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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

GUINDASTE DESMONTA TORRES REFLETOREAS EM PORTO NA ALEMANHA

Equipamento da Terex içou estruturas com 32 metros e sete toneladas. Contratada pela empresa de construção ferroviária BBL Lüneburg, a provedora de serviços de guindastes Lange Krandienst desmontou quatro torres refletoras (com 32 metros e sete toneladas cada) localizadas em um pátio do Porto de Rostock, no norte da Alemanha.
Para realizar a delicada tarefa, a empresa utilizou um guindaste todo terreno Terex AC350/6 e um modelo auxiliar Terex AC 80, que atuou em uma exigente operação de içamento tandem. Além do desafio de içar as pesadas peças em um raio de trabalho de 63 m, o prazo previsto para a operação era extremamente apertado, de modo a interromper o mínimo possível o tráfego na ferrovia.
“Nosso Terex AC 350/6 mostrou-se a máquina ideal para esse içamento”, disse o gerente do projeto, Steffen Zimpel. “Afinal, a experiência demonstrou mais uma vez que é possível trabalhar com confiabilidade e precisão mesmo quando os projetos requerem içamentos com a curva de carga no grau máximo.”

Antes de operar, o guindaste precisou ser reposicionado quatro vezes, além de exigir mudanças de configuração por três vezes e a colocação de lajes de concreto por toda a área de trabalho. Após seis horas de ajustes, o equipamento foi finalmente preparado com lança principal de 22,7 m, fly jib de 60 m e contrapeso de 116,7 ton. Por fim, a solução mostrou-se tão eficaz que justificou o abandono do plano inicial da Lange de utilizar uma aeronave na operação.
“Apesar das inevitáveis dificuldades, tivemos uma economia de 40% em relação ao gasto previsto com o uso do helicóptero”, afirmou Jens Sack, funcionário da empresa.

FONTE - REVISTA M&T


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

EMPRESA PINTA SEUS GUINDASTES DE ROSA


Empresa pinta seus guindastes de rosa em uma iniciativa ao combate ao câncer de mama
 
Uma locadora de guindastes da Georgia, localizada um próxima a Atlanta, EUA, pintou um de seus guindastes de rosa em suporte a NBCF (National Breast Cancer Foundation), Fundação Nacional do Câncer de Mama, dos EUA. O guindaste em questão é um Terex T 340.

Curiosidade a parte, quem opera este guindaste que é o maior da empresa em questão é uma mulher. Demonstrando que este não é somente um mercado masculino e que cada dia mais as mulheres tomam a frente de trabalho, seja operacional ou técnico.
 
FONTE - BLOG DO GUINDASTE

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

MANITOWOC DESENVOLVE NOVO SISTEMA E PUXA CRESCIMENTO NAS AMÉRICAS

Manitowoc desenvolve sistema para “auto” levantamento de lança em guindaste treliçado

A Manitowoc pensou muito bem, este sistema se chama BRS (Boom Raise System) [Sistema de Levantamento de Lança], desenvolvido para que os clientes consumidores deste equipamento de 440t o 16000, tenha a melhor versatilidade.
O sistema é composto de um cilindro hidráulico que fornece amplitude para a lança principal que pode ser composta de até 106m mais 7m de extensão, e quando a lança atingir seus 38 graus de inclinação os guinchos traseiros já se tornam responsáveis pelo levantamento total.
Bacana disso tudo que é um opcional que pode ser utilizado por todos aqueles equipamentos 16000, e não somente os novos.
Pra quem não sabe equipamento deste porte é necessário um guindaste auxiliar para iniciar o levantamento da lança, até uma graduação necessária. Este equipamento “evita” o uso de um segundo guindaste para esta função. Mas não elimina totalmente o uso de guidastes de apoio, mas já é um bom passo.
 
Crescimento nas américas
 
As vendas do segmento de guindastes da Manitowoc atingiram US$ 610,7 milhões no primeiro semestre do ano, 10,1% acima dos US$ 554,8 milhões do mesmo período do ano passado. Segundo a empresa, o aumento das vendas foi sustentado principalmente pelo crescimento da demanda nas Américas e na maior parte dos mercados emergentes.
Os ganhos operacionais no período chegaram a US$ 48 milhões, em um aumento de 47,7% comparado aos US$ 32,5 milhões do mesmo período em 2011. Este resultado representa uma margem operacional de 7,8%, contra 5,9% do último ano.
O avanço se deve ao maior volume de vendas, além da eficiência operacional que, segundo a companhia, foi parcialmente compensada por aumento nos custos de material, despesas adicionais de engenharia e gastos associados à implantação da fábrica brasileira de Passo Fundo (RS), de ERPs (Enterprise Resource Planning) na França e no Brasil e serviços de atendimento ao cliente.
"Tivemos uma demanda distribuída por nossas diversas linhas de produtos, com destaque para os guindastes RT, AT e guindautos, segmentos que contribuíram positivamente para o desempenho no período”, disse Glen Tellock, CEO da Manitowoc. “Já as vendas dos modelos sobre esteira e de torre foram mais modestas. De todo modo, o nível de atividade nesta primeira metade do ano reforça nossa expectativa de que 2012 será um ano de crescimento sustentado.”
 
FONTES - SINDIPESA E BLOD DO GUINDASTE


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

GUINDASTES REALIZAM TRANSPOSIÇÃO EM CARGUEIRO


Em operação conjugada, Penglai Jutal movimentou carga de 330 toneladas.
A rede chinesa de serviços de engenharia Penglai Jutal realizou o içamento de uma engrenagem de 330 toneladas de um navio guindaste para um cargueiro do estaleiro Cosco. Para completar a operação conjugada de transposição, a empresa utilizou dois guindastes de esteira produzidos pela Terex: o CC 6800 e o CC 2500-1.
Segundo a Terex, uma carga de 330 toneladas e dimensões de aproximadamente 15,3 m X 18,6 m X 15,6 m não seria teoricamente um grande desafio para estes equipamentos. Entretanto, quando chegou a hora de içar a engrenagem a equipe se viu frente a um desafio. A carga tinha um centro de gravidade extremamente difícil de manejar, tornando necessário movê-la com extrema precisão para garantir a segurança da operação.
Posicionado a uma distância de 12 m, o CC 2500 foi ajustado com lança principal de 72 m, mastro Superlift de 30 m, contrapeso de 160 ton, lastro central de 40 ton e raio de 15 m. Já o CC 6800 ficou paralelo ao CC 2500, mas deslocado lateralmente em relação à carga e configurado com lança principal de 90 m, Superfilft de 40,5 m, raio de operação de 24 m, contrapeso de 250 ton e lastro central de 80 ton. Para garantir a segurança e estabilidade, ambos os guindastes trabalharam com vigas de spreader giratório.
 
“O sistema de controle IC-1 instalado em ambos os guindastes foi fundamental para permitir uma sincronia perfeita na transposição”, disse Chen Guocai, diretor da Penglai Jutal e responsável pelo projeto. Segundo ele, os indicadores de momento de carga (LMI – Load Moment Indicators) dos equipamentos da Terex também foram indispensáveis, informando aos operadores com exatidão o peso atrelado aos ganchos em cada momento da operação, que durou cerca de uma hora.

FONTE - REVISTA M&T

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

ADOLFO RODOLFO - UMA FLOR RARA

Uma flor Rara

Havia uma jovem muito rica, que tinha tudo: um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que lhe pagava muitíssimo bem e uma família unida.
O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isso. O trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo o tempo, e pouco sobrava para a família.
Um dia, seu pai, um homem muito sábio, deu a ela uma flor muito cara e raríssima, da qual havia apenas um único exemplar em todo o mundo.
E disse a ela:
- Filha, esta flor vai te ajudar muito mais do que você imagina! Você terá apenas de regá-la e podá-la de vez em quando, às vezes conversar um pouquinho com ela, e ela dará em troca esse perfume maravilhoso e essas lindas cores.
A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual. Mas o tempo foi passando, o trabalho consumia todo o seu tempo e a sua vida, não permitindo que ela sequer cuidasse da flor. De volta à sua casa, ela olhava a flor, que ainda estava lá, não mostrando sinal de fraqueza ou morte. Apenas estava lá, linda, perfumada. Então ela passava direto.
Até que um dia, mal entrara em sua casa, a jovem leva um susto! Sem mais nem menos, a flor morreu. Suas pétalas estavam murchas e escuras, suas folhas, ressecadas. A jovem chorou muito e contou a seu pai o que havia acontecido.
Seu pai então respondeu:
- Eu já imaginava que isso aconteceria e não posso te dar outra flor, porque não existe outra igual a essa. Ela era única, assim como seus filhos, seu marido e sua família. A relação com as pessoas que nos amam é como a flor: você deve aprender a cultivá-la, dar atenção a ela.
Assim como a flor, os sentimentos também morrem. Você se acostumou a ver a flor sempre lá, sempre colorida, sempre perfumada, e se esqueceu de cuidar dela. Cuide das pessoas que você ama!


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

NASA UTILIZA GUINDASTE ESPACIAL EM MARTE


Jipe-robô Curiosity foi suspenso por cabos de nylon até tocar a superfície do planeta

No início do mês, a sonda Curiosity pousou em Marte com a ajuda de uma espécie de guindaste espacial. Como o método com air-bag utilizado na viagem anterior a Marte mostrou-se inadequado, os engenheiros do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA (JPL) projetaram o “Sky Crane” para atuar nos momentos finais do vôo.
O jipe-robô de uma tonelada e tamanho de um automóvel foi suspenso por três cabos de nylon pela nave espacial The Mars Science Laboratory (MSL), até tocar o solo do Planeta Vermelho (na imagem, a representação artística divulgada pela NASA/JPL-Caltech).
Equipada com retro-foguetes, a MSL controlou a descida durante um intervalo de sete minutos, mantendo a Curiosity suspensa enquanto desacelerava de uma velocidade de 5,9 m/s para 0,7 m/s. Uma vez no solo, a sonda passou a colher amostras das rochas para análise em instrumentos como o SAM (Sample Analysis at Mars), um espectrômetro de massa que determina a composição química do material.

"Nesse momento, a sonda mais sofisticada jamais construída está sobre o Planeta Vermelho em busca de respostas para as antigas especulações sobre a possibilidade de existir vida em Marte, ou se o planeta pode abrigar vida no futuro”, disse Charles Bolden, administrador da NASA. 

Fonte - Revista M&T

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

TRANSPES NOMEIA NOVO DIRETOR COMERCIAL



A operadora logística, Transpes, com sede em Betim, Minas Gerais, nomeou para o cargo de diretor Comercial, o economista Andres Romero.

Romero é bacharel em economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e certificado em MBA na área de Marketing pela PUC- RJ, o executivo é especialista em Comércio Exterior. De acordo com Romero, a motivação para assumir o cargo veio da dificuldade agregada a ele. “Para este novo negócio, espero traduzir em resultados o conhecimento que acumulei ao longo de minha carreira, focada na área de Comércio Internacional”, revela. Além disso, ele acredita que o trabalho que desenvolveu na importação de equipamentos de grande porte e a experiência em integração de modais e serviços de logística internacional servirá como suporte para atuar no segmento da Transpes.

FONTE - SINDIPESA

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

OPERADORES LOGÍSTICOS CRIAM ASSOCIÇÃO

ABOL já nasce com 16 afiliadas dentre as principais empresas do setor atuantes no País Dezesseis dos principais prestadores de serviços logísticos que operam no mercado brasileiro fundaram, no último dia 17 de julho, em São Paulo, a Associação Brasileira de Operadores Logísticos – ABOL, que tem por objetivos principais promover a atividade logística e sua compreensão junto às autoridades, além de defender os interesses do segmento que, de acordo com seus fundadores, não são completamente endereçados pelas associações já existentes, apesar de sua importância para a economia. No ato da constituição da ABOL, as empresas estavam representadas por seus presidentes ou executivos sêniores, o que mostra que a entidade já nasce com peso. As sócias-fundadoras da associação e seus respectivos representantes foram: AGV Logística, representada pelo seu presidente, Vasco Carvalho Oliveira Neto; Brado Logística (José Luís Demeterco, CEO); DHL do Brasil (Eduardo Nogueira, diretor Jurídico); Elog (representada pelo presidente do Tecondi, Luís Augusto Ópice); Gafor (Sérgio Maggi Jr., presidente); Golden Cargo (Oswaldo Dias de Castro Jr., diretor-geral); Grupo TPC (Luís Eduardo Chamadoiro, vice-presidente); Libra Logística (Sebastião Furquim, diretor-geral); Penske Logistics (Paulo Augusto Sarti, diretor-presidente no Brasil); Rapidão Cometa (Américo Pereira Filho, presidente); TA Logística (Celso Delle Donne Lucchiari, presidente); Tegma Gestão Logística (Gennaro Odonne, diretor-presidente); Transportes Luft (Mário Mendonça, vice-presidente); Wilson, Sons, Logística (Thomas Rittscher III, diretor executivo); e Veloce Logística (Paulo Guedes, presidente). Pelo estatuto, poderão associar-se à ABOL empresas caracterizadas como operadores logísticos, que tenham em seu escopo o gerenciamento do todo ou de partes da cadeia logística, tendo competência para prestar, simultaneamente, serviços em ao menos três atividades básicas: controle de estoques, armazenagem e transportes. Para fazer parte da ABOL, a empresa deverá ter, ainda, faturamento acima dos R$ 100 milhões, considerando as atividades de uma única empresa ou do grupo, e possuir certificações ISO (International Organization for Standardization) ou SASSMAQ (Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde e Meio Ambiente). O “mentor intelectual” da ABOL é Luís Augusto Ópice, que no ano passado deu início ao movimento de reunir os demais operadores em torno da nova associação. “A ideia surgiu tempos atrás, quando fui convidado para concorrer à presidência da Aslog – Associação Brasileira de Logística. Quando me envolvi um pouco mais naquela entidade, percebi que ela representava os profissionais de logística, e não os operadores logísticos. Desisti de concorrer e fiquei com o assunto latente, de criar uma entidade que efetivamente representasse o setor. No ano passado, quando retornei às atividades num grande operador logístico, comecei a organizar a nova associação que agora surge”, conta Ópice. Segundo o executivo, a entidade já nasce com uma grande representatividade, pela importância das empresas fundadoras e pelo nível dos membros participantes. “O ato de fundação foi firmado pelas principais empresas nacionais e multinacionais que fazem operação logística no Brasil. Decidimos começar com um grupo menor para dar mais foco, mas outras empresas que não participaram deste primeiro momento serão muito bem-vindas. A ideia é, através de uma pauta de assuntos prioritários, começar a agir firmemente em defesa de nossos interesses”, conta Ópice. A pauta foi definida através de uma lista de temas elaborada pelas empresas fundadoras, da qual foram tirados alguns temas considerados por todos como mais prementes. Foi consensual a necessidade de focar, inicialmente, em poucos temas. Questões como relações sindicais, legislação trabalhista e tributária, regulamentação da atividade, além da infraestrutura logística, serão priorizadas. “A agenda é grande e rica, pois temos muitas questões pendentes, mas não vai dar para endereçar tudo de cara. Por isso decidimos priorizar estes temas que afetam mais diretamente nossa lucratividade e até mesmo o exercício de nossa atividade”, coloca o diretor-presidente da Wilson Sons, Logística, Thomas Rittscher. “Com uma atuação conjunta, podemos influir para evitar desvios e interferências que atrapalham muito nossos negócios”, continua. “Por exemplo, tem havido movimentos fortes de sindicatos e do poder público no entendimento de que algumas atividades das empresas são fins e, portanto, não podem ser terceirizadas. Isto é absurdo, é uma ingerência muito grande no negócio. Já chegamos a perder atividades que fazíamos para clientes por conta disso.” Outro sócio-fundador, Oswaldo Castro Jr., ressalta a homogeneidade do grupo, todo focado unicamente na operação logística. “Eu participo de outras associações e, de fato, embora algumas atividades e problemas sejam comuns, elas não cobriam integralmente as necessidades dos operadores logísticos. A ABOL já nasce agrupando empresas que têm como core a logística, formando uma entidade com interesses convergentes. Isto é muito bom, pois não há conflitos e o que for endereçado será do interesse de todos. E são todas empresas grandes, com faturamento acima dos R$ 100 milhões, o que dá mais representatividade”, acredita o diretor-geral da Golden Cargo. FONTE - TECNILOGISTICA

terça-feira, 7 de agosto de 2012

GUINDASTE DE 1500 t SERÁ UTILIZADO EM ESTÁDIO

O Corinthians divulgou em seu site oficial que o maior guindaste existente no Brasil começará a operar em agosto nas obras do estádio que está sendo construído em Itaquera, palco de abertura da Copa do Mundo de 2014. Com capacidade nominal de 1.500 toneladas e lança de 114 m, sua presença no canteiro marcará o início da fase de montagem da estrutura metálica da cobertura das arquibancadas, teto de aço e vidro cuja altura chegará a quase 60 m em relação ao gramado. Só para montar o guindaste, a Odebrecht Infraestrutura, responsável pela obra, estima que serão necessários 15 dias de trabalho. Com 2.200 trabalhadores em três turnos, as obras do estádio já registram um avanço de 45,17% e deverão ser concluídas em dezembro de 2013

Fonte - Blog do guindaste

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Inaugurada sábado em Passo Fundo (RS), a 300 quilômetros de Porto Alegre, a primeira fábrica de guindastes da americana Manitowoc na América Latina deve alcançar um índice de nacionalização da produção de 70% em três anos. No início, a unidade vai operar com 30% de peças e componentes adquiridos no Brasil, enquanto o restante será importado pela empresa dos Estados Unidos. A partir de 60% de nacionalização, a Manitowoc poderá financiar as vendas pelo BNDES. Por enquanto, os ítens mais importantes comprados no Brasil são os motores Cummins, mas a participação crescente de componentes locais permitirá redução de custos e dará mais competitividade aos produtos finais, disse o presidente mundial da empresa, Glen Tellock. A partir de 2013 operações como usinagem, solda e pintura serão feitas internamente, por exemplo. "É por isso que estamos aqui", disse Tellock, sem precisar o potencial de queda de preços dos equipamentos produzidos no Brasil em relação aos importados. Segundo o presidente da divisão de guindastes, Eric Etchart, a redução dependerá do volume de produção e a operação no país permitirá um atendimento mais rápido dos clientes locais. "Nossa política é nacionalizar o máximo possível, assim como na China, onde 95% dos componentes usados pela unidade local", disse Etchart. A nova fábrica começará a produzir dia 16 e já tem seis guindastes encomendados para entrega até julho. No primeiro ano de operação ela será focada na produção do modelo RT (rough terrain, na sigla em inglês), para uso em terrenos acidentados e em grandes obras como hidrelétricas, estaleiros e refinarias, e até o fim de 2012 serão produzidas 44 unidades, disse o diretor-geral da Manitowoc no Brasil, Mauro Nunes. Cada uma custa até R$ 1,6 milhão e no ano passado a empresa vendeu 140 delas em todas as regiões do país. Conforme Nunes, em julho de 2013 entrará em operação a linha de gruas para construção civil. Em 2011 a empresa vendeu 60 unidades do modelo no Brasil, todas importadas. A capacidade de produção da fábrica, de 300 guindastes dos dois modelos por ano, deverá ser preenchida até 2017, quando o número de funcionários deverá chegar a 300, ante os 55 atuais. O executivo disse ainda que no terceiro ano de operação a fábrica deve gerar faturamento anual de R$ 250 milhões. No início, as vendas serão concentradas no mercado interno, mas nos próximos anos as exportações para outros países da América do Sul poderão absorver até 20% da produção. De acordo com o vice-presidente executivo da empresa para as Américas, Lawrence Weyers, a unidade de Passo Fundo tem 30 mil m2 de área construída, mas foi planejada para até triplicar de tamanho. A fábrica foi construída em um terrenos de 450 hectares doado pela prefeitura, que concedeu isenção de IPTU para o projeto. O investimento total da fábrica somou R$ 75 milhões e será integralmente financiado pelo programa de incentivos fiscais Fundopem, do governo estadual, que prevê a redução no recolhimento do ICMS pela empresa durante até oito anos. FONTE - SINDIPESA

quarta-feira, 21 de março de 2012

ACIDENTE NA BR-040 COM CARGA ESPECIAL

O acidente, foi na tarde do sábado 17/03, quando um ônibus da empreiteira Conenge trazia um grupo de trabalhadores da mineradora de ouro Kinross, de volta para casa em Ipatinga.
No KM-395, da BR-040, segundo informações extraoficiais (a perícia da Polícia Civil só sai dentro de 30 dias, no mínimo), o motorista do ônibus iniciou uma ultrapassagem. Em sentido contrário, trafegava uma carreta com excesso lateral, levando uma torre de usina eólica.

O carro batedor sinalizou para o coletivo, mas o condutor do coletivo não conseguiu desviar o suficiente e evitar que o tubo de aço, transportado pela carreta, rasgasse a lateral esquerda do coletivo.

A maioria dos trabalhadores, sentada desse lado do coletivo, morreu na hora ou saiu com ferimentos muitos graves. Na madrugada de hoje saiu a primeira lista, divulgada pelo Corpo de Bombeiros em Curvelo.

No fim da manhã deste domingo a diretoria da Conenge, localizada no bairro Iguaçu, em Ipatinga, divulgou a lista oficial de mortos e os respectivos locais para o sepultamento. A chegada dos corpos está prevista para o fim da tarde de hoje.

O acidente envolveu o ônibus placa GVH-5638 de Ipatinga, de propriedade da empresa Conenge e a carreta placa DAJ-9556 de Santo André/SP. O motorista da carreta nada sofreu. Já o motorista do ônibus teve ferimentos leves e deverá prestar esclarecimentos ainda neste domingo, no inquérito que será instaurado para apurar o caso.

Inquérito

Em entrevista à Rede Itatiaia de Rádio na manhã deste domingo, o delegado regional de Curvelo, André Pelli, afirmou que a Polícia Civil já instaurou inquérito para apurar as causas do acidente. "O motorista do ônibus foi para um hospital e está ainda em atendimento. Nossa prioridade é a liberação de corpos. Assim que ele for liberado será ouvido para a apuração de culpa, dele ou do outro motorista. Mas não vamos prejulgar os fatos", afirmou o delegado.

“Foi uma fatalidade”

ENTENDA COMO FOI O ACIDENTE

Debaixo de chuva, a colisão entre um ônibus da empreiteira Conenge, de Ipatinga, e uma carreta, deixou 29 pessoas feridas e 15 trabalhadores mortos. Outras 10 pessoas saíram com ferimentos leves. O acidente foi por volta das 14h30, no km 395 da BR-040, próximo à cidade de Felixlândia.

Os sobreviventes feridos foram transportados para hospitais de Curvelo e Sete Lagoas, as duas cidades maiores e mais próximas do local do acidente.

O corpo de Bombeiros precisou usar um helicóptero para chegar ao local, onde as vítimas eram resgatadas entre as ferragens. Dois sobreviventes foram levados para o Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte. Já os mortos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Curvelo. Há dificuldades para se identificar a lista completa de mortos, o que só deve sair neste domingo.

A chuva intensa desse sábado, na região central de Minas dificultou ainda mais o trabalho de resgate das vítimas. A Polícia Militar empenhou viaturas e um helicóptero no apoio aos trabalhos da Polícia Rodoviária Federal

Origem

Segundo as primeiras informações, dos Bombeiros Militares e do jornal Hoje em Dia, o ônibus placas GVH-5638, fretado pela empresa Conenge, de Ipatinga, transportava de volta da cidade de Paracatu trabalhadores que estavam na mineradora de ouro Kinross.

O grupo tinha iniciado um trabalho na mina terça-feira passada. A maioria dos trabalhadores era formada por mecânicos de manutenção, do Vale do Aço.

Os sobreviventes relataram que um tubo de aço, transportado pelo caminhão que colidiu no sentido contrário com o ônibus, rasgou toda a lateral esquerda do ônibus. Todos os mortos e feridos graves estavam sentados deste lado.

Entre os sobreviventes estão os operários César Júnior e Marcos José Nunes, que contam os momentos que viveram durante o acidente.

Relatos

A carreta, da transportadora Tomé, seguia no sentido a Brasília, levando um grande tubo de aço, com excesso lateral. Entretanto, o deslocamento rodoviário da peça tinha acompanhamento.

O motorista de um dos veículos batedores disse à PRF que o ônibus fez uma ultrapassagem. O batedor garante que alertou pelos faróis, mas o ônibus não parou e esbarrou em uma das pontas da carga da carreta, que "rasgou" de fora a fora uma das laterias do coletivo.

FONTE - JORNAL DIÁRIO DO AÇO

quinta-feira, 15 de março de 2012

MANITOWOC INAUGURA FÁBRICA NO FINAL DO MÊS

Atenta ao mercado nacional de infraestrutura e energia, a Manitowoc Brasil inaugurará no dia 31 de março sua nova fábrica de guindastes no distrito industrial de Passo Fundo (RS).
O objetivo da empresa, que investiu R$ 75 milhões na planta, é atender mercados potenciais nas áreas de exploração de petróleo na camada do pré-sal e de grandes obras de infraestrutura, como aeroportos e estádios para a Copa 2014, entre outros. "Só em hotéis, estão projetadas 300 novas obras até 2014", afirmou Mauro Nunes da Silva, presidente da Manitowoc Brasil.

Instalada em um terreno de 45 hectares, a planta industrial deve gerar 350 empregos diretos e terá três linhas de produção. A primeira entrará em operação em março e, até o final do ano, deverá lançar 44 guindastes com motores a diesel. A segunda linha está prevista para operar em julho de 2013 e a terceira, em julho de 2014. Com índice de nacionalização entre 30% e 40%, a produção conjunta das três linhas será de 300 guindastes por ano.

FONTE - REVISTA M&T

quarta-feira, 14 de março de 2012

ZOOMLION LANÇA GUINDASTE TRUCK-CRANE de 75 ton COM 4 EIXOS DIRECIONÁVEIS

Mais uma proeza chinesa em rumo ao domínio mundial, passando pelo Brasil, informa que o guindaste ZMC75 da Zoomlion, o primeiro desenvolvido exclusivamente para as necessidades específicas do mercado brasileiro.

O ZMC75 destaca-se pelo chassis com quatro eixos direcionáveis – tecnologia patenteada, que permite um menor raio de giro e melhora em muito a dirigibilidade, tornando muito mais fácil e ágil deslocar e posicionar o equipamento em qualquer situação, o que significa economia de tempo e, consequentemente, redução de custos.

Entre os diferenciais do ZMC75, estão:

• Eliminação de qualquer possibilidade de movimentos bruscos no processo de içamento ou de descida da carga em função de um novo sistema hidráulico desenvolvido especificamente para este projeto. Como as operações de giro e de elevação da carga foram significantemente aprimoradas, ficam garantidas variações de velocidade suaves e estáveis;

• Maior estabilidade em todas as operações e redução das vibrações e impactos durante os processos de inclinação, abertura e fechamento da lança: a Zoomlion aperfeiçoou o posicionamento do cilindro de inclinação da lança neste novo projeto e conseguiu rebaixar o centro de gravidade do conjunto;

• Novo sistema inteligente de calibração e diagnóstico de falhas, que permite a aferição e calibração do computador sem a necessidade de içamento de um peso conhecido;

• Processamento de dados em tempo real pela CPU instalada no equipamento;

• Sensores de pressão de alta confiabilidade.

De acordo com Ricardo Machado, gerente geral de guindastes da Brasif revendedor oficial para o mercado Brasileiro, “o ZMC75 oferece, definitivamente, a melhor relação custo-benefício no segmento de truck-cranes com capacidade até 75 t, aliando tecnologia de ponta, baixo custo e alto desempenho, tanto nas tarefas de canteiro, quanto nos deslocamentos ”. E Machado complementa: “este segmento representa aproximadamente 70% do mercado brasileiro de guindastes”.

FONTE - BLOG DO GUINDASTE

segunda-feira, 12 de março de 2012

ADOLFO RODOLFO - ADMINISTRANDO O TEMPO

Atualmente, dizer que está sem tempo é tão comum que dificilmente é possível conversar com alguém por cinco minutos, sem que a escassez das horas seja mencionada. É claro que existem aqueles que acreditam que não ter tempo significa competência profissional, mas há controvérsias.

E quanto mais se criam tecnologias, úteis para realizar alguns trabalhos que antes eram feitos manualmente, menos se consegue utilizar adequadamente as mesmas 24 horas diárias.

O responsável pela falta de tempo é a própria pessoa, ao fazer mau uso da tecnologia (acessando e-mails a cada 5 minutos, utilizando o celular a cada 10 minutos, etc.) e/ou administrar inadequadamente o seu tempo, acaba não concluindo o que lhe é solicitado.

Se observar bem, os motivos que impedem o cumprimento das metas diárias são tão “silenciosos” e sutis, que se não estiver muito atento, um projeto que poderia ser realizado em duas horas, poderá levar meses, sem que esteja concluído.

Muitas vezes, ao iniciar um trabalho, algumas pessoas não veem a importância de se planejar cada atividade, organizando-a e se concentrando a cada uma, individualmente.

Assim, muitas tarefas são feitas num mesmo instante, o que prejudica não somente o tempo de conclusão de cada uma delas, mas a qualidade que se espera de cada trabalho. Neste caso, a dica é: inicie e conclua uma tarefa, para depois iniciar outra. Quando o trabalho é feito de uma maneira contínua, além de mais eficaz, levará menos tempo. Mas se a tarefa for muito longa ou se houver várias a serem realizadas?

Neste caso, é importante verificar o prazo de entrega de cada uma, de modo a priorizar aquelas de menor prazo de entrega. Nos casos em que a tarefa é muito longa, é importante que dedique parte do dia para realizá-la e assim, diariamente será possível fazer uma parte, até que seja concluída. Mas e as interrupções? Como concluir uma tarefa, com tantas interrupções?

Existem várias maneiras de administrar as interrupções. É preciso separar um momento do dia para trabalhar a portas fechadas e se manter isolado por um tempo. Oriente as pessoas, sinalizando que não pode ser incomodado. E se as pessoas que interrompem são os clientes?

É importante que tenha pessoas preparadas para tal atividade. Assim, nem o seu cliente é mal atendido, nem você deixa de estruturar melhores ferramentas e soluções para que a empresa progrida. Gerir o tempo é importante, porém não seja rígido. Haverá alguns momentos em que é necessário fazer o atendimento em circunstâncias diferentes do programado. Esteja aberto para essas exceções.

Para isso, o autoconhecimento é fundamental. Se você tem maior facilidade para concentrar-se na parte da manhã, então, reserve este horário para trabalhar sozinho. As demais atividades devem acompanhar o mesmo ritmo. Avalie se todas as atividades devem realmente ser feitas por você. Muitas vezes, tarefas menos complexas podem ser delegadas e não são por pura distração ou por hábito de fazê-la. Então, à medida que se sentir mais sobrecarregado, verifique o que pode ser delegado à outra pessoa. Acompanhe esse profissional até que ele se sinta seguro de que a atividade será concluída, mesmo que você não esteja por perto.

Ao final de cada dia, verifique se as tarefas que listou para fazer foram realmente realizadas. Quando a pessoa faz isso, é possível acompanhar o seu ritmo de trabalho, a sua produtividade e melhorar o seu comportamento no dia seguinte. A questão não é administrar o tempo para trabalhar cada vez mais, tornando-se uma máquina de produção, mas para que consiga fazer o que tem que se feito.

É preciso reforçar, que não existe qualquer expectativa ou pretensão de que esse texto modifique os hábitos de uma pessoa, mas existe a esperança de que ao menos aponte outras possibilidades, porque quando se deseja mudar, uma linha basta. Mas, quando a vontade de mudar não existe, uma Bíblia seria insuficiente. Pense nisso!

sexta-feira, 9 de março de 2012

EMPRESÁRIO JÚLIO SIMÕES MORRE EM SP

Afastado do grupo há 11 anos, Simões morreu vítima de complicações cardiorrespitarórias

O grupo JSL, é um dos maiores do setor de transporte e logística do País

O empresário Júlio Simões, fundador do grupo JSL, um dos maiores do setor de transporte e logística do País, morreu na madrugada desta quinta-feira (8), aos 84 anos, em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo.

Simões estava afastado havia 11 anos da direção do grupo que fundou em 1956, mas ainda dava conselhos ao filho Fernando Simões, atual diretor-presidente da companhia.

Segundo a assessoria da JLS, Simões morreu vítima de complicações cardiorrespiratórias. Seu corpo foi enterrado hoje no cemitério Parque das Oliveiras, em Mogi das Cruzes.

Figura lendária no setor de transportes, Simões chegou ao Brasil, vindo de Portugal, em 1952, para trabalhar como mecânico, primeiro para um tio e depois em uma empresa de ônibus, em Mogi das Cruzes. Mas foi transportando produtos hortifrutigranjeiros de Mogi para o Rio de Janeiro, como caminhoneiro, que ele daria início à sua trajetória de empresário vencedor.

Depois de se especializar em cargas pesadas, em 1956 ele fundou a TJS (Transportadora Julio Simões), empresa que se tornaria a maior operadora logística do País no modal rodoviário.

Durante sua gestão, Simões diversificou o portfólio de serviços da empresa, que passou a oferecer soluções customizadas, de acordo com as necessidades de seus clientes, reduzindo com isso os custos e aumentando a eficiência.

A empresa também passou a fazer aquisições e quando deixou o comando da companhia, em 2001, a JSL, além de atuar no segmento de transporte de cargas, sendo a maior operadora logística no modal rodoviário, também atuava no transporte de passageiros, coleta de lixo, seguros, comercialização de automóveis, locação de veículos para frotas entre outras atividades.

As bases do empresário propiciaram um crescimento exponencial da companhia na primeira década de 2000. A empresa aumentaria em quase 10 vezes o seu tamanho no período, saltando de uma receita líquida de R$ 181 milhões em 2000 para R$ 1,5 bilhão em 2009.

Hoje, a companhia que Simões fundou possui 18 mil colaboradores em todo o Brasil e em quatro países da América Latina e conta com uma frota de 31,4 mil ativos, entre veículos leves, caminhões, carretas, ônibus, máquinas e equipamentos.

Simões deixa esposa, cinco filhos, além de netos.

FONTE - SINDIPESA

quarta-feira, 7 de março de 2012

PORTO DE PARANAGUÁ SE ESPECIALIZA NA MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS ESPECIAIS

Peças gigantes espalhadas ao longo do cais e em pontos da área primária do Porto de Paranaguá. Para quem está acostumado a ver as cargas de granel e contêineres sendo movimentadas pelo Porto, estes equipamentos de grande porte tem mudado a paisagem de quem visita o terminal paranaense.

Na semana passada, mais uma peça gigante desembarcou em Paranaguá. Trata-se de uma prensa de 160 toneladas e 5,3 metros de altura, para a empresa WHB Fundição. Além da adaptação logística dentro do Porto, o transporte do equipamento também exige cuidados. Para levar a prensa até Curitiba, onde será instalada, será necessário um caminhão com 71 metros de comprimento.

Receber equipamentos desta magnitude já não é mais novidade no Porto de Paranaguá, que nos últimos meses recebeu peças destinadas a diferentes projetos de grande porte. Até meados de 2012, o porto receberá cerca de 30 mil toneladas em peças para a construção da maior fábrica de celulose do mundo, que esta sendo feita em Três Lagoas (MS), da Eldorado Papel e Celulose, bem como peças da nova unidade da Arauco do Brasil. que está sendo instalada em Jaguaraíva, no Paraná.Esse tipo de operação portuária é caracterizada como uma operação especial. Exige definição prévia do berço de atracação, de acordo com o espaço disponível para manobrar as cargas e a capacidade do piso, além da logística para saída do terminal.

“A facilidade de atracação, o calado, o tamanho de cais e a capacidade do piso são fundamentais para receber peças com esse porte diferenciado. Poucos portos no país oferecem as condições disponíveis em Paranaguá para estas operações”, afirma o superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Airton Maron. “Temos feito um grande esforço para divulgar essa capacidade de infraestrutura e, ao mesmo tempo, oferecer novas facilidades aos operadores”, diz.

ESTRUTURA – O porto está concluindo uma licitação para construção de um portão especial, com largura e capacidade de manobra facilitadas para esse tipo de peças, destinadas a grandes projetos. Em outra frente de trabalho, será preparada uma nova área, fora da zona primária do porto, para armazenagem de peças de grande porte.

O acesso do Porto de Paranaguá para outras regiões (reta única para sair da cidade e ter acesso a rodovias, sem passar no meio de outras cidades para chegar a outros estados) é considerado um dos melhores do país, mas o esforço da administração do porto para facilitar a movimentação de cargas é reconhecido pelos operadores portuários.

“Um dos principais fatores facilitadores em Paranaguá é o acesso à autoridade portuária. Hoje existe acesso fácil e somos atendidos rapidamente para fazer a programação dos navios, obter autorização de entrada e saída e a alocação de espaço para equipamentos”, afirma Manuel J.H. Rosa Jr, gerente operacional da TWJM, operadora logística que trabalha com cargas especiais em Paranaguá.

O operador destaca ainda a qualidade da mão-de-obra dos trabalhadores avulsos empregados pelas operadoras parceiras dos projetos, que são várias. “São diversas empresas e todas estão capacitadas para atuar nesses projetos. Paranaguá também é um dos terminais que mais oferece facilidades operacionais com a mão-de-obra, sem atrito com sindicatos”, explica.

A inexistência de obrigatoriedade na contratação de operadores de cargas é outro fator facilitador para as operações em Paranaguá, dando maior maleabilidade no preço e na gestão da operação. “Além disso, Paranaguá tem uma das taxas mais baixas do país e ainda oferece 15 dias de free-time para contêineres, o que incentiva que a carga seja movimentada rapidamente, em vez de ficar armazenada”, afirma o operador.

Já passaram por Paranaguá também as peças para a ampliação da fábrica da Incepa, em São Mateus do Sul (PR), e para a construção de moinhos de cimento em uma unidade da Votorantin em Rio Branco do Sul (PR). Fora isso, todo o equipamento usado na implantação de uma fábrica de papel da Klabin, em Telêmaco Borba (PR), também chegou por Paranaguá.

Peças gigantes espalhadas ao longo do cais e em pontos da área primária do Porto de Paranaguá. Para quem está acostumado a ver as cargas de granel e contêineres sendo movimentadas pelo Porto, estes equipamentos de grande porte tem mudado a paisagem de quem visita o terminal paranaense.

Receber equipamentos desta magnitude já não é mais novidade no Porto de Paranaguá, que nos últimos meses recebeu peças destinadas a diferentes projetos de grande porte. Até meados de 2012, o porto receberá cerca de 30 mil toneladas em peças para a construção da maior fábrica de celulose do mundo, que esta sendo feita em Três Lagoas (MS), da Eldorado Papel e Celulose, bem como peças da nova unidade da Arauco do Brasil. que está sendo instalada em Jaguaraíva, no Paraná.

Esse tipo de operação portuária é caracterizada como uma operação especial. Exige definição prévia do berço de atracação, de acordo com o espaço disponível para manobrar as cargas e a capacidade do piso, além da logística para saída do terminal.

O porto está concluindo uma licitação para construção de um portão especial, com largura e capacidade de manobra facilitadas para esse tipo de peças, destinadas a grandes projetos. Em outra frente de trabalho, será preparada uma nova área, fora da zona primária do porto, para armazenagem de peças de grande porte.

FONTE - SINDIPESA

segunda-feira, 5 de março de 2012

GUINDASTE TRICICLO PARA 3 ton

Não faltava mais nada, mais curioso do que funcional, recebi por e-mail esse novo tipo de guindaste. Tomara que esta moda não pegue no Brasil, se não vai ter empresa de entrega rápida se especializando em içamento de carga, já imaginou?

Algumas características do equipamento:

•Capacidade 3t
•Altura máxima 15m
•Velocidade máxima 40km/h
•Patolamento 2,9×2,2m
•Dimensões (CxLxA) 5,1 x 1,6 x 2,2m
•Peso 3,2t


FONTE - BLOG DO GUINDASTE

sexta-feira, 2 de março de 2012

PEÇA DE 51 ton CAI E FECHA RODOVIA EM RIO GRANDE- RS

Trânsito está interrompido na ERS-734, em Rio Grande, desde as 14h.
Transportadora acionou seguro, mas não há previsão para retirada da peça.

Um acidente na tarde desta quinta-feira (1) bloqueou o trânsito na ERS-734, em Rio Grande, no sul do estado. Um caminhão com placas de Santana do Livramento (RS) transportava uma peça metálica de 51 toneladas que ia do porto de Rio Grande ao Polo Petroquímico de Triunfo. Ao fazer a curva no viaduto, a peça se desprendeu. Desde 14h o trânsito na rodovia está interrompido.

Não há previsão para a retirada da peça, parte de um conjunto que será usado nas instalações de uma fábrica de derivados de plástico. A estrutura foi importada da China e está sendo transportada aos poucos para Triunfo. A transportadora já acionou o seguro e tenta viabilizar guindastes para içar a estrutura.

A ERS-734 liga o centro de Rio Grande à praia do Cassino. O Comando Regional da Brigada Militar recomenda aos motoristas que utilizem desvios. Quem vier do centro de Rio Grande deve evitar o viaduto e pegar o acesso pelo bairro Jardim do Sol. Quem vier do Cassino deve entrar no bairro Parque São Pedro e seguir até chegar à BR-392.

FONTE - G1

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

SINDIPESA CRIA COMITÊ TÉCNICO PARA SEGURANÇA NAS OPERAÇÕES COM GUINDASTES

O comitê, que tem como objetivo promover discussão sobre o tema segurança nas operações com guindastes, será coordenado pelo Eng.º Camilo Filho e tem 1ª reunião agendada para o dia 5 de março. Outros objetivos desse comitê, são os seguintes:

> Promover o desenvolvimento do conhecimento científico relativo às operações com guindastes;

> Criar um fórum permanente de discussão sobre o tema segurança nas operações com guindastes;

> Ajudar a estabelecer padrões tecnológicos;

> Formar parcerias e alianças com órgãos governamentais, usuários e indústria com vistas a certificação de operadores e demais envolvidos na operação de guindastes;

> Promover a aceitação, desenvolvimento e implementação de normas de segurança;

> Ajudar no aumento da segurança nas operações de guindastes através da divulgação de informações técnicas e de engenharia;;

> Promover o debate de questões tecnológicas e preocupações legislativas e regulamentares (nacional e mundial) que afetam a operação de guindastes.

> Promover a normalização e simplificação de terminologia e classificação para a harmonização a nível mundial.

A 1ª reunião agendada para o dia 5 de março tem como objetivo definir a forma de funcionamento do comitê, estabelecer uma agenda mensal de trabalhos e definir os temas prioritários, de interesse das associadas.

A participação está aberta a todas as empresas associadas ao Sindipesa.

Maiores informações podem ser obtidas através do telefone 11-38873852 ou do email: sindipesa@sindipesa.com.br

FONTE - SINDIPESA

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

TUBARÃO DE 12m É RETIRADO COM AUXÍLIO DE 02 GUINDASTES

Um exemplar de tubarão-baleia com 12 metros de comprimento e cerca de sete toneladas de peso foi encontrado por pescadores na região de Karachi, no Paquistão. As autoridades locais tiveram de usar um guindaste para retirar o animal morto das águas do mar da arábia. A dimensão do peixe atraiu uma multidão de curiosos ao local. A espécie costuma viver em mares quentes e pode chegar a medir até 20 metros e pesar 13 toneladas. Identificado em 1828, o tubarão-baleia alimenta-se de plâncton, macro-algas, além de invertebrados e pequenos polvos. Os tubarões-baleia são as maiores espécies de tubarão, e ainda o maior peixe conhecido

FONTE - TERRA