Boca no Trombone

Aproveite também nosso Twitter com informações dinâmicas
www.twitter.com/pontodopesado

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

OPERADORES LOGÍSTICOS CRIAM ASSOCIÇÃO

ABOL já nasce com 16 afiliadas dentre as principais empresas do setor atuantes no País Dezesseis dos principais prestadores de serviços logísticos que operam no mercado brasileiro fundaram, no último dia 17 de julho, em São Paulo, a Associação Brasileira de Operadores Logísticos – ABOL, que tem por objetivos principais promover a atividade logística e sua compreensão junto às autoridades, além de defender os interesses do segmento que, de acordo com seus fundadores, não são completamente endereçados pelas associações já existentes, apesar de sua importância para a economia. No ato da constituição da ABOL, as empresas estavam representadas por seus presidentes ou executivos sêniores, o que mostra que a entidade já nasce com peso. As sócias-fundadoras da associação e seus respectivos representantes foram: AGV Logística, representada pelo seu presidente, Vasco Carvalho Oliveira Neto; Brado Logística (José Luís Demeterco, CEO); DHL do Brasil (Eduardo Nogueira, diretor Jurídico); Elog (representada pelo presidente do Tecondi, Luís Augusto Ópice); Gafor (Sérgio Maggi Jr., presidente); Golden Cargo (Oswaldo Dias de Castro Jr., diretor-geral); Grupo TPC (Luís Eduardo Chamadoiro, vice-presidente); Libra Logística (Sebastião Furquim, diretor-geral); Penske Logistics (Paulo Augusto Sarti, diretor-presidente no Brasil); Rapidão Cometa (Américo Pereira Filho, presidente); TA Logística (Celso Delle Donne Lucchiari, presidente); Tegma Gestão Logística (Gennaro Odonne, diretor-presidente); Transportes Luft (Mário Mendonça, vice-presidente); Wilson, Sons, Logística (Thomas Rittscher III, diretor executivo); e Veloce Logística (Paulo Guedes, presidente). Pelo estatuto, poderão associar-se à ABOL empresas caracterizadas como operadores logísticos, que tenham em seu escopo o gerenciamento do todo ou de partes da cadeia logística, tendo competência para prestar, simultaneamente, serviços em ao menos três atividades básicas: controle de estoques, armazenagem e transportes. Para fazer parte da ABOL, a empresa deverá ter, ainda, faturamento acima dos R$ 100 milhões, considerando as atividades de uma única empresa ou do grupo, e possuir certificações ISO (International Organization for Standardization) ou SASSMAQ (Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde e Meio Ambiente). O “mentor intelectual” da ABOL é Luís Augusto Ópice, que no ano passado deu início ao movimento de reunir os demais operadores em torno da nova associação. “A ideia surgiu tempos atrás, quando fui convidado para concorrer à presidência da Aslog – Associação Brasileira de Logística. Quando me envolvi um pouco mais naquela entidade, percebi que ela representava os profissionais de logística, e não os operadores logísticos. Desisti de concorrer e fiquei com o assunto latente, de criar uma entidade que efetivamente representasse o setor. No ano passado, quando retornei às atividades num grande operador logístico, comecei a organizar a nova associação que agora surge”, conta Ópice. Segundo o executivo, a entidade já nasce com uma grande representatividade, pela importância das empresas fundadoras e pelo nível dos membros participantes. “O ato de fundação foi firmado pelas principais empresas nacionais e multinacionais que fazem operação logística no Brasil. Decidimos começar com um grupo menor para dar mais foco, mas outras empresas que não participaram deste primeiro momento serão muito bem-vindas. A ideia é, através de uma pauta de assuntos prioritários, começar a agir firmemente em defesa de nossos interesses”, conta Ópice. A pauta foi definida através de uma lista de temas elaborada pelas empresas fundadoras, da qual foram tirados alguns temas considerados por todos como mais prementes. Foi consensual a necessidade de focar, inicialmente, em poucos temas. Questões como relações sindicais, legislação trabalhista e tributária, regulamentação da atividade, além da infraestrutura logística, serão priorizadas. “A agenda é grande e rica, pois temos muitas questões pendentes, mas não vai dar para endereçar tudo de cara. Por isso decidimos priorizar estes temas que afetam mais diretamente nossa lucratividade e até mesmo o exercício de nossa atividade”, coloca o diretor-presidente da Wilson Sons, Logística, Thomas Rittscher. “Com uma atuação conjunta, podemos influir para evitar desvios e interferências que atrapalham muito nossos negócios”, continua. “Por exemplo, tem havido movimentos fortes de sindicatos e do poder público no entendimento de que algumas atividades das empresas são fins e, portanto, não podem ser terceirizadas. Isto é absurdo, é uma ingerência muito grande no negócio. Já chegamos a perder atividades que fazíamos para clientes por conta disso.” Outro sócio-fundador, Oswaldo Castro Jr., ressalta a homogeneidade do grupo, todo focado unicamente na operação logística. “Eu participo de outras associações e, de fato, embora algumas atividades e problemas sejam comuns, elas não cobriam integralmente as necessidades dos operadores logísticos. A ABOL já nasce agrupando empresas que têm como core a logística, formando uma entidade com interesses convergentes. Isto é muito bom, pois não há conflitos e o que for endereçado será do interesse de todos. E são todas empresas grandes, com faturamento acima dos R$ 100 milhões, o que dá mais representatividade”, acredita o diretor-geral da Golden Cargo. FONTE - TECNILOGISTICA

terça-feira, 7 de agosto de 2012

GUINDASTE DE 1500 t SERÁ UTILIZADO EM ESTÁDIO

O Corinthians divulgou em seu site oficial que o maior guindaste existente no Brasil começará a operar em agosto nas obras do estádio que está sendo construído em Itaquera, palco de abertura da Copa do Mundo de 2014. Com capacidade nominal de 1.500 toneladas e lança de 114 m, sua presença no canteiro marcará o início da fase de montagem da estrutura metálica da cobertura das arquibancadas, teto de aço e vidro cuja altura chegará a quase 60 m em relação ao gramado. Só para montar o guindaste, a Odebrecht Infraestrutura, responsável pela obra, estima que serão necessários 15 dias de trabalho. Com 2.200 trabalhadores em três turnos, as obras do estádio já registram um avanço de 45,17% e deverão ser concluídas em dezembro de 2013

Fonte - Blog do guindaste

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Inaugurada sábado em Passo Fundo (RS), a 300 quilômetros de Porto Alegre, a primeira fábrica de guindastes da americana Manitowoc na América Latina deve alcançar um índice de nacionalização da produção de 70% em três anos. No início, a unidade vai operar com 30% de peças e componentes adquiridos no Brasil, enquanto o restante será importado pela empresa dos Estados Unidos. A partir de 60% de nacionalização, a Manitowoc poderá financiar as vendas pelo BNDES. Por enquanto, os ítens mais importantes comprados no Brasil são os motores Cummins, mas a participação crescente de componentes locais permitirá redução de custos e dará mais competitividade aos produtos finais, disse o presidente mundial da empresa, Glen Tellock. A partir de 2013 operações como usinagem, solda e pintura serão feitas internamente, por exemplo. "É por isso que estamos aqui", disse Tellock, sem precisar o potencial de queda de preços dos equipamentos produzidos no Brasil em relação aos importados. Segundo o presidente da divisão de guindastes, Eric Etchart, a redução dependerá do volume de produção e a operação no país permitirá um atendimento mais rápido dos clientes locais. "Nossa política é nacionalizar o máximo possível, assim como na China, onde 95% dos componentes usados pela unidade local", disse Etchart. A nova fábrica começará a produzir dia 16 e já tem seis guindastes encomendados para entrega até julho. No primeiro ano de operação ela será focada na produção do modelo RT (rough terrain, na sigla em inglês), para uso em terrenos acidentados e em grandes obras como hidrelétricas, estaleiros e refinarias, e até o fim de 2012 serão produzidas 44 unidades, disse o diretor-geral da Manitowoc no Brasil, Mauro Nunes. Cada uma custa até R$ 1,6 milhão e no ano passado a empresa vendeu 140 delas em todas as regiões do país. Conforme Nunes, em julho de 2013 entrará em operação a linha de gruas para construção civil. Em 2011 a empresa vendeu 60 unidades do modelo no Brasil, todas importadas. A capacidade de produção da fábrica, de 300 guindastes dos dois modelos por ano, deverá ser preenchida até 2017, quando o número de funcionários deverá chegar a 300, ante os 55 atuais. O executivo disse ainda que no terceiro ano de operação a fábrica deve gerar faturamento anual de R$ 250 milhões. No início, as vendas serão concentradas no mercado interno, mas nos próximos anos as exportações para outros países da América do Sul poderão absorver até 20% da produção. De acordo com o vice-presidente executivo da empresa para as Américas, Lawrence Weyers, a unidade de Passo Fundo tem 30 mil m2 de área construída, mas foi planejada para até triplicar de tamanho. A fábrica foi construída em um terrenos de 450 hectares doado pela prefeitura, que concedeu isenção de IPTU para o projeto. O investimento total da fábrica somou R$ 75 milhões e será integralmente financiado pelo programa de incentivos fiscais Fundopem, do governo estadual, que prevê a redução no recolhimento do ICMS pela empresa durante até oito anos. FONTE - SINDIPESA

quarta-feira, 21 de março de 2012

ACIDENTE NA BR-040 COM CARGA ESPECIAL

O acidente, foi na tarde do sábado 17/03, quando um ônibus da empreiteira Conenge trazia um grupo de trabalhadores da mineradora de ouro Kinross, de volta para casa em Ipatinga.
No KM-395, da BR-040, segundo informações extraoficiais (a perícia da Polícia Civil só sai dentro de 30 dias, no mínimo), o motorista do ônibus iniciou uma ultrapassagem. Em sentido contrário, trafegava uma carreta com excesso lateral, levando uma torre de usina eólica.

O carro batedor sinalizou para o coletivo, mas o condutor do coletivo não conseguiu desviar o suficiente e evitar que o tubo de aço, transportado pela carreta, rasgasse a lateral esquerda do coletivo.

A maioria dos trabalhadores, sentada desse lado do coletivo, morreu na hora ou saiu com ferimentos muitos graves. Na madrugada de hoje saiu a primeira lista, divulgada pelo Corpo de Bombeiros em Curvelo.

No fim da manhã deste domingo a diretoria da Conenge, localizada no bairro Iguaçu, em Ipatinga, divulgou a lista oficial de mortos e os respectivos locais para o sepultamento. A chegada dos corpos está prevista para o fim da tarde de hoje.

O acidente envolveu o ônibus placa GVH-5638 de Ipatinga, de propriedade da empresa Conenge e a carreta placa DAJ-9556 de Santo André/SP. O motorista da carreta nada sofreu. Já o motorista do ônibus teve ferimentos leves e deverá prestar esclarecimentos ainda neste domingo, no inquérito que será instaurado para apurar o caso.

Inquérito

Em entrevista à Rede Itatiaia de Rádio na manhã deste domingo, o delegado regional de Curvelo, André Pelli, afirmou que a Polícia Civil já instaurou inquérito para apurar as causas do acidente. "O motorista do ônibus foi para um hospital e está ainda em atendimento. Nossa prioridade é a liberação de corpos. Assim que ele for liberado será ouvido para a apuração de culpa, dele ou do outro motorista. Mas não vamos prejulgar os fatos", afirmou o delegado.

“Foi uma fatalidade”

ENTENDA COMO FOI O ACIDENTE

Debaixo de chuva, a colisão entre um ônibus da empreiteira Conenge, de Ipatinga, e uma carreta, deixou 29 pessoas feridas e 15 trabalhadores mortos. Outras 10 pessoas saíram com ferimentos leves. O acidente foi por volta das 14h30, no km 395 da BR-040, próximo à cidade de Felixlândia.

Os sobreviventes feridos foram transportados para hospitais de Curvelo e Sete Lagoas, as duas cidades maiores e mais próximas do local do acidente.

O corpo de Bombeiros precisou usar um helicóptero para chegar ao local, onde as vítimas eram resgatadas entre as ferragens. Dois sobreviventes foram levados para o Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte. Já os mortos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Curvelo. Há dificuldades para se identificar a lista completa de mortos, o que só deve sair neste domingo.

A chuva intensa desse sábado, na região central de Minas dificultou ainda mais o trabalho de resgate das vítimas. A Polícia Militar empenhou viaturas e um helicóptero no apoio aos trabalhos da Polícia Rodoviária Federal

Origem

Segundo as primeiras informações, dos Bombeiros Militares e do jornal Hoje em Dia, o ônibus placas GVH-5638, fretado pela empresa Conenge, de Ipatinga, transportava de volta da cidade de Paracatu trabalhadores que estavam na mineradora de ouro Kinross.

O grupo tinha iniciado um trabalho na mina terça-feira passada. A maioria dos trabalhadores era formada por mecânicos de manutenção, do Vale do Aço.

Os sobreviventes relataram que um tubo de aço, transportado pelo caminhão que colidiu no sentido contrário com o ônibus, rasgou toda a lateral esquerda do ônibus. Todos os mortos e feridos graves estavam sentados deste lado.

Entre os sobreviventes estão os operários César Júnior e Marcos José Nunes, que contam os momentos que viveram durante o acidente.

Relatos

A carreta, da transportadora Tomé, seguia no sentido a Brasília, levando um grande tubo de aço, com excesso lateral. Entretanto, o deslocamento rodoviário da peça tinha acompanhamento.

O motorista de um dos veículos batedores disse à PRF que o ônibus fez uma ultrapassagem. O batedor garante que alertou pelos faróis, mas o ônibus não parou e esbarrou em uma das pontas da carga da carreta, que "rasgou" de fora a fora uma das laterias do coletivo.

FONTE - JORNAL DIÁRIO DO AÇO

quinta-feira, 15 de março de 2012

MANITOWOC INAUGURA FÁBRICA NO FINAL DO MÊS

Atenta ao mercado nacional de infraestrutura e energia, a Manitowoc Brasil inaugurará no dia 31 de março sua nova fábrica de guindastes no distrito industrial de Passo Fundo (RS).
O objetivo da empresa, que investiu R$ 75 milhões na planta, é atender mercados potenciais nas áreas de exploração de petróleo na camada do pré-sal e de grandes obras de infraestrutura, como aeroportos e estádios para a Copa 2014, entre outros. "Só em hotéis, estão projetadas 300 novas obras até 2014", afirmou Mauro Nunes da Silva, presidente da Manitowoc Brasil.

Instalada em um terreno de 45 hectares, a planta industrial deve gerar 350 empregos diretos e terá três linhas de produção. A primeira entrará em operação em março e, até o final do ano, deverá lançar 44 guindastes com motores a diesel. A segunda linha está prevista para operar em julho de 2013 e a terceira, em julho de 2014. Com índice de nacionalização entre 30% e 40%, a produção conjunta das três linhas será de 300 guindastes por ano.

FONTE - REVISTA M&T

quarta-feira, 14 de março de 2012

ZOOMLION LANÇA GUINDASTE TRUCK-CRANE de 75 ton COM 4 EIXOS DIRECIONÁVEIS

Mais uma proeza chinesa em rumo ao domínio mundial, passando pelo Brasil, informa que o guindaste ZMC75 da Zoomlion, o primeiro desenvolvido exclusivamente para as necessidades específicas do mercado brasileiro.

O ZMC75 destaca-se pelo chassis com quatro eixos direcionáveis – tecnologia patenteada, que permite um menor raio de giro e melhora em muito a dirigibilidade, tornando muito mais fácil e ágil deslocar e posicionar o equipamento em qualquer situação, o que significa economia de tempo e, consequentemente, redução de custos.

Entre os diferenciais do ZMC75, estão:

• Eliminação de qualquer possibilidade de movimentos bruscos no processo de içamento ou de descida da carga em função de um novo sistema hidráulico desenvolvido especificamente para este projeto. Como as operações de giro e de elevação da carga foram significantemente aprimoradas, ficam garantidas variações de velocidade suaves e estáveis;

• Maior estabilidade em todas as operações e redução das vibrações e impactos durante os processos de inclinação, abertura e fechamento da lança: a Zoomlion aperfeiçoou o posicionamento do cilindro de inclinação da lança neste novo projeto e conseguiu rebaixar o centro de gravidade do conjunto;

• Novo sistema inteligente de calibração e diagnóstico de falhas, que permite a aferição e calibração do computador sem a necessidade de içamento de um peso conhecido;

• Processamento de dados em tempo real pela CPU instalada no equipamento;

• Sensores de pressão de alta confiabilidade.

De acordo com Ricardo Machado, gerente geral de guindastes da Brasif revendedor oficial para o mercado Brasileiro, “o ZMC75 oferece, definitivamente, a melhor relação custo-benefício no segmento de truck-cranes com capacidade até 75 t, aliando tecnologia de ponta, baixo custo e alto desempenho, tanto nas tarefas de canteiro, quanto nos deslocamentos ”. E Machado complementa: “este segmento representa aproximadamente 70% do mercado brasileiro de guindastes”.

FONTE - BLOG DO GUINDASTE

segunda-feira, 12 de março de 2012

ADOLFO RODOLFO - ADMINISTRANDO O TEMPO

Atualmente, dizer que está sem tempo é tão comum que dificilmente é possível conversar com alguém por cinco minutos, sem que a escassez das horas seja mencionada. É claro que existem aqueles que acreditam que não ter tempo significa competência profissional, mas há controvérsias.

E quanto mais se criam tecnologias, úteis para realizar alguns trabalhos que antes eram feitos manualmente, menos se consegue utilizar adequadamente as mesmas 24 horas diárias.

O responsável pela falta de tempo é a própria pessoa, ao fazer mau uso da tecnologia (acessando e-mails a cada 5 minutos, utilizando o celular a cada 10 minutos, etc.) e/ou administrar inadequadamente o seu tempo, acaba não concluindo o que lhe é solicitado.

Se observar bem, os motivos que impedem o cumprimento das metas diárias são tão “silenciosos” e sutis, que se não estiver muito atento, um projeto que poderia ser realizado em duas horas, poderá levar meses, sem que esteja concluído.

Muitas vezes, ao iniciar um trabalho, algumas pessoas não veem a importância de se planejar cada atividade, organizando-a e se concentrando a cada uma, individualmente.

Assim, muitas tarefas são feitas num mesmo instante, o que prejudica não somente o tempo de conclusão de cada uma delas, mas a qualidade que se espera de cada trabalho. Neste caso, a dica é: inicie e conclua uma tarefa, para depois iniciar outra. Quando o trabalho é feito de uma maneira contínua, além de mais eficaz, levará menos tempo. Mas se a tarefa for muito longa ou se houver várias a serem realizadas?

Neste caso, é importante verificar o prazo de entrega de cada uma, de modo a priorizar aquelas de menor prazo de entrega. Nos casos em que a tarefa é muito longa, é importante que dedique parte do dia para realizá-la e assim, diariamente será possível fazer uma parte, até que seja concluída. Mas e as interrupções? Como concluir uma tarefa, com tantas interrupções?

Existem várias maneiras de administrar as interrupções. É preciso separar um momento do dia para trabalhar a portas fechadas e se manter isolado por um tempo. Oriente as pessoas, sinalizando que não pode ser incomodado. E se as pessoas que interrompem são os clientes?

É importante que tenha pessoas preparadas para tal atividade. Assim, nem o seu cliente é mal atendido, nem você deixa de estruturar melhores ferramentas e soluções para que a empresa progrida. Gerir o tempo é importante, porém não seja rígido. Haverá alguns momentos em que é necessário fazer o atendimento em circunstâncias diferentes do programado. Esteja aberto para essas exceções.

Para isso, o autoconhecimento é fundamental. Se você tem maior facilidade para concentrar-se na parte da manhã, então, reserve este horário para trabalhar sozinho. As demais atividades devem acompanhar o mesmo ritmo. Avalie se todas as atividades devem realmente ser feitas por você. Muitas vezes, tarefas menos complexas podem ser delegadas e não são por pura distração ou por hábito de fazê-la. Então, à medida que se sentir mais sobrecarregado, verifique o que pode ser delegado à outra pessoa. Acompanhe esse profissional até que ele se sinta seguro de que a atividade será concluída, mesmo que você não esteja por perto.

Ao final de cada dia, verifique se as tarefas que listou para fazer foram realmente realizadas. Quando a pessoa faz isso, é possível acompanhar o seu ritmo de trabalho, a sua produtividade e melhorar o seu comportamento no dia seguinte. A questão não é administrar o tempo para trabalhar cada vez mais, tornando-se uma máquina de produção, mas para que consiga fazer o que tem que se feito.

É preciso reforçar, que não existe qualquer expectativa ou pretensão de que esse texto modifique os hábitos de uma pessoa, mas existe a esperança de que ao menos aponte outras possibilidades, porque quando se deseja mudar, uma linha basta. Mas, quando a vontade de mudar não existe, uma Bíblia seria insuficiente. Pense nisso!

sexta-feira, 9 de março de 2012

EMPRESÁRIO JÚLIO SIMÕES MORRE EM SP

Afastado do grupo há 11 anos, Simões morreu vítima de complicações cardiorrespitarórias

O grupo JSL, é um dos maiores do setor de transporte e logística do País

O empresário Júlio Simões, fundador do grupo JSL, um dos maiores do setor de transporte e logística do País, morreu na madrugada desta quinta-feira (8), aos 84 anos, em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo.

Simões estava afastado havia 11 anos da direção do grupo que fundou em 1956, mas ainda dava conselhos ao filho Fernando Simões, atual diretor-presidente da companhia.

Segundo a assessoria da JLS, Simões morreu vítima de complicações cardiorrespiratórias. Seu corpo foi enterrado hoje no cemitério Parque das Oliveiras, em Mogi das Cruzes.

Figura lendária no setor de transportes, Simões chegou ao Brasil, vindo de Portugal, em 1952, para trabalhar como mecânico, primeiro para um tio e depois em uma empresa de ônibus, em Mogi das Cruzes. Mas foi transportando produtos hortifrutigranjeiros de Mogi para o Rio de Janeiro, como caminhoneiro, que ele daria início à sua trajetória de empresário vencedor.

Depois de se especializar em cargas pesadas, em 1956 ele fundou a TJS (Transportadora Julio Simões), empresa que se tornaria a maior operadora logística do País no modal rodoviário.

Durante sua gestão, Simões diversificou o portfólio de serviços da empresa, que passou a oferecer soluções customizadas, de acordo com as necessidades de seus clientes, reduzindo com isso os custos e aumentando a eficiência.

A empresa também passou a fazer aquisições e quando deixou o comando da companhia, em 2001, a JSL, além de atuar no segmento de transporte de cargas, sendo a maior operadora logística no modal rodoviário, também atuava no transporte de passageiros, coleta de lixo, seguros, comercialização de automóveis, locação de veículos para frotas entre outras atividades.

As bases do empresário propiciaram um crescimento exponencial da companhia na primeira década de 2000. A empresa aumentaria em quase 10 vezes o seu tamanho no período, saltando de uma receita líquida de R$ 181 milhões em 2000 para R$ 1,5 bilhão em 2009.

Hoje, a companhia que Simões fundou possui 18 mil colaboradores em todo o Brasil e em quatro países da América Latina e conta com uma frota de 31,4 mil ativos, entre veículos leves, caminhões, carretas, ônibus, máquinas e equipamentos.

Simões deixa esposa, cinco filhos, além de netos.

FONTE - SINDIPESA

quarta-feira, 7 de março de 2012

PORTO DE PARANAGUÁ SE ESPECIALIZA NA MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS ESPECIAIS

Peças gigantes espalhadas ao longo do cais e em pontos da área primária do Porto de Paranaguá. Para quem está acostumado a ver as cargas de granel e contêineres sendo movimentadas pelo Porto, estes equipamentos de grande porte tem mudado a paisagem de quem visita o terminal paranaense.

Na semana passada, mais uma peça gigante desembarcou em Paranaguá. Trata-se de uma prensa de 160 toneladas e 5,3 metros de altura, para a empresa WHB Fundição. Além da adaptação logística dentro do Porto, o transporte do equipamento também exige cuidados. Para levar a prensa até Curitiba, onde será instalada, será necessário um caminhão com 71 metros de comprimento.

Receber equipamentos desta magnitude já não é mais novidade no Porto de Paranaguá, que nos últimos meses recebeu peças destinadas a diferentes projetos de grande porte. Até meados de 2012, o porto receberá cerca de 30 mil toneladas em peças para a construção da maior fábrica de celulose do mundo, que esta sendo feita em Três Lagoas (MS), da Eldorado Papel e Celulose, bem como peças da nova unidade da Arauco do Brasil. que está sendo instalada em Jaguaraíva, no Paraná.Esse tipo de operação portuária é caracterizada como uma operação especial. Exige definição prévia do berço de atracação, de acordo com o espaço disponível para manobrar as cargas e a capacidade do piso, além da logística para saída do terminal.

“A facilidade de atracação, o calado, o tamanho de cais e a capacidade do piso são fundamentais para receber peças com esse porte diferenciado. Poucos portos no país oferecem as condições disponíveis em Paranaguá para estas operações”, afirma o superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Airton Maron. “Temos feito um grande esforço para divulgar essa capacidade de infraestrutura e, ao mesmo tempo, oferecer novas facilidades aos operadores”, diz.

ESTRUTURA – O porto está concluindo uma licitação para construção de um portão especial, com largura e capacidade de manobra facilitadas para esse tipo de peças, destinadas a grandes projetos. Em outra frente de trabalho, será preparada uma nova área, fora da zona primária do porto, para armazenagem de peças de grande porte.

O acesso do Porto de Paranaguá para outras regiões (reta única para sair da cidade e ter acesso a rodovias, sem passar no meio de outras cidades para chegar a outros estados) é considerado um dos melhores do país, mas o esforço da administração do porto para facilitar a movimentação de cargas é reconhecido pelos operadores portuários.

“Um dos principais fatores facilitadores em Paranaguá é o acesso à autoridade portuária. Hoje existe acesso fácil e somos atendidos rapidamente para fazer a programação dos navios, obter autorização de entrada e saída e a alocação de espaço para equipamentos”, afirma Manuel J.H. Rosa Jr, gerente operacional da TWJM, operadora logística que trabalha com cargas especiais em Paranaguá.

O operador destaca ainda a qualidade da mão-de-obra dos trabalhadores avulsos empregados pelas operadoras parceiras dos projetos, que são várias. “São diversas empresas e todas estão capacitadas para atuar nesses projetos. Paranaguá também é um dos terminais que mais oferece facilidades operacionais com a mão-de-obra, sem atrito com sindicatos”, explica.

A inexistência de obrigatoriedade na contratação de operadores de cargas é outro fator facilitador para as operações em Paranaguá, dando maior maleabilidade no preço e na gestão da operação. “Além disso, Paranaguá tem uma das taxas mais baixas do país e ainda oferece 15 dias de free-time para contêineres, o que incentiva que a carga seja movimentada rapidamente, em vez de ficar armazenada”, afirma o operador.

Já passaram por Paranaguá também as peças para a ampliação da fábrica da Incepa, em São Mateus do Sul (PR), e para a construção de moinhos de cimento em uma unidade da Votorantin em Rio Branco do Sul (PR). Fora isso, todo o equipamento usado na implantação de uma fábrica de papel da Klabin, em Telêmaco Borba (PR), também chegou por Paranaguá.

Peças gigantes espalhadas ao longo do cais e em pontos da área primária do Porto de Paranaguá. Para quem está acostumado a ver as cargas de granel e contêineres sendo movimentadas pelo Porto, estes equipamentos de grande porte tem mudado a paisagem de quem visita o terminal paranaense.

Receber equipamentos desta magnitude já não é mais novidade no Porto de Paranaguá, que nos últimos meses recebeu peças destinadas a diferentes projetos de grande porte. Até meados de 2012, o porto receberá cerca de 30 mil toneladas em peças para a construção da maior fábrica de celulose do mundo, que esta sendo feita em Três Lagoas (MS), da Eldorado Papel e Celulose, bem como peças da nova unidade da Arauco do Brasil. que está sendo instalada em Jaguaraíva, no Paraná.

Esse tipo de operação portuária é caracterizada como uma operação especial. Exige definição prévia do berço de atracação, de acordo com o espaço disponível para manobrar as cargas e a capacidade do piso, além da logística para saída do terminal.

O porto está concluindo uma licitação para construção de um portão especial, com largura e capacidade de manobra facilitadas para esse tipo de peças, destinadas a grandes projetos. Em outra frente de trabalho, será preparada uma nova área, fora da zona primária do porto, para armazenagem de peças de grande porte.

FONTE - SINDIPESA

segunda-feira, 5 de março de 2012

GUINDASTE TRICICLO PARA 3 ton

Não faltava mais nada, mais curioso do que funcional, recebi por e-mail esse novo tipo de guindaste. Tomara que esta moda não pegue no Brasil, se não vai ter empresa de entrega rápida se especializando em içamento de carga, já imaginou?

Algumas características do equipamento:

•Capacidade 3t
•Altura máxima 15m
•Velocidade máxima 40km/h
•Patolamento 2,9×2,2m
•Dimensões (CxLxA) 5,1 x 1,6 x 2,2m
•Peso 3,2t


FONTE - BLOG DO GUINDASTE

sexta-feira, 2 de março de 2012

PEÇA DE 51 ton CAI E FECHA RODOVIA EM RIO GRANDE- RS

Trânsito está interrompido na ERS-734, em Rio Grande, desde as 14h.
Transportadora acionou seguro, mas não há previsão para retirada da peça.

Um acidente na tarde desta quinta-feira (1) bloqueou o trânsito na ERS-734, em Rio Grande, no sul do estado. Um caminhão com placas de Santana do Livramento (RS) transportava uma peça metálica de 51 toneladas que ia do porto de Rio Grande ao Polo Petroquímico de Triunfo. Ao fazer a curva no viaduto, a peça se desprendeu. Desde 14h o trânsito na rodovia está interrompido.

Não há previsão para a retirada da peça, parte de um conjunto que será usado nas instalações de uma fábrica de derivados de plástico. A estrutura foi importada da China e está sendo transportada aos poucos para Triunfo. A transportadora já acionou o seguro e tenta viabilizar guindastes para içar a estrutura.

A ERS-734 liga o centro de Rio Grande à praia do Cassino. O Comando Regional da Brigada Militar recomenda aos motoristas que utilizem desvios. Quem vier do centro de Rio Grande deve evitar o viaduto e pegar o acesso pelo bairro Jardim do Sol. Quem vier do Cassino deve entrar no bairro Parque São Pedro e seguir até chegar à BR-392.

FONTE - G1

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

SINDIPESA CRIA COMITÊ TÉCNICO PARA SEGURANÇA NAS OPERAÇÕES COM GUINDASTES

O comitê, que tem como objetivo promover discussão sobre o tema segurança nas operações com guindastes, será coordenado pelo Eng.º Camilo Filho e tem 1ª reunião agendada para o dia 5 de março. Outros objetivos desse comitê, são os seguintes:

> Promover o desenvolvimento do conhecimento científico relativo às operações com guindastes;

> Criar um fórum permanente de discussão sobre o tema segurança nas operações com guindastes;

> Ajudar a estabelecer padrões tecnológicos;

> Formar parcerias e alianças com órgãos governamentais, usuários e indústria com vistas a certificação de operadores e demais envolvidos na operação de guindastes;

> Promover a aceitação, desenvolvimento e implementação de normas de segurança;

> Ajudar no aumento da segurança nas operações de guindastes através da divulgação de informações técnicas e de engenharia;;

> Promover o debate de questões tecnológicas e preocupações legislativas e regulamentares (nacional e mundial) que afetam a operação de guindastes.

> Promover a normalização e simplificação de terminologia e classificação para a harmonização a nível mundial.

A 1ª reunião agendada para o dia 5 de março tem como objetivo definir a forma de funcionamento do comitê, estabelecer uma agenda mensal de trabalhos e definir os temas prioritários, de interesse das associadas.

A participação está aberta a todas as empresas associadas ao Sindipesa.

Maiores informações podem ser obtidas através do telefone 11-38873852 ou do email: sindipesa@sindipesa.com.br

FONTE - SINDIPESA

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

TUBARÃO DE 12m É RETIRADO COM AUXÍLIO DE 02 GUINDASTES

Um exemplar de tubarão-baleia com 12 metros de comprimento e cerca de sete toneladas de peso foi encontrado por pescadores na região de Karachi, no Paquistão. As autoridades locais tiveram de usar um guindaste para retirar o animal morto das águas do mar da arábia. A dimensão do peixe atraiu uma multidão de curiosos ao local. A espécie costuma viver em mares quentes e pode chegar a medir até 20 metros e pesar 13 toneladas. Identificado em 1828, o tubarão-baleia alimenta-se de plâncton, macro-algas, além de invertebrados e pequenos polvos. Os tubarões-baleia são as maiores espécies de tubarão, e ainda o maior peixe conhecido

FONTE - TERRA

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

LIEBHERR RETOMA A PRODUÇÃO DE GUINDASTES DE NO BRASIL

Em uma parceria com suas fábricas na Alemanha e Espanha, a Liebherr voltará a produzir guindastes de torre no Brasil, em uma combinação da conceituada tecnologia alemã com a produção local.

A parceria foi anunciada no último dia 20 de dezembro e será um trabalho do Grupo Liebherr para a produção dessa linha de equipamento. A Liebherr, com vasto know-how na área de gruas, vê no mercado brasileiro uma demanda crescente por um equipamento versátil, seguro e de alto desempenho que atenda o setor imobiliário.

O boom nesse setor da economia, que teve alta de aproximadamente 25% nos últimos 12 meses, necessita de equipamentos que aumentem a produtividade dos canteiros de obra espalhados por todo país. Projetado especialmente para atender a esse mercado, o guindaste de torre modelo 85EC-B5 será produzido no Brasil já a partir de janeiro de 2012.

Baseado em padrões e normas internacionais, o modelo 85EC-B5 possui 5.000Kg de capacidade máxima, 50m de alcance e até 1.300Kg de capacidade na ponta, além disso, atinge 46,2m de altura sem ancoragem, o que elimina ou reduz custos com ancoragem na obra. O mecanismo de elevação de 22kW, acionado por inversor de frequência, garante maior aproveitamento da potência instalada e maior produtividade, com velocidades de até 80m/min e capacidade de cabo para até 240m de altura. O transporte é ainda otimizado com segmentos de torre de 1,2m x 1,2m, que podem ser perfeitamente acomodados em uma carreta do tipo “carga seca”.

Para o gerente comercial responsável pela divisão de guindastes de torre da Liebherr no Brasil, Luiz Meirelles, “ter a engenharia de projetos e o know-how do grupo Liebherr a serviço da produção de um equipamento voltado para atender às necessidades do mercado imobiliário brasileiro é, sem dúvida, um diferencial. Coloca o 85EC-B5 em destaque, quando consideramos sua produtividade, vida-útil, segurança, além do suporte técnico da Liebherr ao cliente nas áreas de engenharia de projeto, pós-vendas e treinamento operacional”. Por ocasião do desenvolvimento do projeto básico do guindaste LR 13000, este conceito de lança já foi levado em consideração. Isto significou que desde o início já foi prevista esta possível a utilização desse sistema inovador. Os incrementos da capacidade de carga no luffing jib são especialmente elevados, pois são resultantes de um duplo efeito tanto pelo maior momento de torção do PowerBoom quanto pela utilização de elementos treliçados especialmente resistentes. Para a lança P, na parte paralela, são utilizados os elementos convencionais do luffing jib treliçado standard da máquina. Os elementos originais da lança principal simples passam então a ser montados como luffing jib do PoweBoom.

O desenvolvimento deste inovador sistema de lança P é um marco na ofensiva LIEBHERR de lançamento produtos no segmento de guindaste de lança treliçada. Isto inclui o desenvolvimento de um guindaste novo e a otimização de produto existente.

FONTE - REVISTA GRANDES CONSTRUÇÕES

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

GUINDASTE ATINGE PRÉDIO EM CONTAGEM - MG

Um guindaste atingiu um prédio, na tarde desta segunda-feira (30), em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu na Rua Joaquim José, no bairro Fonte Grande.

Terezinha Meira, vizinha do edifício atingido, conta que o guindaste trabalhava na retirada de árvores no local quando bateu no prédio. “Ouvi o barulho e saí correndo para ver o que tinha acontecido”, relata. Segundo a moradora, a construção faz parte de um conjunto composto por 14 prédios.

Segundo o Corpo de Bombeiros, dois apartamentos foram atingidos e, por isso, foram interditados pela Defesa Civil de Contagem. Por volta das 16h, o órgão informou que foi notificado e que faria uma avaliação da edificação para verificar se houve danos na estrutura.

As polícias Civil e Militar também foram acionadas. De acordo com o Corpo de Bombeiros, ninguém ficou ferido.

FONTE - MOGITRONIC NEWS

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

GUINDASTE DA SANY OPERA EM PARQUE EÓLICO DO CE

No final de 2011, o guindaste sobre esteira modelo SCC2500, fabricado pela Sany, operou no projeto “Mudança de componentes do vento”, conduzido pela Makro Engenharia no parque eólico do Ceará.

O objetivo da operação foi movimentar componentes de turbinas de energia eólica da Suzlon do Brasil, subsidiária brasileira do grupo indiano Suzlon, fabricante dos equipamentos.

Instalado no pátio de armazenamento da Suzlon na cidade de Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza (CE), o equipamento de 250 toneladas movimentou pás eólicas para dar espaço às nacelles (compartimentos instalados no alto da torre e que abrigam todo o mecanismo do gerador), nose cones, hubs e contêineres trazidos do Porto de Mucuripe, também no Ceará.

“O SCC2500 garantiu a viabilidade operacional deste projeto”, diz José Junior, gerente operacional da Makro Engenharia. “Foi posicionado para atender toda a movimentação, permitindo a vazão do descarregamento com a velocidade e a segurança exigidas neste tipo operação.”

FONTE - REVISTA M&T

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

TEREX ENTREGA DOIS REACH STACKERS CUSTOMIZADOS PARA A MULTIRIO

A Terex Cranes estabeleceu um novo recorde de desempenho com a customizada versão de alta capacidade do seu renomado reach stacker Terex TFC 46M HC, comercializados para a MultiRio Operações Portuárias S.A, uma das empresas líderes do setor no Brasil.

Produzidos na fábrica da Terex Cranes em Montceau-les-Mines, na França, e entregues via Equiport, distribuidora dos equipamentos portuários da Terex no Brasil, as duas unidades Terex® TFC46MS HC foram especialmente adaptadas para atender às necessidades de um contrato de manipulação de carga vencido pela MultiRio no início desse ano para operar no Terminal II do Porto do Rio de Janeiro.

Construído para trabalhar tanto na manipulação de container como em aplicações com o bloco de gancho, o Terex® TFC 46MS HC traz a versatilidade dos acessórios dedicados e a precisão para acessar e manipular cargas suavemente e eficientemente. Esse reach stacker customizado foi construído com entre-eixos de 6,5 metros e equipado com pneus padronizados. O peso bruto da unidade é de 75 toneladas com o top-pick spreader ou 69 toneladas com o bloco do gancho com 60 toneladas de capacidade de elevação

FONTE - BLOG DO GUINDASTE

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

GUINDASTE ARTICULADO PERMITE OPERAÇÕES EM 360º

Fabricante nacional de guindastes e equipamentos hidráulicos, a gaúcha IMAP acaba de lançar seu novo modelo articulado IM-60. Como diferencial, o guindaste apresenta capacidade de operação em 360º, superando as limitações de giro até então comuns aos equipamentos da categoria.

Com alcance de 23,2 metros na horizontal e 27 metros na vertical, o equipamento possui seis lanças hidráulicas e três manuais, além de comportar guincho de carga com capacidade de 3 toneladas por perna, podendo chegar a 9 toneladas com as reduções.

Indicado para movimentação de materiais em apoio a obras, sua capacidade no eixo é de 60 toneladas e a capacidade útil, a 2,1 metros de raio, de 27 toneladas. Segundo o fabricante, o novo guindaste requer instalação em equipamentos com peso bruto total de 23.000 kg ou superior.

FONTE - REVISTA M&T

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

ADOLFO RODOLFO - VOCÊ ESTÁ COMPROMETIDO COM A EMPRESA?

Atualmente, profissionais comprometidos passam a ser destaque, diante de pessoas que não valorizam o planejamento, o processo de aprendizagem e a determinação nas decisões. Nesse sentido, o comprometimento é um desafio que representa expressivo diferencial competitivo, na busca por melhores resultados para a superação de metas e valorização do conhecimento humano.

E como está o grau de seu comprometimento? Como ser comprometido com as decisões, se há insegurança em aceitar as mudanças? Como ser comprometido, se o medo é maior que a ação? Observe a seguir, que o comprometimento não acontece em um passe de mágica, mas exige de você, a vontade de acreditar no seu potencial.

Você aceita as mudanças como uma oportunidade? Em decorrência do comodismo, estabilidade ou insegurança, o desafio de aceitar uma mudança gera conflitos e uma sensação de desconforto. Quantas pessoas você conhece que reclamam constantemente da empresa que trabalham? Você conhece pessoas que reclamam diariamente que são infelizes no casamento? Quantas pessoas você conhece que abandonam as decisões, por insegurança de aceitar uma mudança como oportunidade? O que essas pessoas fazem na prática? Simplesmente reclamam e não praticam nenhuma mudança.

Há pessoas que reclamam da empresa, mas não são capazes de concluírem suas atividades com dedicação. Também existem aquelas que querem ser as primeiras colocadas, mas quando a empresa convida para um treinamento, dizem que no dia a dia, o ensinamento não funciona. Uma pessoa que somente reclama e não coloca em prática uma mudança, está contaminada com um vírus, chamado comodismo.

Você acredita que toda ação tem uma reação? Cheguei a um posto de combustível. Ao descer do veículo, observei o frentista com uma aparência triste e com uma fisionomia de desânimo. Em uma rápida abordagem, constatei total despreparo e desqualificação. Quando perguntei sobre o preço da gasolina, esse funcionário do posto respondeu que ali era o preço mais caro da cidade. E qual o propósito desse funcionário? A resposta é levar, em um curto espaço de tempo, a empresa à falência. Você concorda comigo? Imagine se a ação desse funcionário é praticada diariamente, durante o expediente de trabalho com outros clientes?

Quero que você faça uma reflexão sobre a história que acabo de relatar. Note que, para esse posto de combustível, passo a ser uma consumidora que não voltará mais. E quantos clientes vão fazer o mesmo?

Na nossa empresa, como está o seu comprometimento na decisão de encantar os clientes? As pessoas que fazem parte da sua equipe acreditam que toda ação oferece uma reação?

O tema comprometimento trás a reflexão de que um colaborador, indiferente da sua área de atuação, precisa vestir, transpirar e defender a camisa da organização. Acima de tudo, precisamos acreditar que nossas determinações vão resultar no encontro da satisfação com o fazer bem feito.

Estar comprometido com as decisões exige esforço para sair do comodismo e aceitar cada mudança como uma oportunidade. Significa entender, que toda ação tem uma reação, que pode contribuir para a contínua construção da sua trajetória de sucesso profissional.

Agora responda: Você está comprometido com suas decisões?

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

FLECHA DE PRATA LOGÍSTICA RECEBE 40 LINHAS DE EIXOS GOLDHOFER

O ano de 2011 foi mais um ano de fortes investimentos em equipamentos para área de Transportes Super Pesados na Flecha de Prata. A empresa com sede em Piracicaba destinou cerca de R$20milhões para aquisição de Linhas de Eixos, Cavalos Super Pesados, Pranchas Lagartixas de 4 Eixos normais e extensivas além de Dollys Intermediários.

Segundo o Diretor Comercial da Flecha de Prata Logística, Jhon Ferrazza, a estratégia da empresa é a de atender amplamente a carteira de clientes desde uma carga em caminhão truck até grandes projetos com perfil de cargas superpesadas.

Jhon vê o crescimento do Brasil e os grandes projetos em andamento como uma grande oportunidade para investimento em novos equipamentos e estruturação da empresa: “Apesar do momento de instabilidade da economia mundial, o Brasil conseguiu se firmar devido a sua necessidade imediata de crescimento, são as obras do PAC, projetos de energia e infra-estrutura em geral que motivam este momento positivo da nossa economia, a hora é agora!”.

Exemplo disso é a chegada de mais 40 linhas de Eixos da GOLDHOFER no Brasil que estréiam nos projetos de Celulose e construção de novas vias de transporte alternativos como os Metros.

Como Diretor da Relação com Fornecedores do Sindipesa, Jhon Ferrazza trabalha para incentivar a vinda de novos fornecedores ao Brasil trazendo tecnologia e melhorando o suporte aos clientes desse segmento, exemplo disso é joint-venture entre a FAYMONVILLE (Empresa da Bélgica) e a RODOLÍNEA (Curitiba-PR) que trabalham para a construção de uma nova planta no Brasil, com investimentos na fabricação de pranchas e eixos modulares em nosso país”.

Jhon aproveita para convidar demais fornecedores externos a também se estabelecerem no Brasil. "Este fator é de suma importância para o desenvolvimento e crescimento do nosso país e no Sindipesa continuaremos fomentando essa parceria para que mais empresas continuem trazendo a competitividade ao mercado brasileiro, beneficiando não só as associadas, mas a todos que atuam no transporte pesado", conclui o executivo da Flecha de Prata.

FONTE - SINDIPESA

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

CARGAS ESPECIAIS E GUINDASTES PODEM TER MAIS RESTRIÇÕES EM SP

Em dezembro, a Secretaria Municipal de Transportes publicou a Portaria 143/11, que restringe a circulação de caminhões na Marginal Tietê e em outras vias da cidade nos períodos das 10 às 16 horas e das 22 às 04 horas. No entanto, a nova Portaria diverge da 05/82, que regulamenta o transporte de cargas especiais para veículos portadores de Autorização Especial de Trânsito (AET).

O problema é que a Portaria 05/82 do Departamento de Operação do Sistema Viário (DSV) autoriza o trânsito dos veículos de transporte de cargas excedentes e guindastes das 09 às 16 horas e das 22 às 06 horas, ou seja, com a nova determinação ocorrerá uma perda de três horas diárias de operação.

Os técnicos da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) ainda não têm uma solução para a questão, mas indicam que as cargas especiais e guindastes podem continuar sendo autorizados conforme os horários previstos pela Portaria 05/82. Mas há um detalhe: os radares serão programados para fazer a fiscalização com base nas novas restrições e, evidentemente, não têm como diferenciar veículos portadores de AET dos demais.

Em vista disso, o Sindicato Nacional das Empresas de Transporte e Movimentação de Cargas Pesadas e Excepcionais (Sindipesa) e o Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (Setcesp) já se movimentam para tentar manter os antigos horários fixados pela Portaria 05/82.

FONTE - REVISTA M&T

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

ADOLFO RODOLFO - LIVRE-SE DE PESSOAS NEGATIVAS

Você já reparou como há pessoas que nos puxam para baixo? Estamos bem, felizes, contentes; basta essas pessoas chegarem e tudo começa a ficar azedo, triste. Elas já chegam com um olhar de censura, de quem “comeu e não gostou”, de quem “dormiu com os pés para fora do cobertor”.

Até o olhar delas, meio “farol baixo”, nos puxa para baixo! Observou como há pessoas para quem nada está bom? Tudo tem um defeito e todas as pessoas têm algum problema para elas. Falam mal de todo mundo e não suportam ninguém. Quando terminamos uma tarefa, elas só enxergam os defeitos. Quando as convidamos para um piquenique elas dizem que irá chover.

Você viu como há pessoas de mal com a vida? Irritadas, vivem culpando os outros pelos seus problemas. O mau humor é sua marca registrada. Parecem ter orgulho de sua cara fechada e de seu sorriso ausente. São pessoas incapazes de elogiar e de conviver.

Já reparou como há pessoas punitivas? Todos são culpados até que provem sua inocência. Chegam com o dedo em riste nos acusando de coisas que nem sequer sabemos do que se trata. Ficam profundamente infelizes com a menor felicidade alheia. Odeiam a alegria, o sorriso, a conversa informal. Punem tudo e a todos quase que como uma profissão de tempo integral.

Vejo essas pessoas em todos os lugares – na família, no trabalho, nas escolas, nos clubes e associações e até em trabalhos voluntários.

Me impressiono ao ver quanta gente faz a vida mais difícil do que ela já é. Quanta gente complica coisas simples. Pessoas que criticam tudo e na hora de ajudar dizem não ter tempo. Na hora de contribuir dizem não ter dinheiro. Na hora de carregar peso dizem ter problemas de coluna e assim por diante. Vivem para puxar os outros para baixo. Vivem para não fazer.

Vejo em associações e clubes o quanto essas pessoas estão presentes. Só criticam: a festa não foi boa, o café estava frio, as flores poderiam ser mais bonitas, etc. E vejo o mesmo nos ambientes de trabalho: nada presta, nada está bom. Elas azedam até baldes de antiácido!

Meu conselho é: livre-se das pessoas que puxam você para baixo! Afaste-se delas ou, no mínimo, não lhes dê nenhuma importância.

Deixe-as sofrer sozinhas, pois ninguém merece gente assim!

Pense nisso. Sucesso!

Texto de Luiz Marins

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

NOVAS PORTARIAS PODEM AUMENTAR RESTRIÇÕES AO TRANSPORTE DE CARGAS ESPECIAIS E GUINDASTES NA CIDADE DE SÃO PAULO

Com a publicação no último dia 10 de dezembro da Portaria 143/11 pela Secretaria Municipal de Transportes, restringindo a circulação de caminhões na Marginal Tietê e outras vias do Município de São Paulo nos períodos das 10:00 às 16 horas e das 22:00 às 04:00 horas, uma pergunta que toda empresa que transporta carga especial ou precisa transitar com guindastes deve estar se fazendo é, afinal que horários serão autorizados para o trânsito dos veículos portadores de AET: os fixados pela Portaria 05/82, específica para o transporte de cargas especiais ou a Portaria 143/11, recém baixada?

A razão para essa questão é a contradição flagrante entre as duas portarias. Enquanto o horário de trânsito dos veículos de transporte de cargas excedentes e guindastes, regulamentado pela Portaria 05/82 do DSV é das 09:00 às 16:00 horas e das 22:00 às 06:00 horas, pela nova Portaria 143/11 esses mesmos veículos estariam limitados aos períodos das 10:00 às 16 horas e das 22:00 às 04:00 horas. Uma perda de 3 horas diárias de operação.

Técnicos da CET consultados pelo Sindipesa não têm uma resposta ainda para essa questão. Acham que as cargas especiais e guindastes podem até continuar sendo autorizados conforme os horários previstos pela Portaria 05/82, o problema será combinar isso com os radares que estarão programados para fazer a fiscalização com base nas novas restrições e não têm como diferenciar veículos portadores de AET dos demais.

Diretores do Sindipesa e do Setcesp se reuniram ontem com os engenheiros Paulo Roberto Milano e Antonio Tadeu Prestes, respectivamente gerente e chefe do setor de emissão de AET’s da CET para tratar dessa questão. As entidades vão formalizar consulta e pleito no sentido da manutenção dos horários fixados pela Portaria 05/82.

FONTE - SINDIPESA

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

ACIDENTE COM GROVE NA HOLANDA ARRASTA CARRO

Acidente surpriendente que envolveu um guindaste todo terreno da Grove de quatro eixos em uma transversal de Roterdã na Holanda.

O que assusta é a velocidade que o guindaste se encontrava, pois segundo relato levou o carro de arrasto por aproximadamente 100m até sua parada total.

Um homem de 46 anos e uma mulher de 41 foram levados ao hospital apos serem retirados das ferragens, assista o video do acidente no link abaixo.

http://www.dumpert.nl/mediabase/1871641/a424cc3c/bam_kraanwagen_in_je_flank.html

FONTE - BLOG DO GUINDASTE

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

TRANSPORTES ESPECIAIS SOFRE COM A FALTA DE BATEDORES

Um dos requisitos mais importantes para a operação de transportes especiais, além da Autorização Especial de Trânsito – AET, é o que se refere ao acompanhamento dos veículos por batedores credenciados e das polícias rodoviárias, seja federal ou estadual.

Por exigência legal, sempre que a largura do conjunto transportador ultrapassar a 3,20m, o comprimento, a 25,0m; a altura, a 5,0m e o PBT, a 60,0t, o transporte da carga vai depender, além da AET, do acompanhamento por pelo menos um batedor credenciado.

Com o rápido incremento do número de operações ao longo dos últimos dois anos, resultado em grande parte da implantação de dezenas de projetos de energia eólica, nem as empresas especializadas, nem as polícias rodoviárias conseguiram ajustar seus investimentos em frota e motoristas batedores na quantidade necessária para atender o aumento explosivo da demanda por serviços de escolta.

O fato é que as transportadoras estão tendo muita dificuldade para contratar serviços de escolta, sofrendo com uma longa fila de espera e aumento de custos para cumprirem contratos de transportes que dependam do acompanhamento por batedores credenciados e policiais.

A situação se agrava na medida em que a ampliação da oferta dos serviços de batedores credenciados é processo moroso, tanto para o credenciamento do motorista batedor, quanto para a inclusão de veículos novos à frota, operação lenta e burocratizada.

FONTE - SINDIPESA

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

LIEBHERR EMBARCA O PRIMEIRO GUINDASTE SOBRE ESTEIRA TELESCÓPICO PARA O BRASIL

A Real Guindastes será a primeira empresa brasileira a possuir o LTR1060 da Liebherr, esta que já possui o LTR1100 para 100t na mesma categoria isto é: Guindaste telescópico sobre esteira. Agora aumentará seu numero e opções de equipamentos com este guindastes que está para chegar de 60t.

Com lança principal de 40m e jib que podem chegar a 16m demonstra que versatilidade é com ele mesmo.

Facil mobilidade, boa tabela de carga e um potencial no canteiro de obras, o LTR1060 é utilizado na montagem de peças pré-montadas, será muito utilizado na montagem dos pré-moldados dos estádios da copa.

Mais detalhes - http://www.liebherr.com/CR/en-GB/products_cr.wfw/id-13615-0/measure-metric

FONTE - BLOG DO GUINDASTE

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

SUPERPESA REALIZA OPERAÇÃO DE TRANSPORTE DE PEÇAS DE 300 TON

As cargas são levadas por via rodoviária até o porto de Vitória, no Espírito Santo e, em seguida, de navio até o porto de Suape em Pernambuco.

Confira abaixo os detalhes dessa importante operação:

Origem do transporte: Usiminas - Ipatinga/MG

Destino: Terminal Privativo de Uso Misto de Praia Mole - Porto de Praia Mole – Vitória/ES. Vamos mudar de modal para Aquaviário e navegar até o Porto de SUAPE. Mudando novamente de modal para rodoviário e entregando a carga na RNEST, Refinaria do Nordeste, ou Refinaria Abreu e Lima, localizada no município de Ipojuca (região metropolitana de Recife) em Pernambuco.

Embarcador: USIMINAS MECÂNICA

Número de viagens: 8 (oito) viagens, com 2 (dois) lotes de um comboio de 4 (quatro) carretas por viagem.

Tipos de modais utilizados: Rodoviário e Aquaviário

Origem e destino de cada modal: Rodoviário: Ipatinga/MG – Porto de Praia Mole/ES e Porto de SUAPE – RNEST.

Aquaviário: Porto de Praia Mole/ES – Porto de SUAPE/PE

Tipo de equipamento utilizado: Para cada conjunto: 2 x 1 VOLVO 520 + 1 SCANIA 580 + 20 eixos GOLDHOFER e 2 x 1 VOLVO 520 + 1 SCANIA 580 + 16 eixos GOLDHOFER

Peso da peça: 2 x 110,0tf + 2 x 160,0tf

Dimensões da peça: 2 x C: 32000 x L: 6871 x A: 6325 e 2 x C: 36000 x L: 6936 x A: 7446 (mm)

Tempo de transporte: Intermodal: 40 dias (planejado). O 1º lote levou 49 dias

O transporte do primeiro lote composto das Torres Atmosféricas teve inicio em 12/08/2011 e foi concluído em 01/10/2011.

O transporte do segundo lote está em andamento. Teve início em 20/11/2011. O trecho de Minas Gerais já foi concluído. Os veículos estão agora na divisa com o Espírito Santo, em Ibatiba, aguardando melhoras das condições climáticas. A previsão de chegada no Porto de Praia Mole/ES é para 11/12/2011, e na RNEST no final de dezembro/11 e/ou início de janeiro/12.

A Rnest, Refinaria do Nordeste, ou Refinaria Abreu e Lima, localizada no município de Ipojuca (região metropolitana de Recife) em Pernambuco, será a primeira refinaria de petróleo inteiramente construída com tecnologia nacional. A exemplo..., estas 4 (quatro) Torres fabricadas pela Usiminas em Ipatinga/MG, que ora estamos transportando para o Terminal Privativo de Uso Misto de Praia Mole - Porto de Praia Mole – Vitória/ES.

A Petrobras considera que essa refinaria será a mais moderna já construída em território nacional, pois será a primeira adaptada a processar 100% de petróleo pesado com o mínimo de impactos ambientais e produzir combustíveis com teor de enxofre menor do que o exigido pelos padrões internacionais mais rígidos, de 10 ppm de enxofre.

FONTE - SINDIPESA

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

ENERGIA EÓLICA VIRA "PRÉ-SAL DO SERTÃO" NA BAHIA

No próximo dia 30, a francesa Alstom inicia a produção de aerogeradores no Polo Industrial de Camaçari, região metropolitana de Salvador. Com a entrada em atividade, após investimentos de R$ 50 milhões, a empresa será a segunda no Estado a produzir maquinário para transformar vento em energia elétrica — a espanhola Gamesa está instalada desde julho no polo, após investimento semelhante.

Além delas, a americana GE Energy já assinou um protocolo de intenções com o governo da Bahia para se tornar a terceira a fabricar aerogeradores na Bahia, com investimento inicial projetado de R$ 45 milhões. A dinamarquesa Vestas, a maior do mundo no setor, também negocia com o governo. E a Torrebras, subsidiária brasileira da espanhola Windar Renovables, quer ser a primeira fábrica de torres eólicas no Estado.

Vento forte. Bahia concentra 20% do total de potencial energético do País

Em comum, as empresas tentam aproveitar o grande potencial eólico brasileiro — em especial o baiano — e o momento propício. A energia eólica virou uma espécie de queridinha entre administradores públicos do País.

“Nosso objetivo é transformar a Bahia em um pólo de construção de equipamentos aerogeradores para suprir toda a demanda não só da Bahia, mas do Brasil e até de toda a América Latina”, diz o governador Jaques Wagner.

Diversificação

O fenômeno foi iniciado na metade da década passada, quando o governo federal decidiu apostar na diversificação da matriz energética do País.

Considerada uma das formas ambientalmente menos agressivas de geração de energia elétrica e de mais rápida instalação, a eólica rapidamente passou a ter posição de destaque nas discussões.

Na Bahia, o grande potencial para extração de energia elétrica a partir dos ventos foi facilmente identificado. “Os ventos baianos são considerados um dos melhores do mundo, por serem unidirecionais e constantes”, afirma o diretor de Operações da Renova Energia, o principal investidor brasileiro do setor, Renato Amaral.

Outra característica que diferencia o Estado dos demais, em especial dos vizinhos nordestinos, é que os melhores ventos para a produção de energia não são registrados no litoral, mas exatamente na área mais pobre do território, o semiárido. A frequência dos ventos, que ficam mais fortes nas épocas de seca — registrada entre oito e dez meses por ano na região — também é tratada como benéfica entre os produtores.

Por causa dessas características, a produção de energia eólica na Bahia ganhou o apelido de “pré-sal do sertão” entre os mais entusiasmados. O fato de estar longe do litoral também facilita alguns trâmites burocráticos.

“Construções desse tipo perto do litoral são mais complexas do ponto de vista ambiental e logístico”, diz o diretor-presidente da Desenvix, José Antunes Sobrinho. A empresa será a responsável pela inauguração do primeiro parque eólico baiano, no início do ano que vem.

O principal entrave para a disseminação da tecnologia pela Bahia era o custo de produção desse tipo de energia. Não mais. O volume de contratos e a oferta, cada vez maior, de componentes para torres eólicas derrubaram os custos, tornando a alternativa eólica uma das mais baratas.

Leilões

O governo federal realizou três leilões para exploração de áreas entre 2009 e 2011. Desse total de áreas leiloadas, 52 estão localizadas na Bahia, Estado que concentra 20% do total de potencial energético comercializado no País — 1,4 mil megawatts (MW) dos 7 mil MW envolvidos nos leilões. O montante corresponde a mais de 10% do total de energia produzida nas hidrelétricas e termelétricas no Estado hoje, cerca de 11 mil MW.

Os investimentos já confirmados pelas empresas no Estado chegam a R$ 6 bilhões, mas a projeção é que alcancem dez vezes esse montante nos próximos anos, fazendo com que a Bahia seja o principal produtor desse tipo de energia no País.

O potencial energético, considerando a tecnologia disponível — com o uso de torres de 100 metros de altura no lugar das de 60 metros, as mais comuns hoje –, por exemplo, chega a 29 mil MW. Algo como mais de duas usinas de Itaipu, operando na capacidade máxima, ou 20% do potencial total de produção de energia eólica do País.

Primeiro parque eólico da Bahia entra em operação em janeiro

O primeiro parque eólico baiano, instalado pela Desenvix em Brotas de Macaúbas, 590 quilômetros a oeste de Salvador, na Chapada Diamantina, deve entrar em operação no início do ano que vem. São três áreas licitadas, cada uma com capacidade de 30 megawatts (MW), onde foram instaladas 57 torres eólicas.

O investimento é de R$ 400 milhões, incluindo a aquisição de 40% da área onde está instalado o parque. Os 60% restantes pertencem apequenos produtores rurais, que vão receber royalties pela operação.

Até o fim de 2012, é esperada a inauguração de 18 parques no Estado, responsáveis pela produção de 413,6 MW, que vão fazer da Bahia o principal polo de energia eólica no País. Até 2014, espera-se que o montante produzido alcance pelo menos 1 mil MW.

O maior parque eólico brasileiro, da Renova Energia, será distribuído entre os municípios vizinhos de Caetité, Guanambi e Igaporã, no centro-sul baiano, tem previsão de inauguração para julho do próximo ano.

Inicialmente, o parque, fruto da compra de 14 áreas pela empresa no primeiro leilão do governo federal, em 2009, terá 184 aerogeradores, com capacidade de produção de 294,4 MW.

O investimento para o início da operação é de R$ 1,17 bilhão - e será acrescido de R$ 800 milhões para a ampliação do parque, com as aquisições das seis áreas adquiridas no leilão de 2010, que vão anexar mais 153 MW à produção a partir do fim de 2013.

No leilão deste ano, realizado em agosto, a empresa adquiriu mais nove áreas na região, para exploração de 212,8 MW.

FONTE - SINDIPESA

terça-feira, 29 de novembro de 2011

EXPERTISE NA LOGÍSTICA PARA SUPERAR OS DESAFIOS

Os grandes investimentos em energia eólica vêm promovendo uma enorme demanda na construção de diversos parques eólicos no Norte e Nordeste do País. Em virtude do notório crescimento no segmento eólico os transportadores estão enfrentando diversos obstáculos para realizar com êxito o transporte das diversas peças que compõem uma torre eólica. Para o pleno sucesso da operação é fundamental contar com a expertise do profissional de logística de cada transportadora para realizar com segurança os transportes dos principais componentes das gigantes torres de energia eólica.

Com a forte expansão dos investimentos em energia eólica em todo território nacional, os transportadores também investiram na contratação de profissionais em soluções logísticas que possuem know-how no segmento de transportes superdimensionados. Mediante todo este investimento e evolução, os profissionais da área estão acompanhando a demanda, apostando em suas qualificações profissionais, realizando cursos, participando de palestras e feiras que movimentam o setor de energia eólica dentro e fora do Brasil.

As dimensões das torres e componentes eólicos quando carregados ultrapassam as dimensões convencionais, o profissional da área de logística precisa planejar com antecedência todo operação, que na maioria das vezes são muito burocráticas, e envolvem um amplo estudo de viabilidade, muito antes do início do transporte.

Muitas concessionárias solicitam desenhos técnicos do conjunto transportador com o tipo de carga que será transportada, e para elaborar estes desenhos técnicos inicia-se o trabalho de campo, com estudos de viabilidades geométricas e estruturais de todo o trajeto que o veículo percorrerá, desde sua origem até destino.

No estudo são analisadas todas as passagens sobre pontes e viadutos, assim como avaliação das curvas e manobras. Estas informações são minuciosamente descritas no estudo de viabilidade para que na passagem do conjunto transportador não ocorram danos ao patrimônio público e à própria carga. Toda essa logística é fundamental para atender as exigências dos órgãos estaduais e federais para emissão das AET’s (Autorização Especial de Transito)

* Artigo escrito por Luiz Fernandes, supervisor de Transportes da empresa Irga Lupercio Torres S.A.

FONTE - SINDIPESA

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

FASSI GUINDASTES LANÇA SOFTWARE PARA CELULAR

Tentando facilitar a vida dos operadores e de todas as pessoas que lidam com equipamentos da Fassi, a mesma revela este sistema que é disponivel no celular onde o operador ou qualquer outra pessoa com acesso ao celular e o software consigo obter os dados de operação de um determinado modelo de equipamento. Facilitando assim o manejamento, operação e logística dos equipamentos.

Fica a dica para as outras empresa ou até para empresas de programação identificar um mercado promissor de softwares para celulares.

FONTE - BLOG DO GUINDASTE

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

LANÇAMENTO DO MAIOR GUINDASTE ARTICULADO PK 92002 SH

Palfiger lança seu maior guindasta articulado, o PK 92002 SH, com um capacidade máxima de 85,5t em seu momento de carga e um alcance de 22,5m faz com que este “robocop” seja um dos mais fortes da categoria dos articulados.

Ao contrario da maioria dos guindastes articulados que encontramos no Brasil este Palfinger possui muita tecnologia, duplo sistema de giro, e um controle de estabilidade chamado HPSC, alem de ser possível de controlar todas as funções básicas do equipamento via radio.

Na imagem ilustrativa podemos identificar um painel LCD, este informa todas as configurações e situações que o equipamento se encontra, facilitando e dando maiores detalhes da operação para o operador.

Mais um equipamento com tecnologia de ponta, esperamos velo no Brasil um dia .

FONTE - BLOG DO GUINDASTE

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

ADOLFO RODOLFO - QUE PULGA VOCÊ É?

Muitas empresas caíram e caem na armadilha das mudanças drásticas de coisas que não precisam de alteração, apenas aprimoramento. O que lembra a história de duas pulgas.

Duas pulgas estavam conversando e então uma comentou com a outra:

- Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro é zero. Por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.

E elas contrataram uma mosca como consultora entrou num programa de reengenharia de vôo e saíram voando. Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:

- Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele. Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam vôo rapidamente.

E elas contrataram o serviço de consultoria de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu. A primeira pulga explicou por quê:

- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito. Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.

E um pernilongo lhes prestou uma consultoria para incrementar o tamanho do abdômen.

Resolvido, mas por poucos minutos. Como haviam ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar.

Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha:

- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plásticas?
- Não, reengenharia. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimentos.

- E por que é que estão com caras de famintas?

- Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar. E você?

- Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.

Era verdade. A pulguinha estava viçosa e bem alimentada. Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer:

- Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em uma reengenharia?

- Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.

- O que as lesmas têm a ver com pulgas?

- Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução. E ela passou três dias ali, quietinha, só observando o cachorro e então ela me deu o diagnóstico.

- E o que a lesma sugeriu fazer?

- “Não mude nada. Apenas sente no cocuruto do cachorro, o único lugar que a pata dele não alcança”.

Moral:

Você não precisa de uma reengenharia radical para ser mais eficiente ou mais inteligente. Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento e de humildade para saber observar com atenção. É nas pequenas pedras que tropeçamos, ás vezes por conta do orgulho que não nos deixa enxergar a realidade. Então, passamos a culpar os outros e o sistema pelos nossos desacertos.

(Texto Max Gehringer)

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

MAMMOET REINVIDICA RECORDE MUNDIAL COM GUINDASTE

Vamos imaginar um mundo que não houvesse propagandas enganosas, se este mundo existir a Mammoet seria a única no mundo que poderia utilizar o slogan mais utilizado entre empresas de guindastes “Soluções em Içamentos”. Isto porque a Mammoet nao somente possui uma grande variedade de equipamentos de linha e fora de linha, mas também produz seus próprios equipamentos para os mais variados setores da economia mundial.

Então se você tem um problema e não encontra solução para tal, a Mammoet não somente irá solucionar como fabricará a ferramenta para isto, barato, não… com certeza não.

Tendo esta grande caracteristica a Mammoet possui uma fabrica de equipamentos na Holanda e desenvolve seus PTC (Platform Twinring Containerised) que significa na tradução literal “Plataforma de anel em conteiner”. Em miudos, é um equipamento que trabalha sobre um anel que é possivel seu transporte em conteineres. Legal não?

Pois então, agora que vocês já conhecem um pouco sobre a Mammoet e sobre os projetos PTCs, posso iniciar a noticia que ela esta reivindicando seu recorde mundial pois desenvolveu o PTC-140, com 83m de lança principal mais 36m de jib em seu teste de carga 3520t a 33m de raio.

Diferente da double twin, que possui esteiras, este equipamento trabalha sobre anel, onde somente é possibilitado o giro do equipamento, e não sua movimentação (frente, traz, esquerda, direita). Mas não pense que ele se limita a uma simples configuração de anel, na verdade são até 03 configurações, além de lanças gigantes para içamentos que exijam maiores alcances.

O mais bacana disto tudo é que este equipamento foi desenvolvido por algumas necessidades e o seu primeiro serviço será realizado em terras tupiniquins, isto mesmo, Brasil! Acredito que para a Petrobrás, pois já ouvi boatos sobre esta operação.

MOMENTO RÁDIO PIÃO:
Dizem que esta operação envolve uma tremenda logística, pois é necessario a contratação desde um navio para transportar este equipamento e uma série de carretas, leva aproximadamente 1 mes para sua total logistica de montagem e o curioso é que a Petrobrás paga além do guindaste em questão, o navio, que “tem que esperar” a realização do serviço para retorno a Holanda. Verdade ou não, eu não sei… Mas foi o que me disseram , alguém chuta o numero de carretas e de pessoas envolvidas para fazer uma logística desta?

Bem agora a Mammoet possui 02 guindastes sobre anel, o PTC-140 e o PTC-200, este ultimo possui o momento máximo de carga de 200.000t (por isto o 200 do nome) e pode içar até 1000t a 100m de altura. Além do raio máximo de 205m.

Se um dia você pensou em ser grande igual Sarens, EuroGruas ou até Locar, lembre-se ainda existirá a Mammoet.

FONTE - BLOG DO GUINDASTE

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

ADOLFO RODOLFO - AS REGRAS

O Sucesso consiste em não fazer Inimigos

Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:

Regra número 1:

Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009.

Regra número 2:

A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.

Regra número 3:

Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é! A ‘Lei da Perversidade Profissional’ diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.

Muito cuidado ao tentar prejudicar um colega de trabalho; Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa!

Portanto, profissionalmente falando, e “pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm “boa memória”.

“Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem consequências.”

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

LIEBHERR COMEÇA A TESTAR O USO DE FIBRA DE CARBONO EM GUINDASTES

Fibra de carbono é um material bem curioso, pois ele alia a resistência do material ao seu baixíssimo peso, possibilitando uma grande abrangência nas mais diversas aplicações. A Liebherr já utiliza fibra de carbono nas tiras de suporte da lança no guindaste HS 895 HD e possui o opcional no guindaste LR 1300.

Segundo o fabricante a fibra de carbono chega a ser 3 vezes mais leve e 2 vezes mais resistente que o material similar anteriormente aplicado, possibilitando assim um acréscimo na tabela de carga considerável para grandes raios, uma especialidade da Liebherr nos mega raios.

Na utilização de fibra de carbono nas tiras de suporte possibilita que o o guindaste erga a lança sozinho em algumas configurações, sem auxilio de um segundo guindaste.

Temos até agora 2 grandes vantagens, basta saber se o custo deste opcional vale para sua aplicação comercial, pois sabemos que fibra de carbono não é nada barato, mas as vezes é a unica solução para um problema.

FONTE - BLOG DO GUINDASTE

terça-feira, 8 de novembro de 2011

GUINDASTE XCMG QUY 350, COMERCIALIZADO PELA GTM

A GTM Máquinas e Equipamentos amplia sua oferta de guindastes agregando o XCMG QUY 350 ao seu portfólio. O equipamento é o maior modelo chinês com lança treliçada sobre esteiras disponível no mercado brasileiro.

O QUY 350 é indicado para operações de montagem de torres eólicas, caldeiras, pré-moldados, estruturas metálicas, silos, bem como para atividades em indústrias petroquímicas, barragens, usinas, mineradoras, estaleiros, manutenção industrial e aplicações em balsas.

O guindaste possui 102 metros de alcance para a lança principal e extensor fixo de lança com 36 m e extensor com angulação variável de 72 m. Equipado ainda com motor Volvo de seis cilindros, possui 140 t de contrapeso total na unidade padrão. Com a utilização do dispositivo Super Lift, o equipamento passa a contar com mais 200 t de contrapeso.

FONTE - TECNOLOGÍSTICA

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

LANÇADA VIGA PARA 400 TON, PROJETADA E FABRICADA NO BRASIL


Baixo peso, elevada capacidade e excelente adaptabilidade aos conjuntos modulares de eixos: essas são algumas das importantes características da viga para 400 toneladas que acaba de ser lançada pela empresa WCR.

O projeto e cálculo do equipamento, que pesa 13 toneladas e mede 12000 x 2850 x 600 mm é da Consultoria TJC - Training Job consulting, especializada no Projeto e Cálculo de Dispositivos para transportes especiais, que tem como resposável técnico o Engenheiro Mecânico Izildo José de Melo

FONTE - SINDIPESA

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

SANY SCC 9000 PARA 900t, IÇA A MAIOR TURBINA EÓLICA DA CHINA PESANDO 330t

Os parques eólicos definitivamente estão com força total no mundo inteiro, depois do desenvolvimento de tecnologia de grandes turbinas e hélices parece que ficou mais fácil encontrar um parque eólico de grande capacidade, antes só encontraríamos em países europeus ou norte americanos.

No Brasil com as medidas do governo no investimento massiço em “geração de energia” temos muitos parques eólicos espalhados pelo sul e Nordeste do pais.

Agora a Sany revela o SCC9000 para 900t içando a maior turbina eólica da China, em Sheyang província de Jiangsu. A turbina em questão é uma Sinovel SL6000/128HH100 6.0MW , e estava pesando 330t.

O guindaste SCC9000 para este içamento estava com a seguinte configuração: 78m de lança, 42m de luffing-jib, para operar a 24m de raio com 330t da turbina e 128t da hélice.

Demonstrando assim que os chineses estão vindo com tudo em equipamentos extra pesados, e a SANY esta se destacando mundo a fora inovando e promovendo isto de uma excelente forma, seja no resgate dos mineiros chilenos ou no içamento da maior turbina eólica chinesa, através de parceiros que acreditam em seus produtos, como neste caso a Guangdong LIFT Engineering Machinery.

FONTE - BLOG DO GUINDASTE

terça-feira, 1 de novembro de 2011

ACIDENTE COM GUINDASTE NA USINA TERMONUCLEAR DE FUKUSHIMA

Não suficiente com a tragédia que ocorreu nesta usina, ocorreu um acidente com um guindaste sobre esteira treliçado deixando 2 vitimas gravemente feridas, sendo que uma foi levada as pressas para ser operado e a outra para um hospital local.

O acidente ocorreu quando os profissionais estavam na montagem do mastro traseiro, estavam utilizando outro guindaste, e as cintas ou cabos escorregaram fazendo com que o mastro fosse ao chão.

Em uma situação como esta onde além dos EPI necessários para a operação ainda existe toda a preparação para evitar a radiação fazem com que toda e qualquer operação seja de extremo risco, pois qualquer erro pode ser fatal.

FONTE - BLOG DO GUINDASTE