quando estiverem em plena operação, em 2015, as embarcações substituirão o equivalente a 80 mil viagens de caminhões por ano.

Para viabilizar o estaleiro, que é controlado pela empresa Rio Maguari S.A. e Estre Petróleo, serão investidos R$ 40 milhões, o empreendimento deve gerar 500 empregos diretos e dois mil indiretos em Araçatuba. As encomendas da Transpetro devem abrir 400 postos de trabalhos.

FONTE - WEBTRANSPO

terça-feira, 13 de setembro de 2011

ADOLFO RODOLFO - FALTA DE TEMPO?


Um dos males da vida moderna mais reclamado pelas pessoas é a falta de tempo. Alguns eventos que ocupam mais tempo diário são: trabalho, estudo, lar, relações interpessoais – participação em redes sociais, projetos pessoais, administração de bens tangíveis... Mas será que existe realmente falta de tempo, ou o que há é falta de planejamento, preparação, criatividade e disciplina?

Por mais ocupada que uma pessoa ou profissional possa estar não lhe faltará tempo, desde que conheça e aplique um método, que permita sair da zona ocupada para a produtiva. Muitos não conseguem deixar de estar ocupados, porque mantém pontos de vista da era industrial e possuem uma mentalidade, que trabalha contra si mesmos. Alguns paradigmas que deram certo no passado – era industrial, não dão certo no presente – era da velocidade do conhecimento, inovação e tecnologia. Hoje, apesar de se ter mais coisas a fazer, é possível, usando um processo baseado na eficácia, fazer tudo aquilo que for realmente importante.

Existem questões que podem ser delegadas e outras, que somente cada um deve pessoalmente fazer. É necessário escolher uma ferramenta, aquela que convém a cada um, no sentido de facilitar a execução das tarefas diárias e cumprimento de todos os papeis (empresarial, político, profissional, pai ou mãe, relacionamento com amigos...). Pode ser uma agenda de papel ou um meio eletrônico.

As pessoas que não conseguem liderar a própria vida, certamente, não fizeram seu autoconhecimento e não sabem fazer as escolhas certas e mais importantes na vida. Deste modo, não conseguem priorizar o uso do tempo. Ficam a mercê das circunstâncias. Colocam coisas sem importância na frente daquelas que mereceriam ser mais focadas.

O processo de gestão do tempo consiste em identificar sonhos, transformar em metas e colocá-las no papel, a fim de criar o propósito mental, isto é, a vontade de persistir até alcançá-las. Isto deve ser feito a cada ano. Além disso, estabeleça metas semanais e, a cada dia, tire 5 minutos antes de começar a trabalhar, para identificar aquilo que não pode deixar de ser feito.

Albert Einstein, físico e humanista alemão, dizia: "Falta de tempo é desculpa daqueles que perdem tempo por falta de método”. Portanto, se alguém ainda não conhece o método mais completo para administrar o tempo, esse é o passo decisivo na solução do problema. Só depende de preparação e força de vontade para começar a administrar não o tempo, e sim, a própria cabeça.

Edinaldo Marques

Leia mais em: http://www.webartigos.com/articles/76191/1/Falta-de-tempo/pagina1.html#ixzz1XqVorMZe

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

SUPERCARGAS - NO CAMINHO DOS VENTOS


Com a forte expansão dos investimentos em energia limpa em todo o Brasil, a demanda pela movimentação de equipamentos para a construção de campos eólicos em diversas partes do País - principalmente nas regiões Nordeste e Sul - tem crescido e exigido expertise do transportador para carregar pás e torres gigantes

Texto Elizabete Vasconcelos
Fotos Divulgação


Equipamentos que ultrapassam 100 metros de altura e que podem colaborar com a diversificação das matrizes energéticas do País. É nesta atividade que muitas empresas de transporte de supercargas estão atuando, com a movimentação de pás e outros equipamentos necessários para a construção de campos eólicos. No Brasil, onde já existem 44 empreendimentos destinados a esta atividade, estão sendo investidos R$ 25 bilhões para se ter mais 144 novos campos de fonte de energia limpa até 2013.

Neste cenário, transportadoras como a Irga, Saraiva Equipamentos e Irmãos Shinozaki - tradicionais empresas na movimentação de cargas de projeto - estão de olho na demanda e preparando seus profissionais para suprir as necessidades do mercado. A Saraiva, por exemplo, realiza desde janeiro deste ano o transporte e montagem de 171 pás eólicas, 57 torres e 57 nacelles (parte do equipamento onde são afixadas as pás) na região Nordeste. Segundo informações da empresa, os equipamentos têm dois pontos de saída: um deles é uma unidade industrial especializada neste tipo de atividade, em Cabo de Santo Agostinho/PE; o outro é o Porto de Salvador/BA. Todas as cargas seguem, então, para a cidade de Brotas de Macaúbas/BA, onde está sendo erguido um parque eólico.


Alessandro Vivian, gerente de relacionamento da empresa, explica que estão sendo utilizadas 29 carretas extensivas, além de cinco pranchas de quatro eixos cada para o transporte destes equipamentos. Além disso, uma equipe está dedicada ao planejamento da atividade, estudando a viabilidade de cada trecho percorrido, definindo os colaboradores que participarão do serviço, além de equipamentos e operacionalização.

Já a Irga está realizando a movimentação de diversos equipamentos entre as cidades de Sorocaba/SP e Guamaré/RN, totalizando três mil quilômetros rodados com cada item. Segundo Renato Cortez, gerente técnico de transportes da empresa, uma viagem dessas pode durar até 30 dias, pois depende de diversos procedimentos como emissão de licenças ou fechamento de estradas.

Cortez explica ainda que devido às dimensões da carga, a operação é planejada com muita antecedência e envolve um amplo estudo logístico. "Meses antes do início dos transportes, são feitos desenhos em escalas dos conjuntos transportadores com as cargas, após estes desenhos técnicos inicia-se o trabalho de campo, com estudos de viabilidade geométrica e estrutural de todo o trajeto que os veículos percorrerão, desde suas origens até o local da obra. Neste estudo são analisadas todas as passagens sobre e sob pontes e viadutos, além de uma avaliação criteriosa das curvas e entroncamentos. Também são relatadas todas as adequações necessárias para a passagem dos conjuntos, tais como podas de árvores, elevação de cabeamento elétrico e telefônico, e reposicionamento de postes", detalha.

José Bento dos Santos Junior, encarregado operacional da Transportadora Irmãos Shinozaki, empresa que faz movimentações entre Sorocaba e Santos, cidades do Interior e Litoral paulista, respectivamente, ressalta ainda ser necessária uma programação com todas as concessionárias de rodovias ao longo do percurso e todos os comandos da Polícia Rodoviária.

Outro ponto importante é o tamanho do equipamento a ser transportado. Altamir Belantoni, supervisor de transportes da Wobben Windpower - empresa que atua na produção de aerogeradores para campos eólicos - destaca que a principal característica deste tipo de operação é a dimensão da carga, que em geral possui muitos excessos laterais e longitudinais. Cortez concorda e destaca que, dependendo do fabricante, apenas a pá eólica pode chegar até 50 metros de comprimento, sem contar o tamanho do cavalo-mecânico e da carreta. Com isso, muitas vezes os veículos também são específicos e desenvolvidos para cada tipo de carga. "É normal encomendarmos a fabricação de um determinado tipo de carreta (fora do padrão de mercado) somente para atender uma carga específica", explica.

Ramiro Garcia, diretor da divisão de Wind da Saraiva, destaca também que os equipamentos são peças de alto valor agregado e diante da infraestrutura bastante precária do Brasil, o transporte representa um aspecto crítico, por isso é preciso atenção em cada procedimento.

Quando o assunto é o motorista, as transportadoras são criteriosas e priorizam os procedimentos de segurança e a seleção de profissionais experientes neste tipo de operação. Por isso exigem diversos cursos, entre eles os de Direção Defensiva, MOPP (Movimentação e Operação de Produtos Perigosos), Prevenção de Acidentes e Amarração de Cargas. Além disso, boa parte das empresas, após a contratação destes profissionais, destina um período para uma capacitação específica neste tipo de transporte.

Para o carreteiro Wilson de Aquino, motorista com sete anos de profissão e três no transporte de cargas de projeto, destaca que a maior dificuldade do trabalho é na estrada. "Temos de rodar com muito cuidado. Os outros motoristas não têm consciência de que estamos com uma carga extremamente grande e que qualquer descuido pode ser muito perigoso. Dirigimos para nós e para os outros", comenta.

http://www.revistaocarreteiro.com.br/modules/revista.php?recid=1054

FONTE - O CARRETEIRO

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

INFRAESTRUTURA BRASILEIRA PREOCUPA FABRICANTES DE AEROGERADORES


Durante o Brazil Windpower, evento realizado no Rio de Janeiro, empresas fornecedoras de equipamentos eólicos afirmaram que estradas ruins e transporte deficitário atrapalha o setor. Os fabricantes de aerogeradores com fábrica no Brasil ou não, se reuniram para debater alguns gargalos do setor, como, por exemplo, o transporte de equipamentos para o parque eólico.

“Somos um sonho de consumo para empresas de guindastes e transportadoras no País. Eles sabem que podemos render grandes frutos para eles, por isso, temos que pensar muito bem na logística”, afirmou o presidente da Wobben, Pedro Vial.

Já para o gerente geral de energia da GE Energy, Jean Claude Robert, é necessário criar mecanismo que possam ajudar no melhoramento da infraestrutura, principalmente em rodovias.

Para o gerente geral da Impsa, Emilio Guinazú, o Brasil esta crescendo muito e a logística tem que acompanhar esse crescimento, senão no futuro terá problemas para suportar toda a demanda.

Já o presidente da Suzlon, Arthur Lavieri, compartilha da mesma opinião de seus colegas, entretanto, ressaltou que a própria empresa está investindo nessa área, para não perder ou deixar de entregar algum projeto. "Estamos assumindo mais riscos, mas é a única solução para um fabricante como a Suzlon, que tem muitos parques em andamento”, enfatiza.

Hoje, a companhia está entregando parques completos, com acessos, construção civil, fundações, e etc. Além disso, estão investindo em linhas de transmissão, conexões com a subestação principal, sistemas de comunicação e controle, entre outros.

http://www.revistamt.com.br/index.php?option=com_conteudo&task=viewNoticia&id=1341

FONTE - REVISTA M&T

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

SUPER CARRETAS VÃO FECHAR A BR 262


Quatro carretas têm chamado a atenção pelas rodovias onde passam. Agora, elas estão paradas em um posto da BR 262, na região serrana, aguardando a autorização do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para seguir viagem, o que provocará o fechamento temporário da estrada.

Os veículos transportam equipamentos gigantescos para destilação de óleo cru em uma refinaria no Nordeste. As estruturas são torres atmosféricas para separação de petróleo.

O comboio saiu de Ipatinga (MG) há 18 dias e no último final de semana chegou a Marechal Floriano, no Estado. Elas levaram sete dias para percorrer um trecho de 200 km.

As torres foram produzidas em Ipatinga pela Usiminas, sob encomenda da Petrobras, para a Rnest, Refinaria do Nordeste, em Ipojuca, Pernambuco.

Cada uma é fixada em um reboque com 18 eixos com oito rodas em cada eixo, que é puxado por dois cavalos projetados para transportes de carga pesada. Todo o comboio totaliza 656 rodas, sem contar os veículos de escolta.

A previsão é de que cheguem ao Porto de Vitória em mais alguns dias.

FONTE - AGAZETA

terça-feira, 6 de setembro de 2011

TECNOLOGÍSTICA ESTREIA NAS PRINCIPAIS REDES SOCIAIS


Além da integração do conteúdo do site por meio dos botões de compartilhamento das principais redes sociais da internet, o portal da Tecnologística conta agora com páginas no Twitter e Facebook.

Você pode seguir a Tecnologística no link www.twitter.com/tecnologistica e também curtir nossa página no endereço www.facebook.com/revistatecnologistica para acompanhar e compartilhar as novidades do mercado de logística, com as principais notícias diárias, a movimentação de profissionais e os lançamentos de produtos do segmento. Além disso, pode também visualizar, em nossa página no Facebook, a versão digital da revista Tecnologística.

FONTE - TECNOLOGÍSTICA

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

SANY APRESENTA LINHA DE CONCRETO NA CONCRETE SHOW


Em coletiva de imprensa Victor Yuan, presidente da Sany do Brasil e Romano Rosa, vice-presidente responsável pela área de concreto, falam de investimentos, pesquisa e tecnologia

A Sany do Brasil dá mais um passo na consolidação de suas operações. Após o início da produção de escavadeiras e de guindastes, a empresa anuncia o início da fabricação de equipamentos para bombeamento de concreto na sua planta de São José dos Campos (SP).

De acordo com Romano Rosa, vice-presidente sênior e responsável pela área de equipamentos para bombeamento de concreto da Sany do Brasil, a iniciativa de fabricar as bombas de concreto nacionalmente em regime de CKD - e em fabricação completa a partir de 2013, quando a fábrica da Sany entrar em operação na cidade de Jacareí (SP) - deve-se ao fato de que mais de 80% das bombas de concreto vendidas no Brasil são financiadas pelo Finame (Financiamento de Máquinas e Equipamentos). “Esse tipo de financiamento exige que ao menos 60% das máquinas sejam fabricadas com peças de origem brasileira. Além disso, a Sany tem se posicionado mundialmente com fábricas nos locais onde decidiu praticar a sua internacionalização, uma atitude que revela o interesse no fortalecimento da cadeia de equipamentos nessas regiões”, diz Romano.

Diversos equipamentos

Além das bombas-lança de 32 e 36 metros que passam a ser fabricadas no Brasil, a Sany ainda oferta cinco modelos com lanças de 28 m, 37 m, 40 m, 43m e 46 m. Os equipamentos são montados com peças de desgaste padronizadas, o que otimiza as operações de frotistas que desejam montar seu parque de equipamentos empregando máquinas com capacidades diferenciadas.

No rol de equipamentos para bombeamento de concreto, a fabricante ainda produzirá nacionalmente a autobomba SY5125THB9018 em 2011. As bombas rebocáveis, centrais de concreto, mastros de bombeamento e betoneiras devem entrar em produção nacional a partir de 2013. Segundo Romano Rosa, alguns produtos dessa divisão já são comercializados desde 2009, mas a produção local em CKD estabelece um novo formato de negócios. “Como a maior fabricante mundial desse tipo de máquinas, a Sany tem um know how reconhecido e que será imediatamente transferido para a subsidiária brasileira que já soma cerca de 340 colaboradores, sendo que pelo menos 20% são engenheiros altamente qualificados”, diz ele. Independente da fabricação local, a Sany do Brasil continua disponibilizando sua linha completa de máquinas para os clientes brasileiros. A subsidiária também mantém o atendimento direto, ou seja, os clientes e potenciais clientes serão atendidos diretamente pela empresa, inclusive para os serviços de pós-venda. Com uma grande produção global em suas várias plantas ao redor do mundo, a Sany traz um aprendizado sólido. O grupo fabrica, em média, 1,6 mil betoneiras, 680 bombas-lança, 550 bombas rebocáveis e 180 autobombas por mês. Com cerca de 60% de market share na China no segmento, a Sany hoje é a maior fabricante de equipamentos para concreto do mundo.

FONTE - REVISTA M&T

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

DISPOSITIVO DE SEGURANÇA PARA GUINDASTES ACIMA DE 3,85m DE ALTURA “TRAM”


O grupo neo zelandês de guindastes (New Zealand Crane Group) esta instalando um sistema anti-queda para operadores e ajudantes quando vão efetuar alguma operação sobre a lança principal

A empresa decidiu instalar este sistema em todos os guindastes acima de 80t, estes que possuem uma altura de 4m. Caso uma pessoa caia deste altura pode se machucar seriamente ou até mesmo causar a morte.

As primeiras maquinas a serem instaladas serão as Groves GMK 5170 e GMK4100, e em um futuro próximo em outras 10 unidades variadas.

O dispositivo chamado TRAM ( Travel Restraint Access Module / Modulo de acesso limitado de “viagem” ) abilita os operadores ou ajudante andarem sobre a lança principal sem rico de queda, o usuário terá a sua disposição um linha dupla movel e uma espécie de corrimão em todo o comprimento da lança principal. Os usuários deste sistema terão total mobilidade para efetuar todas as ações necessárias em uma determinada tarefa.

O corrimão gira 180 graus e tem a possibilidade de se dobrar quando não esta sendo utilizado

FONTE - GLOBO

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

PLANO NACIONAL DE LOGÍSTICA PORTUÁRIA SERÁ CONCLUÍDO ATÉ O FINAL DO ANO


O ministro dos Portos, José Leônidas Cristino, anunciou que o Plano Nacional de Logística Portuária será concluído até o final deste ano. "A partir de 2012 qualquer projeto ou iniciativa envolvendo os portos brasileiros terá que se basear neste documento", ressaltou Cristino, durante a cerimônia de abertura do Santos Export - Fórum Internacional para Expansão do Porto de Santos, no Mendes Convention Center, em Santos-SP.

"Com esse plano, não é só o governo que vai poder planejar os portos para os próximos 20, 30 anos, mas também a iniciativa privada, que passa a ter maior segurança e confiança", disse Cristino. Em sua nona edição, o evento reúne autoridades públicas e empresários do setor de infraestrutura, comércio exterior e de logística de transporte para definir diretrizes conjuntas para o desenvolvimento do maior complexo portuário da América Latina.

O ministro ressaltou, também, que os recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) destinados ao complexo portuário santista estão garantidos, afastando qualquer possibilidade de mudança orçamentária ou remanejamento. "A previsão é de que nos próximos anos o índice de cargas movimentadas no Porto de Santos seja triplicado, podendo chegar a 250 milhões de toneladas por ano. Temos que trabalhar para que esse crescimento tenha estrutura e o PAC vai garantir isso", disse.

Cristino citou alguns dos projetos que estão em andamento como a implantação das margens esquerda e direita da Avenida Perimetral, a conclusão da dragagem do canal do estuário e a derrocagem em Teffé e Itapema. "Nós utilizaremos nesta obra uma draga que foi utilizada no Canal do Panamá e que vai diminuir a previsão de término de oito para três meses", explicou.

- Sobre a Santos Export -
Em sua nona edição, o Santos Export é considerado pelo mercado o principal fórum sobre o tema no País em função do alto nível de debate que engendra e pelos especialistas que atrai. E, em 2011, além de debater as questões pontuais do cais santista, trata também de apresentar o modelo portuário chinês, tema de destaque da programação este ano. O evento promoverá ainda uma viagem internacional na qual empresários e autoridades poderão conhecer, in loco, portos da China.

Fonte: Export News

terça-feira, 23 de agosto de 2011

ADOLFO RODOLFO - O SER HUMANO SUSTENTÁVEL


O ser humano sustentável deveria ser generoso, viver para si e os demais, os que estão aqui e os que virão. O sentimento de generosidade é de fundamental importância para a vida. Ele começa no aprendizado e deságua na docência, porque ninguém pode dar o que não tem, ensinar o que não sabe. Ser generoso é ser humano, desprendido, útil. É sentir o vínculo superior que a todos deveria unir; experimentar a realidade do que o cerca. Ser um e o mundo inteiro.
O egoísmo contrapõe-se à generosidade e é expressão de um materialismo que permeia toda a cultura e se esconde sob o manto de um pseudo – progresso, justificado por teorias econômicas retrógradas onde tudo é permitido na busca do lucro e riqueza em nome da satisfação ou prazer de consumidores insaciáveis.
Equivocados conceitos têm norteado a vida do ser humano tornando-o frio, materialista, calculista. Esse egoísmo sufocante deverá ser combatido e substituído pelo desprendimento, condição das almas generosas.Ele é sinônimo de materialismo, cobiça, busca exclusiva de prazeres.Leva à insensibilidade e a uma sede infindável por riqueza e poder. O egoísta, para consumar seus objetivos, não titubeia em destruir a Natureza ou os outros seres humanos.
Nesta vida tudo tem seu tempo; se não realizarmos o que deveríamos, ele passa a pertencer a um passado que não poderá ser recuperado. A lição se reitera e determinará sua estreiteza ou amplidão.
Se este é o tempo de combater o egoísmo que persiste , deveremos fazê-lo , deixando de ter atitudes egoístas, separatistas, transformando este amor desmedido às riquezas e prazeres no desprendimento, virtude que liberta da escravidão imposta por tal defeito.
Partidos políticos, correntes ideológicas e religiões são divisionistas. Homens desunidos são domináveis; esse é o grande segredo dos déspotas, ditadores, impostores, escravizadores: manter a humanidade desunida para dominá-la.
Os homens devem estar unidos pelo sentimento e o conhecimento, o coração e a razão. E dizer não aos predicadores, aos fariseus que em sua louca ambição pretendem impor pensamentos, idéias e padrão de comportamento que beneficiem suas ânsias de poder.
Deus está em todos os corações e não é privilégio desta ou daquela religião, e nem aquele negado por ateus e agnósticos, por não ser mais que o amor que em tudo está impregnado: no filho, no pai, no sol, na Natureza eloqüente que está sempre a segredar atividade, paciência, vida e inteligência.
O ser humano sustentável defende a humanidade, pois com o homem tudo se confunde, por ser ele o mesmo Deus que traz em seu coração, e como já dito reiteradas vezes, a medida de todas as coisas.
Sustentabilidade tem a ver com permanência, evolução, educação.
O sustentável é o eterno, o durável, o permanente.

Nagib Anderáos Neto

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

FEIRA SUPERA TODAS AS EXPECTATIVAS


Um sucesso de público e de negócios. Assim pode ser definida a M&T Peças e Serviços 2011 (Feira Latino-Americana de Peças e Serviços para Equipamentos de Construção e Mineração), organizada pela Sobratema em São Paulo, entre os dias 10 e 13 de agosto último. Em sua primeira edição, o evento atraiu 25.944 visitantes, que passaram pelo Centro de Exposições Imigrantes para conferir as novidades apresentadas pelos 360 expositores, dos quais 126 provenientes de outros países.

Com o foco nas soluções em peças de reposição e serviços para máquinas de construção, como retífica, treinamento de mão de obra, manutenção em geral e locação, entre outros, o evento reuniu fabricantes de equipamentos e de componentes, bem como distribuidores, empresas de rental e toda a cadeia de assistência técnica à frota. Pelas estimativas da Sobratema, esse segmento reúne cerca de 110 mil indústrias, com um faturamento em torno de R$ 6 bilhões/ano, que atuam no suporte aos mais de 390 mil equipamentos em operação nos canteiros de obras e frentes de mineração do país (considerando-se apenas as máquinas com até 10 anos de vida útil).

Diante da crescente competitividade no mercado de máquinas pesadas, onde as diversas marcas oferecidas tendem a se nivelar em termos de qualidade e desempenho, o suporte à operação surge como um diferencial importante para a conquista do cliente. Por esse motivo, fabricantes como a Caterpillar, Liebherr, Case Construction, Hyundai, Bobcat, Doosan, JCB, Metso, Sany, XCMG, XGMA, Schwing Stetter, Liugong e Ciber, entre outros, apresentaram toda a sua estrutura de assistência ao cliente, muitos deles representados pela rede de concessionárias. O evento também registrou a presença de grandes locadoras de equipamentos e fabricantes de peças do porte de Michelin, Bosch Rexroth, Parker, Pirelli e outros.

Em comum, todos disputam a fatia de um mercado em franca expansão, impulsionado por uma carteira de investimentos de R$ 1,2 trilhão, no período entre 2010 e 2016, para a implantação de 9.550 as obras de infraestrutura programadas pelo governo (PAC 2), bem como as construções industriais e projetos relacionados à Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016. Esses números fazem parte de um levantamento realizado pela Sobratema, que, em função da demanda crescente, estima um crescimento de 10% este ano no consumo de equipamentos para construção.

Isso significa que cerca de 78 mil equipamentos novos deverão se incorporar à frota das construtoras e locadoras até o final de 2011, entre escavadeiras, tratores, motoniveladoras, caminhões basculantes, rolos compactadores e outros modelos, além das 390 mil unidades já em operação. Diante desses números, o Brasil, juntamente com a China, Índia e Rússia, já se consolidou numa posição de destaque no mercado mundial de equipamentos para construção, figurando como um dos responsáveis pela manutenção do ritmo das vendas em âmbito global.

A M&T Peças e Serviços refletiu esse cenário ao se posicionar como uma feira de negócios com abrangência em toda a América Latina. Esse caráter regional foi observado não apenas em função do perfil dos expositores – dos quais 126 internacionais – mas também dos visitantes da feira, que recebeu profissionais de todas as regiões do Brasil e dos demais países da América Latina.

Os temas debatidos no Congresso Sobratema, realizado simultaneamente à feira, também refletiram o momento vivido pelo setor. Seminários relacionados à reciclagem de resíduos da construção, à formação de mão de obra e à análise do mercado de equipamentos atraíram a atenção de profissionais do setor, pesquisadores, acadêmicos e da imprensa em geral. Organizado em conjunto com outras entidades parceiras, o Congresso atraiu 1.208 participantes a uma intensa grade de palestras e seminários.

Um dos destaques coube à apresentação da empresa Norte Energia, que detém a concessão para construção e operação da usina hidrelétrica de Belo Monte, detalhando todas as etapas de implantação do projeto. O maior projeto de geração de energia em implantação no Brasil também mereceu um salão temático de 920 m2 na feira Construction Expo 2011, realizada simultaneamente à M&T Peças e Serviços. Nessa área, os visitantes puderam travar contato com as soluções de engenharia adotadas na obra da hidrelétrica e com alguns de seus principais fornecedores.

O conceito de salão temático, aliás, marcou a organização da feira Construction Expo 2011, cujo foco foi direcionado para cinco segmentos da construção: a Hidrelétrica de Belo Monte, a Vila do Aço, os Estádios para a Copa 2014, Infraestrutura Ferroviária e Reciclagem de Resíduos da Construção. Ao final do evento, a Sobratema lançou a M&T Expo 2012, maior feira de equipamentos para construção da América Latina, que será realizada em São Paulo, entre 29 de maio e 2 de junho do próximo ano.

FONTE - REVISTA M&T

terça-feira, 16 de agosto de 2011

ROUBADO MAIS UM CONJUNTO TRANSPORTADOR DA FLECHA DE PRATA


A Transportadora Flecha de Prata informa que teve mais um conjunto transportador roubado. Desta feita na Rodovia Mogi Dutra, no dia 10/08 por volta das 17:00 horas. Confira abaixo a identificação dos veículos roubados:

Veiculo cavalo: Placa NRR 0319 - Marca VOLVO 6X2 - COR BRANCA

Veiculo Prancha: Placa NRM 7689 - Marca RODOLÍNEA - PRANCHA LAGARTIXA 04 EIXOS -

A empresa solicita a quem tenha informações sobre os veículos acima o favor de comunicar as autoridades competentes através do telefone 11-22210229, ou à empresa através do telefone 19-34291400. E-mail: jhonny.ferrazza@flechadeprata.com.br . Falar com Jhonny Ferrazza.

O veiculo estava vazio no momento do furto.

FONTE - SINDIPESA

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

SARAIVA EQUIPAMENTOS REFORÇA A EQUIPE PARA ATENDER O MERCADO DE ENERGIA EÓLICA


A Saraiva Equipamentos contrata dois executivos para fortalecer a participação da empresa no segmento de energia eólica. Ramiro Garcia chega a empresa como diretor de operações e Nivaldo Fidélis assume a gerência comercial nacional, ambos egressos do segmento de movimentação de cargas.

Os executivos chegam a empresa com duas missões: preparar a Saraiva Equipamentos para o crescimento da geração de energia eólica e conquistar as regiões Sul e Sudeste. Com atuação consolidada nos Estados do Nordeste, onde domina pelo menos 70% do mercado, a Saraiva Equipamentos busca novas fronteiras. Para 2011, a expectativa da empresa é crescer 30% na comparação com 2010.

De acordo com Fidélis, em 2011, energia eólica terá uma participação maior nos leilões de energia, o que vai aquecer o setor e torná-lo tão interessante quanto infraestrutura. A confirmação do discurso do executivo vem da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), segundo a qual a comercialização de energia eólica nos leilões nos dois últimos anos impulsionou o setor, que hoje é responsável por 1% da matriz energética brasileira. Segundo a EPE, as contratações fizeram com que a produção de energia gerada dos ventos saltasse de cerca de 30 megawatt-hora (MWh) para os atuais 1 GWh, entre 2005 e 2010.

FONTE - SINDIPESA

terça-feira, 9 de agosto de 2011

BRASIL PROJECTS REALIZA IMPORTANTE OPERAÇÃO LOGÍSTICA ENTRE MANAUS E PORTO VELHO


Trabalho foi realizado em menos de um mês. Tempo é considerado recorde para a complexidade do transporte.
A Brasil Projects, empresa de logística com capital 100% nacional, realizou recentemente mais uma delicada operação de carga que envolveu transporte e descarga de Manaus (AM) até Porto Velho (RO). No total, os especialistas da empresa cumpriram o objetivo em menos de um mês, período considerado acima da média devido à complexidade do projeto, isso sem levar em conta o tempo gasto por respeitar as leis de restrição de circulação do transporte rodoviário de cargas.

Bob Kroger, diretor comercial da Brasil Projects, explica que o navio que trouxe os transformadores da Suécia possuía dois guindastes com capacidade de 300 toneladas cada. “Tivemos que usar uma balsa especial reforçada para receber os dois transformadores que pesam aproximadamente 390 toneladas cada um”.

Mesmo com todas as precauções, a operação exigiu muita concentração e profissionalismo de toda a equipe. “Apesar da aparente robustez no transporte, a movimentação e o deslocamento dos equipamentos tiveram que ser feitos de uma forma extremamente lenta e precisa, porque qualquer impacto acima de três gramas pode danificar o equipamento”, fala Kroger.

O executivo salienta que o foco da empresa é oferecer um serviço especializado para cada tipo de transporte e ao mesmo tempo bastante competitivo. “Oferecemos as melhores práticas de logística para os nossos clientes. Somos uma das empresas que tem o melhor custo-benefício do mercado”, afirma o diretor.

Entre os projetos da Brasil Projects nos próximos meses, destacam-se a participação da companhia em obras no exterior que serão executadas pelas maiores empresas de engenharia, além da atuação em outros projetos, como parceria com importantes fabricantes de transformadores, geradores e de equipamentos de construção de turbinas. Assim, a empresa deve ter um crescimento de 10% em 2011, comparado ao ano passado.

E para atingir esse patamar, a estratégia da Brasil Projects é continuar a oferecer soluções sob medida para seus clientes com preços competitivos, procurando sempre proporcionar um equilíbrio ideal entre o custo da operação em si e a qualidade do serviço a ser realizado.

O segmento de logística registrou, em 2010, o seu melhor desempenho com faturamento 60% maior do que no ano anterior. Para este ano, o governo trabalha com perspectiva de crescimento em torno de 5% e, para que isso ocorra, seriam necessários investimentos da ordem de 25% do PIB (Produto Interno Bruto) no setor.

FONTE - MUNDOLOGÍSTICA

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

ADOLFO RODOLFO - MOTORES DO SUCESSO


Motores do sucesso

"Observe os campeões; aprender com eles e compartilhar o que aprender."

A melhor forma de ficar motivado é olhar para um campeão. Campeões despertam o que há de melhor em nós mesmos. Eles nos inspiram a nos tornarmos vencedores. Por isso, observe-os, aja como eles e se torne um deles.

Você pode usar a roda do modo como ela foi inventada ou tentar inventá-la novamente com outro formato. O que lhe parece mais coerente? O que lhe parece mais prático e eficiente?

Por isso, observar os campeões é uma das formas mais eficazes de se aprender como se chega ao sucesso. Eles sabem o que funciona porque já chegaram lá.

Use as fórmulas dos campeões para moldar sua vida. Coloque em sua atitude sua personalidade e acredite no sucesso.

Tudo aquilo em que acreditar vai funcionar para você. Quando você olha para um campeão e vê nele a prova vida de que o método dele funciona, isso aumenta sua crença naquele método. Portanto, ao analisar o comportamento dos campeões e empregá-lo em sua vida também, além de desvendar o caminho das pedras você adquirirá confiança no que estiver fazendo.

Entretanto depois disso tudo, compartilhe com os outros esse magnífico aprendizado. O universo conspira a favor daqueles que não demonstram egoísmo.

O grande segredo para se obter o sucesso no trabalho é compartilhar aquilo que sabemos com nossos parceiros. Dessa forma, duplicaremos tremendamente todas as chances de prosperidade em nossa vida, pois uma atitude altruísta nos abre as portas para o sucesso.

Por isso, tenha a coragem e a visão de um campeão, aprendendo sempre e compartilhando com os outros tudo aquilo que funcionar em sua vida.

(do livro: a viagem ao sucesso – Lições do vendedor que ficou milionário - Pedro Cardoso)

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

MOVIMAT 2001 - FEIRA DE INTRALOGÍSTICA


A MOVIMAT – Feira de INTRALOGÍSTICA - Embalagem, Movimentação, Armazenagem, e Tecnologia da Informação e Serviços é a maior feira de negócios do setor na América do Sul e é realizada desde 1981.
É uma feira de negócios especializada que, anualmente, apresenta os últimos avanços e tendências da tecnologia no setor logístico.

Reúne mais de duas centenas de expositores – tradicionalmente, fabricantes e distribuidores de veículos industriais e seus acessórios e peças, rodas, baterias, estruturas porta-paletes, equipamentos de elevação, pontos rolantes, talhas, transportadores contínuos, paletes, embalagens, acessórios, software,hardware e serviços de operação logística .

É um evento já consolidado no calendário internacional de feiras e em 2010 reuniu 28 mil visitantes.

De acordo com Eduardo Banzato, diretor da MOVIMAT, “oportunidade de negócios, relacionamento e aprendizado são benefícios que os visitantes podem obter na feira”.

A MOVIMAT é considerada a maior feira de negócios em intralogística da América do Sul. Em sua 26ª edição, reunirá mais de 200 expositores – desde fabricantes e distribuidores de veículos industriais, acessórios e peças, passando pelas estruturas porta-paletes, equipamentos de elevação, transportadores contínuos, embalagens, além de soluções em tecnologia da informação e serviços. Mais de 20 mil visitantes são esperados nos quatro dias de exposição

A 26ª MOVIMAT, que acontecerá entre os dias 2 e 5 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo, apresentará as principais novidades do setor de movimentação, armazenagem, embalagem, tecnologia e serviços voltados à intralogística.

FONTE - MOVIMAT

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

MANITOWOC INAUGURA FÁBRICA EM ABRIL DE 2012


A indústria de guindastes Manitowoc fechou acordo com a construtora paulista Semco para a instalação de sua fábrica em Passo Fundo (RS) até o dia 25 de março de 2012. Esta foi a data estabelecida para a conclusão das obras, a instalação dos equipamentos e a conclusão dos projetos elétricos e hidráulicos, para que a unidade industrial inicie as operações em abril, com duas linhas de produção.

Orçada em R$ 70 milhões, financiados pelo Badesul, a obra terá sua etapa estrutural concluída até dezembro, segundo a previsão do engenheiro civil Júlio César Salvador, diretor da Semco. Ele explica que, apesar dos atrasos decorrentes das intempéries e da demora na liberação das licenças, 40 pessoas trabalharão em um único turno. "A menos, claro, que tenhamos mais chuva e seja necessário intensificar o ritmo de trabalho para cumprir o prazo", afirmou.

A data limite foi estipulada durante reunião que precedeu a primeira visita da imprensa brasileira ao canteiro de obras. Na ocasião, o diretor-presidente da Manitowoc no País, Mauro Nunes da Silva, detalhou o projeto, que prevê a produção inicial de duas unidades/dia, sendo um guindaste tipo RT (para terrenos irregulares) e um guindaste de torre. As projeções da empresa são de um faturamento de R$ 400 milhões/ano.

A fábrica deverá gerar 80 empregos diretos, atingindo a marca de 340 funcionários no prazo de quatro anos. "Já estamos contratando os engenheiros e, no início do ano que vem, passaremos a contratar o pessoal de fábrica. Por incrível que pareça, a dificuldade que estamos encontrando não é a qualificação técnica, mas a fluência em inglês", observou o diretor.

Silva projeta que, com a busca de profissionais em outras regiões do estado e a qualificação (que está sendo formatada em parcerias com a Universidade de Passo Fundo, UPF e Senai) as vagas de todos os níveis serão preenchidas sem comprometer a produção, que, segundo o diretor, deverá representar mudança no mercado brasileiro. "A simples transferência da produção para o Brasil, com a redução do frete marítimo, do seguro e dos impostos de importação, já significa uma redução no preço final dos produtos de 25% a 30%. Mas a proposta é criar guindastes e gruas voltados especificamente para os mercados brasileiros e latino-americanos", afirmou Silva. Segundo ele, os preços atuais variam entre US$ 100 mil e US$ 1 milhão e estão diretamente ligados à cotação do aço.

A produção local deve substituir a importação de guindastes e abastecer países da América Latina. A expectativa é que 25% das unidades montadas na cidade sejam destinadas para países como Argentina, Uruguai, Paraguai, Venezuela, Colômbia e Peru, com destaque para o mercado chileno de mineração. No país, a produção de gruas e guindastes será destinada a empresas de grande porte, como Petrobras, Vale, Usiminas, Odebrecht, Queiroz Galvão e locadoras de equipamentos, além da construção civil.

Segundo Lawrence Weyers, vice-presidente executivo para as Américas, o continente americano consome 45% da produção mundial da empresa e, deste total, mais de um terço é vendido no Brasil. "A produção e a venda nos Estados Unidos e no Canadá são muito grandes. Na América Latina, o Brasil e o México rivalizam como maiores mercados, mas, pela proximidade, temos apenas um escritório comercial em Monterrey", disse.

Esta será a primeira indústria da Manitowoc na América Latina. Nos primeiros anos, a indústria, que funciona como uma montadora, deve operar com seis sistemistas e utilizará, basicamente, peças importadas. No segundo ano de atividades, uma terceira linha de montagem deve entrar em operação. Esta linha produzirá guindastes sobre chassi de caminhão.

FONTE - REVISTA M&T

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

ASIÁTICOS INVADEM MERCADO DE MÁQUINAS


Juntas, Hyundai, Doosan, XCMG e Sany prometem investir US$ 610 milhões

Se todos os planos anunciados até agora saírem dentro dos prazos estabelecidos, quatro gigantes asiáticos da indústria de máquinas pesadas de construção vão desembarcar no Brasil nos próximos dois anos.

Juntas, as companhias sul-coreanas Hyundai e Doosan mais as chinesas Sany e Xuzhou Construction Machinery Group (XCMG) planejam aplicar o total de US$ 610 milhões na instalação de fábricas no país.

O motivo que levou essas empresas a apostar no mercado brasileiro é bem conhecido: a necessidade de o país realizar robustos investimentos em obras nos próximos anos para minimizar seu déficit habitacional, corrigir gargalos no setor de infraestrutura, explorar cada vez mais recursos minerais para atender à demanda global por commodities e, ainda, estar preparado para a realização de dois megaeventos esportivos - a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016.

A presença das máquinas desses fabricantes nos canteiros de obras espalhados pelo Brasil, contudo, já não é uma novidade. Antes mesmo de começar a produzir no país, as marcas asiáticas encontraram no mercado local as condições favoráveis - real forte e consumo crescente - para deslocar parte da produção que deixou de ter abrigo nos países desenvolvidos após a crise financeira.

Importações brasileiras já respondem por 37% das máquinas pesadas para insfraestrutura e extração mineral

Seja pela ocupação de espaços deixados pela falta de tecnologia nacional seja pelo ganho de competitividade permitido pela valorização do real e taxas de câmbio subvalorizadas em seus países de origem, as importações já suprem 36,7% do consumo brasileiro de máquinas e equipamentos usados em atividades de construção e extração mineral - entre as quais se inserem retroescavadeiras, carregadeiras, motoniveladoras e tratores de esteira, conhecidos como a linha amarela do setor de bens de capital.

Há seis anos, a fatia abocanhada pelas importações nesse setor era bem menor: preenchiam 21,4% do mercado, conforme estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

O movimento trouxe um novo ambiente de competição, no qual os fabricantes tradicionais já instalados no país - caso de Caterpillar, Case New Holland (CNH) e Komatsu - são pressionados a rever as políticas comerciais e adotar ações de marketing mais agressivas na defesa de suas posições de mercado.

Uma das conseqüências desse cenário tem sido o menor espaço para imposição de preços. Compradores de máquinas relatam que o avanço das importações ajudou a segurar o preço do produto nacional. "Os chineses forçaram uma mudança na postura da indústria brasileira de reajustar seus preços todo mês", diz Eurimilson Daniel, vice-presidente da Sobratema, associação ligada ao mercado de construção pesada, e também sócio da Escad Rental, empresa de locação de máquinas.

Mesmo sem o acesso às linhas de financiamento mais atraentes do BNDES - que exigem conteúdo nacional mínimo de 60% na fabricação desses produtos - e a incidência de alíquotas de importação de 14%, as máquinas asiáticas estão conseguindo chegar ao Brasil em condições competitivas.

A questão cambial, avaliam fontes do setor, explica apenas parcialmente essa situação porque a capacidade asiática de concorrer e abastecer mercados internacionais também está relacionada à excepcional escala de produção conquistada por seus fabricantes.

O braço de equipamentos de construção da Hyundai Heavy Industries, por exemplo, tem capacidade de fabricar 22 mil máquinas a cada ano em Ulsan, na costa leste da Coreia do Sul. Tratas-e de um volume suficiente para suprir praticamente 80% do consumo total de máquinas da linha amarela no Brasil neste ano, previsto em 27,35 mil unidades pela Sobratema.

No ano passado, as vendas de máquinas da Hyundai no Brasil mais do que triplicaram, sendo o país um dos destaques nos resultados da companhia.

O bom desempenho obtido no país levou o grupo sul-coreano a anunciar recentemente o plano de investir US$ 150 milhões na construção de uma fábrica de maquinário pesado em Itatiaia, no sul do Rio de Janeiro. A unidade, com inauguração prevista para o fim de 2012, deverá produzir cerca de 5 mil máquinas anualmente, entre escavadeiras, retroescavadeiras e carregadeiras.

Os novos investimentos no Brasil estão em linha com a renovação do estoque brasileiro de máquinas e a necessidade de atender critérios de nacionalização para tirar um melhor proveito dessa tendência. Há uma expectativa de que a população de equipamentos com menos de quatro anos de uso dobrará até 2015.

Victor Yuan, presidente no Brasil da Sany - grupo chinês que pretende erguer uma fábrica em Jacareí, interior de São Paulo - projeta que o mercado de linha amarela, somado a equipamentos para elevação e bombas de concreto, deverá crescer pelo menos 33% até 2013.

"O Brasil entrou na rota de internacionalização da Sany pelas perspectivas de grandes projetos de infraestrutura, como estradas, ferrovias, hidrelétricas, além do boom vivido pela construção civil", afirma Yuan.

Após atuar apenas como importador no Brasil, a Sany, desde janeiro, monta kits de escavadeiras e guindastes em São José dos Campos, também no interior de São Paulo. Dentro de um programa de investimentos da ordem de US$ 200 milhões, a empresa prevê para 2013 o início das operações da fábrica de Jacareí.

Além de Sany e Hyundai, já foram divulgados investimentos de US$ 200 milhões da XCMG em Pouso Alegre (Minas Gerais) e de US$ 60 milhões da Doosan em Americana

FONTE - GRANDES CONSTRUÇÕES

terça-feira, 2 de agosto de 2011

MAIS UM ACIDENTE COM GUINDASTE


Definitivamente a "MAIOR DE TODAS" não passa por uma fase de boa sorte.
Mais um acidente, com mais um de seus equipamentos: Não bastasse o acidente com desfecho fatal no mês passado em SC, com a maquina LTM 11200, desta vez o foi o guindaste de JIRAU, um treliçado de 400 Ton que não suportou a operação realizada e dobrou a lança. Melhor que desta vez não houve perda de nenhum colaborador.
Nós todos do segmento nos sentimos afetados com essa situação em sequencia e torcemos para que esta fase passe de uma vez e que a empresa volte ao seu curso normal de sucesso!!!

Boa sorte!!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

ADOLFO RODOLFO - LIMITAÇÕES


A única coisa que limita nossas conquistas é o pensamento de que não podemos conquistar. Realmente não é novidade para ninguém que as pessoas que dizem que podem, podem, e as que dizem que não podem, não podem.

Um homem diz: “Acho que sempre serei um batalhador”. Aí, ele pára de aprender, ignora as oportunidades, não trabalha até mais tarde, não economiza e não tenta porque “não adianta mesmo....”. Dito e feito! Sua profecia se torna verdadeira e ele nunca vence na vida.

Já outro homem diz: “Eu vou vencer, e farei o que for preciso para isso. Trabalharei tanto quanto for necessário; aprenderei tudo que puder e serei tão diferente quanto precisar ser. Eu posso!”. E o homem consegue!

Vale a pena lembrar que há lucros em ambos os casos. O primeiro indivíduo consegue evitar a responsabilidade. Ele sempre pode dizer: “É tudo tão difícil! Faça isso por mim”. Ele foge da oportunidade de exercitar a disciplina pessoal que geraria seu sucesso. E pode até conquistar alguma simpatia, afinal, bancar o bobo e incapaz pode ser muito proveitoso e conveniente. Já os frutos colhidos pelo segundo indivíduo são mais evidentes. Ele alcança seu objetivo. Portanto, vamos reconhecer que há vantagens em ambos os casos.

Em poucas palavras: Somos responsáveis pelas limitações que impomos a nós mesmos. Jogar fora os rótulos que colocamos em nós é o primeiro passo para ter uma vida melhor.

(texto de Andrew Matthews no livro "Seja Feliz")

sexta-feira, 29 de julho de 2011

SP INAUGURA ESTAIADA DA MARGINAL TIETÊ


Foi inaugurada nesta quarta-feira, 27, em São Paulo (SP), a Ponte Estaiada Governador Orestes Quércia, que integra a complementação do Complexo Bandeiras. A estrutura faz parte do projeto de readequação viária da “Nova Marginal Tietê”. Os trabalhos tiveram início em novembro de 2009.

Geraldo Alckmin, governador do Estado, esteve presente na inauguração e comentou que o novo empreendimento melhorará a situação do motorista que trafega na região. "É mais qualidade de vida. Hoje, o maior problema das grandes metrópoles é a mobilidade urbana e esta ponte vem exatamente trazer fluidez ao tráfego, ajudar as marginais, que são as vias mais movimentadas do nosso País, trazendo segurança e conforto para nossa população", afirmou.

A ponte – que tem 660 metros de extensão com largura de 15,2 metros – faz a conexão da Avenida do Estado à pista central da marginal. Localizada ao lado do Pavilhão do Anhembi, no sentido Castello Branco. A perspectiva é que a estrutura receba 25 mil veículos diariamente, o que provocará uma melhoria de 35% no trânsito da região.

A conclusão da ponte estava prevista para fevereiro, sendo que a utilização pelo tráfego foi adiada para abril, esta postergação aconteceu para adequar o sistema viário local. Depois destas ações, houve ainda a instalação de outros equipamentos, como gradil metálico, pintura antipichação, sistema de proteção de descargas atmosféricas e de drenagem pluvial.

Já há a projeção de ligar esta nova estaiada até a rua Sérgio Tomás, no Bom Retiro, cruzando antes a avenida Castello Branco. De acordo com o governo, o acesso está pronto, o que falta para o início da execução das obras é a liberação de recursos para os trabalhos serem licitados

FONTE - ATR BRASIL

quinta-feira, 28 de julho de 2011

MANITOWOC COMEÇA EM ABRIL DE 2012


A indústria de guindastes Manitowoc e a construtora paulista Semco, responsável pelas instalações em Passo Fundo, fecharam um acordo ontem estabelecendo o dia 25 de março de 2012 como data de entrega das obras. Até a data, estarão instalados os equipamentos e concluídos os projetos elétricos e hidráulicos. O início da operação está previsto para abril, em duas linhas de produção.

A obra, orçada em R$ 70 milhões financiados pelo Badesul, terá sua etapa estrutural concluída até dezembro, segundo a previsão do engenheiro civil Júlio César Salvador, diretor da Semco. Ele explica que, apesar dos atrasos decorrentes das intempéries e da demora na liberação das licenças, 40 pessoas trabalharão em um único turno. "A menos, claro, que tenhamos mais chuva e seja necessário intensificar o ritmo de trabalho para cumprir o prazo", afirmou.

A data limite foi estipulada durante reunião que precedeu a primeira visita da imprensa brasileira ao canteiro de obras, feita ontem. Na ocasião, o diretor-presidente da Manitowoc no País, Mauro Nunes da Silva, detalhou o projeto, que prevê a produção inicial de um guindaste para terrenos irregulares e uma grua por dia, com um faturamento de R$ 400 milhões anuais.

O número de funcionários diretos iniciará em 80 e passará, em quatro anos, para 340 pessoas. "Já estamos contratando os engenheiros e, no início do ano que vem, passaremos a contratar o pessoal de fábrica. Por incrível que pareça, a dificuldade que estamos encontrando não é a qualificação técnica, mas a fluência em inglês", observou o diretor.

Silva projeta que, com a busca de profissionais em outras regiões do Estado e a qualificação (que está sendo formatada em parcerias com a Universidade de Passo Fundo, UPF, e o Senai) as vagas de todos os níveis serão preenchidas sem comprometer a produção, que segundo o diretor deverá representar mudança no mercado brasileiro. "A simples transferência da produção para o Brasil, com a redução do frete marítimo, do seguro e dos impostos de importação, já significa uma redução no preço final dos produtos de 25% a 30%. Mas a proposta é criar guindastes e gruas voltados especificamente para os mercados brasileiros e latino-americanos", afirmou Silva. Segundo ele, os preços atuais variam entre US$ 100 mil e US$ 1 milhão e estão diretamente ligados à cotação do aço.

Produção local deve substituir importação e abastecer países da América Latina

A produção nacional da unidade da Manitowoc em Passo Fundo deverá substituir a importação de guindastes para terrenos irregulares dos Estados Unidos e de gruas da China. A expectativa é que 25% das unidades montadas na cidade sejam destinadas para países como Argentina, Uruguai, Paraguai, Venezuela, Colômbia e Peru, com destaque para o mercado chileno de mineração. No País, a produção de gruas e guindastes será destinada a empresas de grande porte, como Petrobras, Vale, Usiminas, Odebrecht, Queiroz Galvão e locadoras de equipamentos, além da construção civil.

Segundo Lawrence Weyers, vice-presidente executivo para as Américas, o continente americano é mercado para 45% da produção mundial da empresa e, deste total, mais de um terço é vendido no Brasil. "A produção e a venda nos Estados Unidos e no Canadá são muito grandes. Na América Latina, o Brasil e o México rivalizam como maiores mercados, mas pela proximidade temos apenas um escritório comercial em Monterrey", disse.

Esta será a primeira indústria da Manitowoc na América Latina. Nos primeiros anos, a indústria, que funciona como uma montadora, deve operar com seis sistemistas e utilizará, basicamente, peças importadas. No segundo ano de atividades da empresa, uma terceira linha de montagem deve entrar em operação. Esta linha produzirá guindastes que funcionarão acoplados a caminhões.

Passo Fundo, localizada no Norte do Estado, foi escolhida pela existência de um polo metal mecânico, localização geográfica e oferta de profissionais qualificados. Segundo o prefeito da cidade, Airton Dipp, o PIB do município deve chegar aos R$ 3 bilhões no ano que vem. Também o sistema de transportes do Estado deve ter um grande impacto. Por uma questão logística (e também por força de um acordo com o governo do Estado) todas as operações de importação e exportação da empresa, hoje feitas pelos portos de Vitória e do Recife, passarão a ser feitas por Rio Grande.

FONTE - SINDIPESA

segunda-feira, 25 de julho de 2011

ACIDENTE COM LTM11200 EM SANTA CATARINA


Trágico e triste este acidente que ocorreu no parque eólico em Agua Doce – SC, resultando na morte do experiente operador Raimundo de Jesus, e destruiu a primeira LTM11200 “nacionalizada” em terras catarinenses, além da Grove que foi danificada. Todos sabemos que um operador para operar uma máquina de capacidade extrema tem experiência suficiente para seguir todos os procedimentos necessários em uma movimentação e montagem.

Mas não tendo informações mais concretas sobre o ocorrido acredito que houve sim um erro não do operador, mas talvez do procedimento de montagem. Algum estudo climático ou mesmo o horário de içamento, este é muito importante na hora de içar uma hélice eólica, pois toda a região possui características distintas. A “regras” sempre é içar a hélice quando não há muita oscilação termica e logo cedo pela manha.

FONTE - BLOG DO GUINDASTE

http://blogdoguindaste.com.br/index.php/2011/07/acidente-com-a-ltm11200-da-locar

terça-feira, 19 de julho de 2011

ESTUDANTES BRASILEIROS GANHAM PRÊMIO INTERNACIONAL COM PROJETO DE GRUA


Dois estudantes do curso de Engenharia Mecatrônica da Universidade de Salvador (Unifacs) ganharam um concurso internacional de planos de negócios e o prêmio de US$ 100 mil com um projeto de uma grua automatizada para a construção civil. O projeto de Rafael Guimarães e Vinícius Cal foi apresentado em Fort Lauderdale, na Flórida (EUA), e levou a Competição Internacional de Planos de Negócios James McGuire.

Mais de 200 projetos de estudantes de várias partes do mundo participaram da competição. Os brasileiros (ambos com 23 anos), desenvolveram um guindaste de torre com um contrapeso localizado em uma das pontas que pode ser móvel e automático. A depender da necessidade e do manuseio, ele se desloca para um local mais apropriado da ponta, o que causa maior estabilidade e facilidade durante sua movimentação.

“A grua tem capacidade de carga cinco vezes maior em qualquer parte de sua ponta e oferece segurança maior para os operários”, destaca Rafael Guimarães. A dupla já patenteou o invento no Brasil, Estados Unidos e Europa, e trabalha em outro projeto para aumentar ainda mais a segurança do equipamento. A Engenharia Mecatrônica promove a união dos conhecimentos da mecânica, eletrônica e computação.

O estudante destaca que o projeto “traz mais segurança porque dá mais equilíbrio e o contrapeso se move automaticamente”. Os dois amigos pretendem usar o dinheiro do prêmio na empresa que formaram para desenvolver produtos para a engenharia civil. “Com a Copa do Mundo e as Olimpíadas, um equipamento como esse pode tornar mais segura e mais rápida as grandes construções”, destaca.

FONTE - M&T

sexta-feira, 15 de julho de 2011

PRIMEIRO PARQUE EÓLICO OFFSHORE


O parque está situado a 45 km da costa da ilha de Borkum, no Mar do Norte. A remessa consistia de doze conjuntos de pás de rotor, carregado em Eemshaven em Groningen, Holanda. As lâminas foram transportados para o cais em SPMTs Scheuerle.

Sediada na Holanda Wagenborg especialista em transporte utilizado de 20 linhas de eixo SPMTs Scheuerle para o transporte de completo estrelas rotor. Esses pré-montadas unidades estrela rotor com diâmetro de rotor de entre 116 e 118 m, com cada um pesando cerca de 150 toneladas.

À medida que o barco não poderia ser posicionado exatamente contra o cais, a carga teve que estender um pouco sobre a plataforma do SPMT enquanto colocado em um dispositivo especialmente projetado. Além disso, era necessário manobrar a vários metros SPMTs sobre a borda do cais, para que duas linhas de eixo - incluindo o dispositivo especial - foram suspensas sobre a água. Só então foi possível para o guindaste de bordo para pegar a carga. A fim de equilibrar a carga do centro de gravidade, o SMPTs teve que ser carregado, adicionalmente, com contrapesos.

Conjuntos de veículos numerosos foram configurados para o transporte de naceles de motores offshore que foram movimentadas no eletronicamente direccionais InterCombi SPE ou SPMTs. O design modular destes sistemas de transporte permitiu a unidades de veículo para ser acoplado uns com os outros usando uma ampla gama de opções.

CEE é uma rede global para os proprietários de carga equipamentos como caminhões, operadores de guindaste, operadores de rebocadores e barcaças, estivadores e empacotadores de exportação, operadores portuários e de carga aérea proprietários equipamentos de manuseio e da indústria de apoio, servindo a indústria de cargas pesadas e volumosas.

FONTE - HEAVY LIFT

domingo, 10 de julho de 2011

AV. WASHINGTTON LUÍS É TOTALMENTE LIBERADA


Foi liberada, por volta das 10h, a pista sentido bairro da Avenida Washington Luís, na zona sul de São Paulo, que ainda permanecia interditada, após a retirada da carreta que tombou no último sábado (2).
O transbordo da carga, um transformador de 190 toneladas, foi feito ontem e a carreta foi removida. Na manhã deste domingo, os técnicos terminavam de desmontar os equipamentos utilizados e o tráfego foi liberado na via nos dois sentidos. Por volta das 11h, apenas a alça de acesso para a Avenida Professor Vicente Rao, estava bloqueada.
De acordo com a CET, ela também deve ser liberada até o meio dia.
A operação mobilizou 200 agentes de tráfego e 130 veículos, incluindo guinchos e motos.
A carreta saiu de Guarulhos (Grande SP) e ia para o porto de Santos, de onde o transformador seria exportado para o Egito.

A CET diz que, nos últimos dois meses, seis carretas da transportadora Tomé fizeram o trajeto. Segundo Antonio Prestes, chefe do departamento de transportes da CET, é o melhor percurso para as megacarretas.

Ele diz que não é possível desviar --indo, por exemplo, pela Jacu-Pêssego e o Rodoanel--, porque para isso teria que passar por vias com pontes e passarelas mais baixas do que a altura do veículo.

FONTE - FOLHA.COM

quarta-feira, 6 de julho de 2011

OPERAÇÃO DE GENTE GRANDE


Criatividade. Essa foi a palavra usada para definir uma operação de transporte de três peças, com peso de até 168 toneladas, realizada pela Megatranz Transportes em São Paulo, especializada nesse tipo de operação.
O desafio, nesse caso, estava na altura das peças: Cerca de 8 m -- maior que grande parte dos viadutos e passarelas presentes nas rodovias brasileiras. Para resolver esse impasse optou-se pela transposição de viadutos, com o içamento da carga.

A Megatranz Transportes concluiu com sucesso seis operações de transposição de viadutos, na Rodovia D. Pedro, com utilização de quatro guindastes. Além do viaduto no Km 15, as peças também foram içadas por cima do viaduto do Km 47.

A transposição das peças foi mais uma etapa importante nessa operação, que teve início no porto de Tarragona (Espanha). Além do transporte marítimo e rodoviário das peças, descarregadas no porto de São Sebastião (SP), a Megatranz foi responsável pela realização de obras civis de infraestrutura, tais como a abertura de estradas e desvios por fazendas da região.

Além da transposição, a empresa realizou o levantamento de uma passarela, que ficava na altura do km 67 da D. Pedro.

As peças transportadas são módulos CCR (Catalyst Continue Regenerator) e tinham como destino final a Refinaria de Paulínia – REPLAN, em Paulínia (SP). Ao todo, são três módulos, que pesam de 110 a 168 toneladas e têm como finalidade melhorar a qualidade do combustível produzido na refinaria e diminuir a necessidade de paralisação da usina para manutenção dos equipamentos.

Para o transporte das peças, a Megatranz utilizou seis cavalos mecânicos e três carretas, cada uma com 16 eixos fila simples. Os içamentos foram realizados com quatro guindastes, sendo dois com capacidade de 500 toneladas; um com capacidade de 300 toneladas e outro com capacidade de 250 toneladas.

FONTE - GLOBAL ON LINE

terça-feira, 5 de julho de 2011

ADOLFO RODOLFO - DO PUXA-SACO AO PROATIVO


COMO A LIDERANÇA DEVE LIDAR COM OS DIFERENTES TIPOS DE LIDERADO?

Motivar, chamar a atenção, garantir resultados. Estes são só alguns dos atributos da liderança que também tem como um dos principais desafios lidar com os diferentes tipos de profissionais.

De acordo com a headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Emmanuele Spaine, independentemente do tipo do profissional, o diálogo deve basear a relação entre líder e liderados.

O diretor executivo da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marshal Raffa, concorda e lembra que todos os perfis têm lados positivos e negativos, cabendo ao líder tentar estimular o melhor de cada um.

Perfis
Do puxa-saco ao proativo, os especialistas consultados pelo portal InfoMoney dão dicas sobre como a liderança pode trabalhar com os perfis mais comuns.

Puxa-saco: clássico nas empresas, o puxa-saco concorda com tudo que é proposto pelo líder e tenta o tempo todo se promover. Dessa forma, dizem os especialistas, ele acaba sendo desvalorizado por colegas e pela liderança.
Ao líder, cabe mostrar que esse comportamento não é o ideal, deixando claro que a pessoa não irá obter benefícios com ele. É ainda necessário salientar que o profissional precisa trazer novas ideias.

Injustiçado: na maior parte das vezes, trata-se de um profissional que está há mais tempo na empresa e que acredita que merecia uma promoção ou um aumento salarial. Como isso não ocorre, ele tende a se sentir desvalorizado.
Com profissionais nesta situação, o líder deve conversar e apresentar perspectivas de crescimento, não deixando de apontar quais os caminhos que a pessoa deve percorrer para chegar lá. Em outras palavras, o que é esperado do profissional.

Apático: segundo os especialistas, o profissional apático merece atenção redobrada da liderança. Isso porque, muitas vezes, a apatia pode ser confundida com insegurança ou mesmo se tratar de um caso de introversão.
Para tirar a dúvida, o líder deve observar cuidadosamente se a pessoa traz ou não resultados para a empresa. Em caso positivo, ele deve mudar a forma de agir com o profissional, tentando trazê-lo para mais perto. Se for avaliado realmente como apático, a saída é investir por um tempo na motivação do profissional.

Dependente: o profissional dependente sempre aguarda as resoluções dos parceiros, pares ou da liderança, o que demonstra uma grande dose de insegurança.
Primeiramente, o líder deve tentar investigar os motivos que deixam o profissional inseguro e tentar desenvolver nele as características de liderança. Isso porque, dizem, tais profissionais devem aprender a deixar de ser coadjuvantes para assumir as características de liderança em uma eventual necessidade.

Competente demais para a função: para os especialistas, essa é uma característica da geração Y. Entretanto, profissionais mais experientes que, por algum motivo, tiveram de assumir cargos com menor responsabilidade do que o que exerciam anteriormente também são acometidos por este sentimento.
Assim, para que este profissional não se desmotive e deixe de entregar resultados, o líder deve apresentar a ele um plano de carreira.

Quer o lugar do chefe: ao contrário do que se possa imaginar, profissionais que demonstram querer o lugar do chefe não são mal vistos pelas empresas, desde que, é claro, essa disputa não seja de forma desleal.
Se for de maneira saudável, dizem, é excelente para o líder, pois alavanca a carreira dele, servindo como um propulsor para o chefe, que pode ocupar posições mais altas.
Dessa forma, o líder deve valorizar este profissional, dando sempre feedbacks e trabalhando os pontos negativos.

Proativo: valorizado nas empresas, o proativo é aquele que sempre está a frente dos outros e dá ótimos resultados.

FONTE - ADMINISTRADORES.COM.BR

segunda-feira, 4 de julho de 2011

ACIDENTE COM CARRETA GIGANTE


Mais de dois dias após uma carreta gigante bater em um poste na Avenida Washington Luís, na Zona Sul de São Paulo, o veículo permanecia bloqueando uma faixa da pista sentido bairro por volta das 6h30 desta segunda-feira (4). Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), os trabalhos para a remoção devem terminar ainda durante a manhã.

O trânsito na região era intenso no início da manhã, mas sem pontos de parada, ainda de acordo com a CET. A companhia recomenda que os motoristas evitem circular pela Avenida Washington Luís no ponto onde está a carreta.

Na madrugada de sábado (2), a carreta transportava um transformador com cerca de 600 toneladas quando colidiu no poste e subiu na calçada. Ninguém ficou ferido no acidente ocorrido na altura da Avenida Vicente Rao. A fiação elétrica foi atingida. A Eletropaulo, responsável pelo fornecimento de eletricidade em São Paulo, informou que a energia só será totalmente restabelecida quando a carreta for retirada.

Cerca de vinte funcionários trabalharam durante toda a madrugada desta segunda, enfrentando o frio e a garoa para retirar o transformador. A empresa responsável pelo transporte da peça já descartou falha humana no acidente, mas uma perícia no equipamento vai tentar descobrir que problema mecânico fez a supercarreta perder o controle no início da madrugada de sábado.

O prazo inicial da empresa responsável pelo transporte e da CET era no sábado mesmo. Depois, a previsão mudou para o domingo, mas no meio da tarde a data mudou mais uma vez, agora para a manhã desta segunda. O transformador saiu de Guarulhos, na Grande São Paulo, e seguia para o porto de Santos para embarcar para o Egito. Mas caiu no terreno de um buffet infantil.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) faz um trabalho de orientação no local e oferece cinco alternativas de rota para quem circula pela região:

1. Avenida Dória - Avenida Rubens Gomes de Sousa - Praça Antonio Simões Ladeira - Avenida Professor Vicente Rao, sentido Diadema - Praça Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Viaduto Washington Luís

2. Viaduto Deputado Luís Eduardo Magalhães - Avenida Jornalista Roberto Marinho, sentido marginal - Rua Cristóvão Pereira - Rua Xavier Gouvêia - Rua Vicente Leporace - Praça Antonio Simões Ladeira - Avenida Professor Vicente Rao, sentido Diadema - Praça Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Viaduto Washington Luís

3. Viaduto Deputado Luís Eduardo Magalhães - Avenida Jornalista Roberto Marinho, sentido marginal - Rua Vicente Leporace - Rua Xavier Gouvêia - Rua Vicente Leporace - Praça Antonio Simões Ladeira - Avenida Professor Vicente Rao, sentido Diadema - Praça Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Viaduto Washington Luís

4. Viaduto Deputado Luís Eduardo Magalhães - Rua República do Iraque - Rua Xavier Gouvêia - Rua - Rua Vicente Leporace - Praça Antonio Simões Ladeira - Avenida Professor Vicente Rao, sentido Diadema - Praça Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Viaduto Washington Luís

5. Avenida Washington Luís - Avenida Jornalista Roberto Marinho, sentido aeroporto - Rua Lino de Moraes Leme, Avenida Santa Catarina - Rua Palestina - Avenida Professor Vicente Rao, sentido Diadema - Praça Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Viaduto Washington Luís

FONTE - G1

sexta-feira, 1 de julho de 2011

NO PORTO DE URUGUAIANA, CAMINHONEIRO PRECISA PEGAR SENHA


De Uruguaiana e Paso de Los Libres - Sem a integração do trabalho das autoridades brasileiras e argentinas no desembaraço das exportações do Brasil em Paso de Los Libres, o porto seco de Uruguaiana se aproxima do esgotamento da capacidade. Segundo Flávio Renato Evaristo, gerente da Eadi Sul, concessionária do grupo EcoRodovias que administra a unidade aduaneira desde 2003, o local, que pode receber 180 mil caminhões por ano, deve fechar 2011 com movimento de 170 mil veículos.

A situação ameaça provocar dificuldades adicionais para os importadores e exportadores brasileiros que negociam com Argentina, Chile e Uruguai e precisam passar por Uruguaiana. O porto seco recebe de 600 a 800 caminhões por dia, mas em momentos de maior movimento, como ocorre às segundas-feiras, filas se formam do lado de fora do terminal e a administração precisa distribuir entre 30 e 70 senhas para agendar o atendimento, explica Evaristo.

Uruguaiana tem espaço para 600 caminhões, mas pode acomodar até 870 usando os corredores entre as vagas, diz o executivo. Cerca de 70% dos veículos estacionados transportam produtos importados, porque a liberação das mercadorias que entram no Brasil é mais demorada. Mesmo assim, como 30% das cargas paradas são para exportação, a integração no lado argentino abrirá espaço para o porto brasileiro aumentar em mais de 40% a capacidade de atendimento às importações.

Para o delegado da Receita Federal em Uruguaiana, Jorge Luiz Hergessel, é importante que a ampliação do Complexo Terminal de Cargas (Cotecar), em Libres, esteja pronta para receber os fiscais brasileiros no início de 2012. Segundo ele, do total de R$ 1,1 bilhão em impostos federais arrecadados na cidade no ano passado, R$ 950 milhões foram gerados pelas operações de importação no porto seco.

Uruguaiana também enfrenta a concorrência de outros portos secos nas fronteiras, diz Evaristo. "Há uma tendência de maior distribuição das cargas", comenta. No ano passado, o terminal local recebeu 162,4 mil caminhões (62% destinados à exportação), que transportaram US$ 9,2 bilhões em cargas, com altas de 16,5% e 34,6% sobre 2009, respectivamente.

Na divisa entre São Borja e Santo Tomé, onde a integração operacional está mais avançada, o crescimento foi de 39,5%, para 88,4 mil veículos, segundo a Associação Brasileira de Transportadores Internacionais (ABTI).

De acordo com o gerente, só neste ano a Eadi Sul planeja investir R$ 1,4 milhão em melhorias operacionais, das instalações e da segurança do terminal rodoviário. Segundo ele, desde o início de 2010 o tempo médio para o desembaraço das exportações caiu de sete horas para menos de cinco horas. No caso das importações, 70% dos caminhões eram liberados em mais de 48 horas e hoje esse percentual caiu para 57%.

"O atendimento da Receita Federal melhorou, assim como o trabalho dos despachantes e dos transportadores", explica. O terminal, que opera de segunda à sexta-feira das 8h às 21h e aos sábados, das 8h às 14h, cobra diárias de R$ 16 a cada seis horas de permanência do caminhão. Para armazenagem, a tarifa é de R$ 4,73 por metro cúbico ou 0,11% sobre o valor da mercadoria com seguro e frete, o que for maior. Os valores foram estabelecidos na licitação da Receita Federal, vencida pela concessionária.

FONTE: Valor Econômico - SP